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Título: Teorias de Taylor, Ford, Fayol e Weber

Teorias de Taylor, Ford, Fayol e Weber, aplicadas na Empresa Bradesco S/A. São Paulo 2009 Sumário 1Introdução 2Frederick Winslow Taylor4 2.1Princípios de Taylor 3Henry Ford 4Jules Henri Fayol 4.1Princípios Básicos 4.2Funções Administrativas 5Maximillian Carl Emil Weber 5.1Analise da Obra 5.2Princípios…


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Vitaminas

Trabalho enviado por: Mayla Diotti Crantschninov

Data: 22/04/2003


Termo genérico empregado para designar um grupo de compostos orgânicos, essenciais ao funcionamento dos órgãos e presentes nos alimentos. Algumas, como a vitamina C, podem hoje ser obtidas sinteticamente. Seu nome deriva da palavra latina vita (vida) pois, quando se iniciaram os estudos a respeito, no início do século XX, acreditava-se que as vitaminas fossem misteriosas moléculas indispensáveis à vida. O desenvolvimento das pesquisas, no entanto, desvendou o aspecto "misterioso" das vitaminas, determinando suas estruturas químicas, o que possibilitou sua sintetização em laboratório. Hoje, sabe-se que as vitaminas são substâncias quimicamente diferenciadas entre si.

Na realidade, ao contrário do que se acreditava inicialmente, as vitaminas não constituem o único grupo de substâncias indispensáveis para a manutenção da vida, sendo também imprescindíveis as proteínas, os aminoácidos, as enzimas.

O corpo humano necessita de vitaminas em quantidades mínimas. Mas como ele é incapaz de sintetizar por si tais substâncias é preciso que a alimentação garanta o suprimento das vitaminas. No caso do ser humano, grande parte das vitaminas de que necessita provém dos vegetais. Existem, porém, algumas vitaminas presentes na dieta apenas sob a forma de "precursoras", que só adquirem sua estrutura final no interior do organismo, pela ação de certas bactérias intestinais. Algumas espécies de animais e de plantas conseguem sintetizar todas as vitaminas necessárias para sua sobrevivência.Os cães e os ratos, por exemplo, sintetizam a vitamina C, que o homem só pode obter pela alimentação.

A classificação das vitaminas é também confusa; elas são indicadas por letras do alfabeto (A, B, C, etc) ou, então, por seus nomes químicos (tocoferol, naftoquinona, riboflavina, etc.). Há também casos em que a vitamina é designada segundo a síndrome causada pela sua ausência (avitaminose), cuja sintomatologia depende do tipo de substância carente e do seu papel no organismo. Além disso, há o caso inverso em que a vitamina recebe o nome do efeito que provoca por sua presença - por exemplo, a "vitamina da coagulação", "vitamina antiesterilidade", "vitamina antipelagra", etc. Finalmente, existe a classificação das vitaminas segundo sua solubilidade: lipossolúveis (A, D, K, E, e outras) e as solúveis em água (B, C).


Vitamínicas, Necessidades.

Quantidade diária de vitaminas necessária para prevenir sintomas de carência ou perturbações nas funções orgânicas. Estabelece-se uma distinção entre mínimo necessário - quantidade capaz de evitar síndromes de carência - e os níveis recomendável e ótimo de vitamina. Estes asseguram um desenvolvimento normal e oferecem uma reserva para as situações de fadiga, tensão e moléstias infecciosas, em que a necessidade é maior.

As necessidades vitamínicas modificam-se de acordo com a idade e, nos adultos, de acordo com diversas circunstâncias, tais como gravidez, infecções, tumores e estados pós-operatórios. É uma tarefa difícil determinar a necessidade vitamínica, pois as informações conseguidas mediante experiências em animais dificilmente são aplicáveis ao ser humano. Da mesma maneira, o estudo da carência vitamínica em crianças é bastante difícil; por outro lado, não se pode medir, mas apenas estimar, a quantidade de vitaminas que é sintetizada pelas bactérias intestinais.


Alimentação e vitamina

Existem ainda muitas outras substâncias que, conforme os resultados de pesquisas ainda em curso, podem vir a ser consideradas como vitaminas. Para tanto, é ainda preciso definir seus mecanismos de ação ou os sintomas provocados por sua carência. Além disso, mesmo entre as vitaminas conhecidas, existe uma série de confusões quanto à nomenclatura. Esses problemas teóricos, no entanto, não significam que o homem não consiga controlar suas necessidades vitamínicas: a natureza é a fonte primária e inesgotável de todas as vitaminas.

Por outro lado, quando a dieta, por algum motivo, não consegue suprir as necessidades do organismo, torna-se necessária a administração de preparados farmacêuticos.

O emprego de vitaminas ou medicamentos vitaminados, no entanto, deve ser criterioso, pois o excesso de vitaminas sintéticas pode causar alguns sintomas patológicos (hipervitaminose).


Vitaminas hidrossolúveis e lipossolúveis

Inicialmente as vitaminas foram identificadas por letras do alfabeto, mas, à medida que suas fórmulas químicas foram sendo descobertas, elas receberam nomes que indicam sua natureza química. Atualmente, dividimos as vitaminas em dois grandes grupos: lipossolúveis e hidrossolúveis.

As vitaminas lipossolúveis se dissolvem bem em gorduras e predominam em alimentos gordurosos como leite, ovos e queijo. É o caso das vitaminas A, D, E e K. As hidrossolúveis, que se dissolvem em água, são encontradas em cereais, verduras e frutas. É o caso da vitamina C e das vitaminas do complexo B. As lipossolúveis resistem melhor ao calor que as hidrossolúveis.

As vitaminas do primeiro grupo são armazenadas pelo fígado; assim, a ingestão e o armazenamento excessivo dessas vitaminas (hipervitaminose) podem trazer problemas ao funcionamento do fígado e outros órgãos do corpo.

Já as vitaminas hidrossolúveis são eliminadas pela urina, havendo portanto menor probabilidade de seu consumo exagerado prejudicar o organismo.


Vitamina A

Deve sua designação alfabética ao fato de que, embora tenha sido isolada mais tarde, essa vitamina foi a primeira substância a integrar a categoria de fator essencial nutricional.

Identificada...

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