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Título: Teorias de Taylor, Ford, Fayol e Weber

Teorias de Taylor, Ford, Fayol e Weber, aplicadas na Empresa Bradesco S/A. São Paulo 2009 Sumário 1Introdução 2Frederick Winslow Taylor4 2.1Princípios de Taylor 3Henry Ford 4Jules Henri Fayol 4.1Princípios Básicos 4.2Funções Administrativas 5Maximillian Carl Emil Weber 5.1Analise da Obra 5.2Princípios…


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Principais Acontecimentos da Segunda Metade do Século XX

Trabalho enviado por: Tatyane Andrade Araujo

Data: 28/10/2006

Principais Acontecimentos da Segunda Metade do Século XX


Introdução

Além do genocídio da Segunda Guerra Mundial; deixou como herança um mundo bi-polarizado ideológico, dividido em dois blocos, o bloco capitalista liderado pelos Estados Unidos da América e o socialista liderado pela União Soviética, cujos países do mundo inteiro tiveram de se alinhar. As potencias EUA e União Soviética lutaram contra o nazi-fascismo, e o interessante lutaram juntos, mas em 1947, criaram um novo conflito: a guerra fria.

Em comunhão com seus interesses começou uma, ameaça ao mundo inteiro, sob armas nucleares, grandes arsenais, e todos viviam sob constante ameaça ideológico e ormanentista.

O pesadelo só começou a ser inacabado em 1989, quando o leste europeu foi varrido por uma onda "democrata" que pôs fim aos regimes socialistas. Dois anos depois a União Soviética deixaria de existir e o mundo viveria sob o total controle da super potência EUA e junto dela sua globalização que hoje é uma das características mais importantes do mundo.


1 - Mundo

O mundo pós-guerra

Europa Ocidental

Perdida a hegemonia mundial devido a conflitos internos, a Europa pós-guerra provocou restabelecer várias acordos supranacionais reaproximassem seus países e trouxessem de novo sua ascensão econômica e política.

Em 1948 nascia o Benelux, união alfandegária entre Bélgica, Holanda e Luxemburgo, que aumentava o consumo para a produção de cada país dentro do bloco.

Em 1951, vem a CECA (Comunidade Européia do Carvão e do Aço) dentre os participantes: França, Alemanha, Itália e Benelux. E em 1957 esses países reunidos formam o mercado comum europeu (MCE)

A Inglaterra não fazia parte do bloco, pois no mercado inglês havia grande fluxo exportador, que lhe ora dirigido, e que não mais aconteceria se fizesse parte do bloco, o que a França visava com bons olhos, em virtude de suas estreitas ligações com os EUA.

Em 1960 a Inglaterra organiza a Associação Européia do livre comercio, que firmava uma união econômica relativa para seus membros (Inglaterra, Áustria, Dinamarca, Noruega, Portugal e Suíça), que poderiam manter suas tarifas a externas. Por fim em 1973, após longas negociações ingressam na MCE: Inglaterra, Irlanda e Dinamarca que passou a contar uma população de 256 milhões, contra 210 dos EUS e 250 do URSS.

Em política e maior contestador da liderança norte-americana era o presidente Charles de Gaulle, que procurava "acordar" o nacionalismo francês, mas seis planos fracassaram por problemas internos, que foram transmitidos no momento estudantil de Maio de 1968.

Na década de 70 a Alemanha que tinha grande "Biça", graças à solidez de sua economia, menos afetada, pelo crise petrolífera.

Nos anos 90 a Europa firmou ainda mias acordas para Comunidade Econômica Européia, com intenção de se tornar o maior mercado livre do mundo, em cerca de 380 milhões de consumidores com alto poder aquisitivo.

A 1º de Janeiro de 1993em 12 países começou a vigorar liberdade de pessoas, bens e serviços, novas negociações o que só fazia aumentar o poderio e potencial europeu.

Japão

Após o fim da segunda guerra o Japão ganha grande importância para os EUA com barreira de expansão ao socialismo no Extremo Oriente.

Com a Guerra da Coréia (1950 - 1953), tornou-se ponto de apoio estado-unidense, aumentando os investimentos. Na década de 1960 a economia japonesa passava a Européia, mas vulnerável por total falta de matéria-prima: com apenas 17% de aéreas cultiváveis, obrigada a importar quase 70% dos cereais consumidos (principalmente EUA) e quase todo minério de ferro (fundamental na produção e exportação do aço), a dependência energética é gritante, isso limitou sua atuação política, até o final dos anos 80 e inicio dos 90.

A partir disso, apoiado num sofisticamento tecnológico, tornou-se um dos blocos mais dinâmicos do capitalismo, lado a lado dos EUA e Europa, predominante na região asiática. Nos anos 90 o Japão firmava hegemonia econômica na Bacia do Pacífico.

Socialismo (URSS)

A União Soviética foi um dos países mais afetados pela Guerra com perdas humanas e materiais. O quarto plano qüinqüenal (1946-1950) visou à reconstituição, e o Quinto (1950-1955) retomar o ritmo desacelerado, investimentos na industria e transporte, deixando a agricultura em segundo plano.

O maior problema econômico era rural, 1928 a 1953 a população crescera 40%e a produção de cereais só 10%, uma das razões pra isso era a insuficiente mecanização agrícola, situação modificada com a constituição de Kolkhozes (fazendo coletivas administrada em grupo e pequeno uso privado) de Sovkhozes (granjas coletivas, regidas pelo Estado).

As resistências burocráticas às reformas de um lado, e as pressões dos ultra-reformistas de outro, miravam o poder do Gorbatchev, e em Agosto de 1991, sofre um golpe de Estado dos membros conservadoras, mas Boris Yeltisin, presidente da república Russa, resiste, reempossando Gorbatchev no governo.

Yeltsin era prestigiado e Gorbatchev desmoralizado e em Dezembro do mesmo ano acaba a URSS e nasce a CET (Comunidade dos Estados Independentes), o que póe fim ao governo Gorbatchev.

Gorbatchev com sua política levou ao fim da URSS; ligando-se ao mundo capitalista, exemplo que podemos ver em 1989 com a queda do muro de Berlim, juntando as duas Alemanhas e o fim do Pacto de Varsóvia, em 1991.

O poder norte-americano se firma, deixando duvidas quanto o futuro dos países do leste europeu e a ex-União Soviética.

A criação da ONU

No fim da Segunda Guerra, uma nova proposta ganhou ainda mais forças: criar mecanismos para manter a paz entre os povos do mundo. O primeiro passo ocorreu em 1941, com a carta do Atlântico, assinado por Winslon Churchill, primeiro-ministro inglês, e Franklin Rossevelt, presidente dos EUA. O documento levara consigo o acordo, ou melhor o pacto de paz e também o fim do Nazismo.

E foi na conferência de Yalta, em Fevereiro 1945, convocada uma reunião para estabelecer uma organização que tivesse "voz ativa" para manter a paz entre os povos. Sendo assim em Junho do mesmo ano em São Francisco,Estados Unidos, e representantes de cinqüenta países assinaram a Declaração das Nações Unidas (ONU).

Hoje a ONU conta com 185 países membros, formada por cinco órgãos principais:

  • Assembléia Geral: órgão mais importante e todos participam (os países);
  • Conselho de Segurança: tem a missão de manter a paz mundial e a segurança, os países participantes são de vez em quando substituídos por outros membros;
  • Secretário-Geral: administra a organização e executa os programas elaborados pela entidade;
  • Conselho Econômico e Social: responsável pelos programas econômicos e sociais da entidade;
  • Corte Internacional de Justiça: julga as disputas entre os países.

Guerra Fria

1945, o mundo vive em tempos em que as mães enterram seus filhos, a Europa completamente arrasada, o conflito deixou um saldo em cerca de 50 milhões de mortos. O cenário era desolavél. Outros milhares com suas vidas, mas famintos e maltrapilhas, perambulavam pelas estradas tentando voltar pra suas terras, de onde havia sido arrancadas a força. A destruição atingira todas, as industrias, os transportes, as comunicações, pontes, canais, diques e as terras férteis.

Apesar disso a Europa se restabelecia num ritmo acelerado, beneficiados pela "mão amiga" norte-americana. Em alguns aspectos a situação era animadora, já que as pessoas deixaram as paixões nacionalistas e passaram a se preocupar a cooperar mutuamente com o fortalecimento da unidade continental.

Um tratado de Tordesilhas...

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