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A Literatura e os Estágios Psicológicos da Criança

Trabalho enviado por: Juliana

Data: 10/11/2006

A Literatura e os Estágios Psicológicos da Criança


Para que o convívio do leitor com a literatura resulte efetivo, nessa aventura espiritual, que é a leitura, muitos são os fatores em jogo. Entre os mais importantes, está a necessária adequação dos textos á diversas etapas do desenvolvimento infantil/juvenil etapas do desenvolvimento infantil/juvenil.

Embora a evolução biopísiquica das crianças, pré-adolescentes e adolescentes divirja-se dee uns para outros (dependendo dos muitos fatores que se conjugam no processo de desenvolvimento individual) a natureza e a sequencia de cada estágio são iguais para todos, conforme o prova a Psicologia Experimental. Assim, a inclusão do leitor em determinada "caregoria" depende não apenas de sua faixa etária, mas principalmente da inter-relação existente a sua idade cronológica, nível de amadurecimento biopsiquico-afetivo-intelectual e grau ou nível de conhecimento/domínio do mecanismo da leitura. Daí que as indicações de livros para determinadas "faixas etárias" sejam sempre aproximativas.

Sugerimos abaixo alguns princípios orientadores que podem ser úteis para a escolha de livros adequados a cada categoria de leitor. Ao estabelecê-lo, levamos em consideração as inter-relações acima mencionadas, dentro de uma evolução considerada normal.


O Pré-leitor

Categoria inicial que abrange duas fases:

Primeira infância (dos 15/17 meses a 3 anos)

A criança inicia o reconhecimento da realidade que a rodeia principalmente pelos contactos afetivos e pelo tato. È chamada fase da "invenção da mão", pois seu impulso básico é pegar em tudo que se acha ao seu alcance. È também o momento em que a criança começa a conquistar da própria linguagem e passa a nomear a realidades á sua volta.

Para estimular tal impulso natural, gravuras de animais, ou objetos familiares a criança, devem ser incluídos entre os seus brinquedos (bichos de pelúcia ou qualquer material macio, fofo; chocalhos musicais, etc.). Tais gravuras, desenhos ou ilustrações pode ser em folhas soltas ou em álbuns, feitos de material de resistente e agradável ao tato (pano, plástico, papel grosso...). O importante, nesta fase, é essencialmente a atuação do adulto, manipulando e nomeando os brinquedos ou desenhos; inventando situações bem simples que os relacionem relativamente com a criança, etc. è nesta fase que o mundo natural e o mundo cultural ( o da linguagem nomeadora ) começam a se relacionar na percepção que a criança começa a ter do espaço global em que vive.


Segunda infância ( a partir dos 2/3 anos)

Fase em que começam a predominar os valores vitais ( saúde) e sensoriais (prazer ou carências físicas e afetivas); e quando se dá a passagem da indiferenciação psiquica para a percepção do próprio ser. Inicio da fase egocêntrica e dos interesses ludo-práticos.

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