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Relação entre as Concepções Filosóficas: Racionalismo e Empirismo, Idealismo e Realismo

Trabalho enviado por: Erleandro Lopes da Silva

Data: 13/08/2006

Relação entre as Concepções Filosóficas: Racionalismo e Empirismo; Idealismo e Realismo

Taguatinga, junho de 2004


Racionalismo 

Breves Considerações

Preliminarmente podemos dizer que Racionalismo é qualquer doutrina que privilegia a razão como meio de conhecimento e explicação da realidade.

Ou também o conjunto de teorias filosóficas (eleatismo, platonismo, cartesianismo etc.) fundamentadas na suposição de que a investigação da verdade, conduzida pelo pensamento puro, ultrapassa em grande medida os dados imediatos oferecidos pelos sentidos e pela experiência.

Toda doutrina (o hegelianismo, p.ex.) que considera o intelecto humano capaz de atingir a plenitude da verdade objetiva, já que a realidade estaria organizada segundo leis, recorrências e subdivisões equivalentes e semelhantes à organização do pensamento cognitivo.

Linha filosófica, da qual faz parte, p.ex., o spinozismo, que privilegia formas argumentativas, empíricas ou dedutivas de conhecimento como meios privilegiados para a compreensão da realidade, em detrimento da fé, misticismo, intuição ou revelação religiosa.

É de praxe dividir os filósofos dos séculos XVII e XVIII em racionalistas e empiristas. Racionalista é o título dado, em termos gerais, aos filósofos da Europa continental do período; e, empirista aos filósofos britânicos Locke, Berkeley e Hume. Trata-se de classificação muito imperfeita e às vezes inexata. Há aspectos na filosofia de Locke, por exemplo, que são claramente racionalistas no sentido em que destacam a razão ou a compreensão, em contraposição aos sentidos ou percepção sensorial. Por outro lado, houve certo número de filósofos da Europa continental no período, em especial franceses, que sofreram influência de Locke – como, por exemplo, Condillac e alguns outros ligados a Encyclopédie, sob a égide de Diderot e, mais tarde, de Maine de Biran – que foram de tendência empirista. A história da filosofia raramente é muito linear.

Segundo o autor, há certa razão para estabelecer uma distinção entre o tipo de movimento filosófico iniciado por Descartes e levado adiante, em vários graus de exaustividade, por Spinoza e Leibniz, e a filosofia mais empírica que começou com Locke e, na Grã-Bretanha, continuou com Berkeley e Hume. É possível que alguns desses filósofos não tivessem aceitado o título pertinente e pelo menos Berkeley é, de certa maneira, mais notável por certa forma de metafísica – o idealismo – mesmo que construída sobre uma epistemologia empirista. Nas páginas seguintes, seguiremos a divisão convencional, que na melhor das hipóteses reflete apenas tendências do pensamento porque apresenta certa conveniência. Mas cabe sempre...

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