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Metodologia do Ensino Superior

Trabalho enviado por: Eliane Viegas de Oliveira

Data: 22/04/2003

Resumo do livro: METODOLOGIA DO ENSINO SUPERIOR



Autor: Antonio Carlos Gil, 3ª Edição, São Paulo, Editora Atlas S.A. , 1997


Professor Universitário

A formação do Professor Universitário

Professores de ensino fundamental e médio, de modo geral, passam por um processo de formação pedagógica, já os professores dos cursos universitários não chegam a passar por qualquer processo sistemático de formação didática. Na maioria dos casos, eles alegam que por lidaram com adultos não necessitam da formação didática.

A desvalorização da preparação pedagógica dos professores universitários deve-se à própria universidade, que não valoriza os docentes.

Requisitos técnicos

É primordial que o professor antes de ministrar sua aula, tenha conhecimento e profundidade no assunto. Ele precisa obter uma cultura geral, conhecimentos e habilidades pedagógicas, procurando se aperfeiçoar sempre.

Metodologia e Didática do Ensino Superior

O Conselho Federal de Educação, por meio da Resolução nº 12/83, determinou que os cursos de Especialização (Pós-graduação lato-sensu) destinassem pelo menos um sexto de sua carga horária mínima para disciplinas de conteúdo pedagógico. Os mais frequentes são Metodologia do Ensino Superior, que procura esclarecer o professor acerca da elaboração de planos de ensino, e Didática do Ensino Superior que é mais complexo e amplo, pois não só envolvem conteúdos, mas também componentes intuitivos e valorativos.


O Compromisso Social do Professor

Educação e Sociedade

Para que se tenha uma história de Pedagogia, temo que considerar tanto as doutrinas pedagógicas quantos os fatos educacionais concretos, que têm sua origem na ação dos governos ou de segmentos da sociedade, porém serão consideradas somente as principais perspectivas pedagógicas deste século e suas relações com os modelos de atuação do professor em sala de aula.

As perpectivas Educacionais

A perspectiva clássica: esta perspectiva vê os alunos como instrumentos passivos, capazes de aprender e aceitar orientações, e são considerados imaturos para iniciar qualquer atividade significativa. A abordagem clássica é a de adaptar os alunos à tarefa de aprendizagem. A perspectiva clássica pode ser vista como capaz de incorporar inovações, pelo menos no que se refere à tecnologia de ensino.

A perspectiva humanista: esta perspectiva centraliza-se no aluno, a preocupação é adaptar o currículo ao aluno, são classificados por seus críticos como utópicos ou românticos, porque enfatizam mais a liberdade que a eficiência. A abordagem humanista é influenciada por educadores como Paulo Freire e também pelo psicólogo Carl Rogers, que propõe o ensino centrado no aluno em que o papel fundamental do professor é o de facilitador da aprendizagem.

A perspectiva Moderna: esta perspectiva absorve uma tendência da humanista com a clássica. Para John Dewey a escola deveria harmonizar as necessidades individuais das crianças com os valores coletivos e prioridades da sociedade. Esta perspectiva tornou-se a mais adequada para uma sociedade moderna e democrática, sua ênfase se dá no processo ensino-aprendizagem, na orientação para a solução de problemas.

Ensino e Aprendizagem

Uma questão de ênfase: a ênfase colocada no ensino ou na aprendizagem torna-se, pois importante indicador do modelo de atuação do professor. Os conceitos de ensino são: instrução; orientação; comunicação e transmissão de conhecimentos. Já os conceitos de aprendizagem são: descoberta, apreensão, modificação de comportamento e aquisição de conhecimentos direcionado ao aluno.

Os Planos de Ensino

O Planejamento das Atividades Educacionais: O planejamento de ensino envolve quatro elementos necessários e suficientes para a sua compreensão: processo, eficiência, prazos e metas. O Planejamento Educacional envolve um processo sistematizado, com maior eficiência às atividades educacionais para, em determinado prazo, alcançar o conjunto das metas estabelecidas, bem como a preparação, acompanhamento e aperfeiçoamento.

Níveis de Planejamento

Planejamento Educacional: Prevê a estruturação e o funcionamento do sistema educacional como um todo, está a cargo das autoridades educacionais, no âmbito do Ministério da Educação, do Conselho Nacional de Educação e dos órgãos estaduais municipais.

Planejamento curricular : O planejamento curricular é de natureza multidisciplinar, envolve a direção do estabelecimento de ensino, seu corpo docente e também especialistas na área. E tem como objetivo fundamental harmonizar as exigências de uma formação efetiva com os recursos humanos materiais e financeiros disponíveis.

Planejamento de Ensino: Faz parte do planejamento de ensino que o professor defina objetivos, conteúdo da disciplina, seleção de estratégias e recursos de ensino e também de avaliação. O professor precisa decidir objetivos a serem alcançados pelos alunos e facilitar a aprendizagem.

A Elaboração de Planos de Ensino

As várias modalidades de planos

O planejamento educacional desenvolvido pelas autoridades governamentais dá origem a planos nacionais, estaduais ou municipais de educação. Os planos são geralmente subdivididos em programas ou projetos. Do Planejamento Curricular se originam planos de curso que esclarecem acerca dos objetivos dos cursos que a escola oferece. Já a partir do planejamento em planos de ensino, elabora o plano da disciplina, que envolve as ações a serem desenvolvidas durante o ano letivo. A seguir, elabora os planos de unidade, que visam orientar sua ação em relação a cada uma das partes do plano da disciplina.


A Formulação dos Objetivos

A função dos objetivos

A função dos objetivos tenta definir com precisão o que se espera que o aluno seja capaz de fazer após a conclusão de um curso, disciplina ou unidade de ensino.

Histórico dos objetivos Educacionais: Herbert e Spencer são considerados os pioneiros no movimento de objetivos explícitos na educação. Franklin Bobbit propôs o estabelecimento de objetivos em termos bem definidos, sua obra How to make a curriculum, 1924 importante marco no movimento de objetivos explícitos na educação. Ralph Tyler, 1949 publica o livro Princípios básicos de currículo e ensino. Em 1956, Benjamin Bloom publica a Taxionomia dos Objetivos educacionais.

Objetivos Gerais e Específicos

Os objetivos gerais têm caráter finalístico e os objetivos específicos têm um caráter intermediário. O primeiro refere-se àquilo que o aluno será capaz de fazer após a conclusão da disciplina ou do curso. Já os objetivos específicos são utilizados para identificar os comportamentos esperados dos alunos ao final das unidades da disciplina ou das aulas ministradas.

Características dos Objetivos Úteis

Referências ao desempenho dos alunos: Os objetivos de aprendizagem referem-se ao desempenho do aluno, ou seja, indicam o que se espera que o aluno será capaz de saber ou fazer ao final de determinada unidade de ensino. É preciso que um objetivo seja clar e preciso, e que tenha realismo. Sugerem-se que os objetivos sejam expressos com frases iniciadas com verbos de ação que expressem claramente o comportamento esperado do aluno.

Classificação dos objetivos de aprendizagem

Os Domínios da aprendizagem: Os objetivos de aprendizagem podem ser classificados em três domínios: cognitivo, afetivo e psicomotor.

Cognitivo: ligados a conhecimentos, informações ou capacidades intelectuais, bem como: a) memorização; b) compreensão; c) aplicação; d) análise; e) síntese; f) avaliação.

Afetivo: relaciona-se com sentimentos, emoções, gestos ou atitudes, bem como: a) receptividade; b) resposta; c) valorização; d) organização; e) característica por um valor ou complexo de valores.

Psicomotor: enfatizam o uso e a coordenação dos músculos, são eles: a) movimentos de reflexos; b) movimentos fundamentais; c) habilidades perceptivas; d) habilidades físicas; e) movimentos de habilidade; f) comunicação não discursiva.


Conteúdos

A função dos conteúdos

O conteúdo passa a ser encarado como elemento para a concretização dos objetivos, exige muito conhecimento da matéria a ser lecionada e também do grupo de alunos a quem será apresentada e devem ser criteriosamente selecionados e organizados de forma racional.

Critérios para seleção dos conteúdos : Vinculação aos Objetivos (clareza, precisão e realismo); Validade (digno de experiências) ; Significação ( relacionado às experiências pessoais do aluno); Flexibilidade ( professor deve superar dificuldades e imprevistos que aparecerem); Utilidade (seleção dos conteúdos e interesses dos alunos); Adequação ao nível dos alunos (identificar o nível de maturidade e de adiantamento dos alunos para definição dos conteúdos); adequação do tempo (carga horária).

A Ordenação dos Conteúdos

Deverá haver uma ordenação criteriosa que simplifica a compreensão dos conteúdos, favorecendo o progresso da aprendizagem num...

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