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Título: Tubos e conexões

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PRIMEIROS HABITANTES DA AMÉRICA

Trabalho enviado por: Thaís Angélica da Costa Borba

Data: 22/04/2003

INCAS, MAIAS e ASTECAS


INTRODUÇÃO

Neste trabalho irei explicar um pouco da vida dos "primeiros habitantes da América" (incas, maias e astecas). Falarei sobre sua localização, sua arte, sua economia, sua política e sua religião. Irei também sitar varias possibilidades de como o ser humano chegou aqui na América.

Espero que você, leitor (a), goste deste trabalho que fiz na esperança de que eu e todos aqueles o leia aprendam mais da nossa história.

Thaís.

Os Primeiros Habitantes Da América

A América começou a ser povoada há milhares de anos, muito antes de o navegador Cristóvão Colombo desembarcar no Novo Continente em 1492. Depois dele, numerosos navegadores partiram para o continente americano na esperança de fazer fortuna.

Os habitantes das Américas, chamados pelos europeus de índios, encontravam-se nos mais diferentes estágios de cultura. O contato dos colonizadores com os indígenas foi desastroso. Muitas tribos foram dizimadas e algumas civilizações em alto grau de desenvolvimento, destruídas.

Segundo cálculos de fontes dúbias de confirmar, vivam na América cerca de 88 milhões de nativos quando Colombo desembarcou na ilha de Guanaani em 1492. Calcula-se que falavam 2000 línguas, pois a maioria vivia em pequenas aldeias isoladas, apesar da existência de grandes impérios, com cidades maiores que Lisboa e Madri.

Quando Cristóvão Colombo chegou à América, os europeus entraram em contato com povos por eles nunca vistos. Do outro lado, os ameríndios tiveram experiência semelhante. A partir daí, tivemos uma série de contatos marcados por intolerância e violência. Hoje, o número de línguas existentes atinge algumas centenas, provando que a destruição cultural e física dos ameríndios foi grande.

Dos esquimós aos habitantes da Terra do Fogo, os ameríndios habitavam os ambientes mais variados, passando pela Amazônia, pela Cordilheira dos Andes e as ilhas do Caribe. E da mesma forma que os ambientes eram variados, as sociedades também seguiam o mesmo caminho, com grupos de caçadores e coletores à sociedades agrícolas sedentárias com alto grau de complexidade social.

Das sociedades existentes no final do século XV e início do XV três despertaram a atenção dos espanhóis e despertam a nossa na atualidade: os maias, os incas e os astecas. Contudo o requinte dessas civilizações só pode ser visualizado através de um olhar retrospectivo, como o resultado de um desenvolvimento secular dos grupos humanos na América.

Quase todos esses povos viviam em comunidades, em que os meios de produção eram propriedade coletiva. Todos dividiam as tarefas de acordo com a idade e o sexo. Cada grupo tinha o seu chefe, geralmente o mais valente, o mais sábio ou o descendente do fundador. Pais ou pessoas mais velhas educavam as crianças.

Dentre os grandes grupos em que se dividiam, destacam-se, como já foi dito: os maias, habitantes da atual Península de Iucatã; astecas, do México; incas, do Peru; na América do Norte, havia os esquimós, nadenes, sioux, apachese iroqueses, entre outros; na América do Sul, os chibchas, aruaques, gês, caribes, tupis, guaranis, araucanos.

Os primeiros americanos :

Segundo Ciro Flamarion Cardoso, o povoamento da América é um tema controverso que está longe de chegar ao fim, mas que já produziu um nível razoável de consenso sobre quatro pontos:

a) a impossibilidade do desenvolvimento do homem no continente, ou seja, os esqueletos encontrados na América são todos do homem atua (Homo sapiens sapiens), não existindo outros tipos, tais como, Homo sapiens neanderthalensis, Homo erectus ou Australopithecus;

b) a rota principal para a entrada do homem na América foi o Estreito de Bering. Alguns estudiosos acham que é o único, mas outros admitem outras rotas;

c) atualmente aceita-se a existência de um Paleolítico americano, ou seja um período onde grupos humanos habitaram a América sem possuir armas com pontas de pedra e sem a especialização na caça de grandes animais;

d) com menos consenso que os pontos anteriores, uma grande parte dos especialistas defendem a entrada humana na América através de várias ondas migratórias e não apenas uma, como durante muito tempo se acreditou.

Além dessas questões, uma outra questão importante é a época da entrada dos primeiros homens na América. Até o ano de 1998, a datação mais antiga da existência dos homens na América era fruto das descobertas realizadas inicialmente em Clóvis, Novo México, onde as datações eram de 11200 anos. Os especialistas acreditavam que os primeiros seres humanos entraram na América por volta de 12000 anos.

Contudo no ano passado um trabalho de cerca de 20 anos foi recompensado com o reconhecimento internacional. Um sítio arqueológico localizado em Monte Verde, 800 quilômetros de Santiago, no Chile. Uma equipe de doze especialistas visitou e comprovou que as datações de 12500 anos em Monte Verde eram as mais antigas da América. Com isso, a entrada dos primeiros seres humanos na América foram jogadas mais para o passado. Entretanto essa discussão está longe de terminar.

Com a entrada dos homens na América tivemos uma fase onde os grupos viviam da caça e coleta com o uso coletivo dos territórios, levando uma vida nômade e produzindo instrumentos de pedra e osso. A permanência desses grupos produziu uma mudança cultural por volta de 7000 a.C.: a domesticação de plantas e animais e o início da sedentarização dos grupos humanos, juntamente com o surgimento da cerâmica e o desenvolvimento de armas de pedra polida. Sobre a domesticação de plantas e animais, Ciro Flamarion diz que a primeira foi muito mais rica, talvez, pela falta de grandes mamíferos domesticáveis na América. Os principais animais domesticados foram o lhama, o peru e um tipo de cachorro. A domesticação de plantas teve como principais vegetais cultivados, o milho, feijão, pimenta, cabaça, cacau, batata, quinoa e mandioca.
A agricultura devido aos ambientes heterogêneos foi desenvolvida com as técnicas mais variadas, saindo de uma agricultura que servia de complemento à caça e a coleta, a uma agricultura intensiva usando-se de irrigação. Enquanto alguns grupos humanos permaneciam praticando a caça e a coleta, outros como já foi dito, desenvolveram a agricultura. O próximo passo de alguns grupos agrícolas foi a criação de aldeias, por volta de 2000 a.C.

De todas as civilizações ameríndias, as três que deixaram traços mais importantes de sua organização social, política, religiosa e econômica e do seu brilho, ainda hoje vislumbrando através das ruínas de seus monumentos e cidades, foram os maias, os astecas e os incas. Essas civilizações alcançaram o mais alto estágio de evolução no período da História Universal ou idade Média. Os astecas e os incas ainda estavam nesse elevado nível cultural quando foram descobertos e aniquilados pelos espanhóis, a partir de 1520. Neste período os maias já tinham desaparecido, deles os europeus só encontraram as ruínas, inexplicavelmente eles tinham abandonado suas cidades e templos...

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