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Título: Teorias de Taylor, Ford, Fayol e Weber

Teorias de Taylor, Ford, Fayol e Weber, aplicadas na Empresa Bradesco S/A. São Paulo 2009 Sumário 1Introdução 2Frederick Winslow Taylor4 2.1Princípios de Taylor 3Henry Ford 4Jules Henri Fayol 4.1Princípios Básicos 4.2Funções Administrativas 5Maximillian Carl Emil Weber 5.1Analise da Obra 5.2Princípios…


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Batalha Espiritual

Trabalho enviado por: Luis Carlos Martins Esperon

Data: 22/04/2003

RESENHA DO LIVRO - "O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE BATALHA ESPIRITUAL"

ABRIL, 2001


LOPES,
Augustus Nicodemus.O que você precisa saber sobre BATALHA ESPIRITUAL. São Paulo. Cultura Cristã,2ª Ed., 1998.223p.

"O Homem como medida do próprio Homem, expressão essencial do pecado formulada por Protágoras mas encontrada em qualquer altura da História, é o alicerce da obra de construção também da Babel moderna"

Nicodemus anuncia que Deus e Sua palavra, estão sendo visivelmente substituídas pelo que chama de "centelha divina"; o conflito da Igreja com as hostes das trevas e suas implicações no presente,o levam à reflexão produtora desta obra.

Reconhece ele que o movimento de "batalha espiritual" tem produzido o surgimento de novas igrejas (e mesmo denominações) cujo ministério principal é a expulsão de demônios e a libertação de crentes e descrentes da opressão demoníaca; assim,o objetivo da obra,segundo seu autor, é apresentar o ensino bíblico sobre o conflito da Igreja com as hostes das trevas e suas implicações nos nossos dias.

Nós estamos em guerra. Conforme Paulo fala em sua carta aos Efésios (6.10-20), e estamos em uma luta sem tréguas contra principados e potestades e, neste ponto, nenhum crente pode ser um pacifista e dizer que não acredita em guerra, por que já está envolvido em uma. O Apóstolo descreve a Igreja de Cristo em sua armadura completa, resistindo firme, ao ataque feroz,incessante,cruel e astucioso de um inimigo tremendamente poderoso. A Igreja não é um piquenique, não é um clube, mas um exército;é a Igreja militante, conforme explica a nossa Teologia Reformada.

O chamado ao combate está firmemente estabelecido na Carta aos Efésios e Paulo diz, ao abordar tal combate, que não devemos pensar que a miséria e os efeitos situacionais do pecado acabaram quando nos tornamos seguidores fiéis de Cristo. Na verdade, o que ocorreu quando nos curvamos diante de Cristo pela fé, foi termos nos alistado em seu exército, tornamo-nos soldados e fomos convocados para resistir aos inimigos mais poderosos que jamais alguém ou alguma entidade neste mundo poderia encarar.

O texto bíblico em referência é portanto uma convocação para a batalha e o que Paulo está querendo dizer é que nós devemos acordar pois a luta está sendo travada e precisamos estar alerta. Mas como nos preparar para a batalha?

1- a Igreja deve se lembrar que sua força em combate vem de Deus;

2- é preciso que estejamos revestidos da armadura de Deus, peça por peça; o propósito dessa armadura é que a Igreja permaneça firme, fundamentada e firmada em sua posição de vitória, em Cristo Jesus, e assim, firme contra as ciladas do diabo. É importante não nos esquecermos que o conflito da Igreja agora é contra seres espirituais poderosos e astutos aos quais Paulo chama de "dominadores deste mundo tenebroso" e que são numerosos, organizados superiores em poder,perversos,astutos e, em certo sentido, receberam a autoridade para exercer domínio parcial neste mundo.

Este combate cristão apresenta muitos perigos; o primeiro, é a tendência perigosa, atual, de se ver o diabo em todo lugar e de a ele atribuir-se mais crédito do que lhe é devido; segundo, é o perigo de desprezarmos e subestimarmos o mundo espiritual tenebroso; infelizmente, alguns teólogos chegam a negar a existência do diabo, dos demônios e a sua atuação. Negam mesmo a possibilidade de possessão demoníaca. O terceiro perigo é acreditarmos que "batalha e espiritual" seja algo novo; o fato é que os reformadores e os puritanos já se preocupavam com isso, tanto na existência quanto na persistência dessas forças, sem contudo tornarem-se defensores da !batalha espiritual "como nos é apresentada hoje.

O quarto perigo é pensarmos que os métodos do moderno movimento de "batalha espiritual" são uma saída fácil e segura para os problemas que nos afligem neste mundo; destaca o autor que não se encontra nas Escrituras exemplos de expulsão de demônios considerados responsáveis por problemas morais.

Concluindo o Capítulo, Nicodemus alerta que estamos lutando contra forças e influências superiores à nossa capacidade e que somente Cristo Jesus pode dar a libertação das influências dessas forças tenebrosas; só Ele pode dar a armadura de Deus para que enfrentemos e resistamos a esse poder.

É muito importante conhecer a origem e a difusão do movimento de "batalha espiritual".

Diz Augustus Nicodemus que as idéias principais da "batalha espiritual" eram conhecidas desde o início do século passado, através do relato de um missionário que trabalhava em meio ao povo tribal no interior da China, envolvidos com magia negra, espiritismo e animismo. Este missionário desenvolveu alguns métodos de combater,pela oração, a influência dos espíritos malignos que atormentava aquele povo.

A batalha espiritual desde 1960 vem ganhando muita aceitação em todo o mundo e acabou por se dividir em diversas linhas: temos os Carismáticos, que foram inspirados no livro de Don Bashan, de 1972, os Dispensacionalistas, de orientação não-Carismática e que se concentram no aconselhamento pastoral e na oração como forma de ação; temos a terceira linha que optou por uma abordagem mais moderada e evangélica e finalmente, a mais polêmica, encabeçada pelo teólogo Peter Wagner, que tem um ministério enfático nos chamados "sinais e prodígios", além de abordar a existência dos chamados "espíritos territoriais".

A doutrina mais fundamental da "batalha espiritual" é de que todos os males que acometem as pessoas, a sociedade, a Igreja e os cristãos individualmente, são produzidos diretamente por demônios; desta forma a estratégia principal da Igreja para ajuda-las é sempre confrontar e expelir essas entidades malignas. Possivelmente esta visão do mundo e da missão da Igreja seja a característica mais distintiva do movimento. Por conta desta situação, em sua ação pastoral, missionária e evangelistica, a Igreja deve sempre empregar o método de expulsão de demônios para a libertação das pessoas.

O ministério EKBALÍSTICO tem sido a única estratégia de combate das correntes que admitem a chamada "Batalha espiritual"; o termo vem do grego EKBALLW, que significa "expulsar, expelir" e é o termo usado nos Evangelhos para descrever as expulsões de demônios realizadas por Jesus.

No campo da "batalha espiritual", fala-se muito em espíritos territoriais e segundo crêem, são demônios designados por Satanás para determinada unidade geopolítica do mundo. Ao que parece, Deus teria designado "anjos" como responsáveis pelas nações e estes, vieram a se transformar em espíritos malignos, de maneira ainda não explicada por aqueles teólogos.

Dentro dessa mesma linha de pensamento, os crentes da "batalha espiritual" acreditam na demonização das estruturas, de tal sorte que, a vida de uma pessoa, estruturas sociais, econômicas, culturais e políticas de uma região pode estar sob o controle de um ou mais demônios.

Chegam mesmo a pensar que até crentes verdadeiros podem ficar demonizados. (!)

Desta forma,os adeptos da "batalha espiritual" dizem que a Igreja não pode evangelizar com sucesso enquanto não neutralizar essas forças espirituais cósmicas. Essa é a tarefa primeira da Igreja. Através da "batalha espiritual" ela deve atacar essas forças e desalojá-las, ao invés de ficar na defensiva. Os crentes devem partir para o ataque, e invadir os territórios ocupados por estas hostes, derrubar suas fortalezas e neutralizar toda influência maligna nessa região. Só assim poderão ganhar as pessoas para Cristo e levar o Evangelho aos que estão sob o domínio do maligno.

Para não serem devorados pelo inimigo, os cristãos que devem ler os livros escritos pelos peritos em "batalha espiritual", freqüentar as suas conferências e simpósios e aprender com os especialistas, todas as estratégias espirituais para assaltar as fortalezas do diabo e derrubá-las.

Mas para isso, a igreja tem que realizar o "mapeamento espiritual" que é a radiografia de uma cidade, obtida através do estudo cuidadoso de sua história, localização, nome e hábitos sociais. O alvo é identificar as potestades espirituais malignas responsáveis por ela; em muitos casos, esta identificação só é possível através de uma "revelação" direta de Deus que faz com que os nomes dos demônios sejam tornados conhecidos. Um dos objetivos do mapeamento é localizar o "trono de Satanás".

A arma que se usará então, será a chamada "oração de guerra",que é a arma através da qual a Igreja pode neutralizar a ação dos demônios. Grupos se concentram e fazem correntes de oração para derrubar determinadas fortalezas e neutralizar os poderes malignos entrincheirados em um determinado território ou nas estruturas sociais e políticas e mesmo eclesiásticas. Através desta oração, podem até "amarrar",imobilizando os demônios controladores da estrutura contaminada; entretanto isto só é possível fazer conjurando-se, em nome de Jesus, o maligno a revelar seu nome e outros segredos da hierarquia à qual pertence.

Outra técnica que os crentes devem aprender segundo a "batalha e espiritual" é a quebra de maldições. O processo consiste em localizar e identificar essas maldições e anulá-las em "nome de Jesus". Há também a técnica que aborda as maldições hereditárias e aquelas que herdamos dos nossos pais e antepassados, quer através dos seus pecados não confessados ou de pactos que, por ventura, tenham sido feito com demônios.

O ministério ekbalístico da Igreja tem demonstrado acentuado zelo evangelístico; todavia, é bem possível que o conceito de alguns dos ramos da "batalha espiritual" tenham apreciações diferentes do conceito bíblico, posto que correntemente minimizam a necessidade de arrependimento pessoal e de fé em Jesus Cristo, para a reconciliação com Deus, perdão de salvação da culpa do pecado.

Um aspecto positivo e destacável é a grande ênfase que dão a oração; mas mesmo nesse aspecto, distanciam-se da Bíblia, onde a oração é o meio pelo qual os filhos de Deus buscam o Pai do céu e entregam-se a Ele,e não uma arma para guerrear demônios

No capítulo 4, o autor fala acerca daquilo que preocupa na "batalha e espiritual"; deixa claro que ele crê na...

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