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Título: Teorias de Taylor, Ford, Fayol e Weber

Teorias de Taylor, Ford, Fayol e Weber, aplicadas na Empresa Bradesco S/A. São Paulo 2009 Sumário 1Introdução 2Frederick Winslow Taylor4 2.1Princípios de Taylor 3Henry Ford 4Jules Henri Fayol 4.1Princípios Básicos 4.2Funções Administrativas 5Maximillian Carl Emil Weber 5.1Analise da Obra 5.2Princípios…


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A República de Platão

Trabalho enviado por: Ana Cristina

Data: 22/04/2003

A República de Platão


1. INTRODUÇÃO

A República de Platão é uma obra bastante longa, que deveria ser, originariamente, dividida em várias partes, divisão esta que não foi conhecida. A repartição em seis livros, adotada na Antiguidade, deve-se provavelmente a Aristófanes de Bizâncio, e a em dez livros ao filósofo e gramático Trasilo, sendo esta seguida pelos editores modernos.

Existem cinco partes principais:

1) O livro I é uma espécie de prólogo em cujo transcurso o problema da justiça é colocado em seus termos mais simples, tal como aparece nas transações da vida corrente. A este problema, diversas soluções são propostas: a da gente de bem, a dos sofistas etc.; sendo fácil demonstrar suas insuficiências. O que convém, que recorramos a um método mais exato.

2) Os livros II, III e IV tem por objeto definir a justiça, estudando-a na cidade perfeita. Ora, como não se encontra semelhante cidade nem na história, nem na realidade presente, cumpre funda-la completamente na imaginação.

3) Os livros V, VI e VII, estudar-se-ão a particularidade de sua organização, seu governo, as qualidades requeridas a seus magistrados, e estabelecer-se-á, para a formação destes últimos, um plano completo de educação.

4) Nos livros VIII - IX, vemos que as vantagens da justiça não assumirão todo o valor se não forem opostas aos malefícios provenientes da injustiça. Depois de descrita a cidade justa, é necessário, pois correr os olhos sobre as cidades injustas, e estudar os males que, através de uma série de quedas, as conduzem à ruína. Na alma humana, tais males têm as mesmas causas e provocam as mesmas degradações.

Sendo a justiça inseparável da ciência, convém coordenar para sempre a poesia e as artes que nos mostram, das coisas, apenas uma imagem vã e nos enganam acerca do verdadeiro ser destas coisas.

5) No livro X, após desfrutar da felicidade que a posse da sabedoria proporciona neste mundo, a alma justa receberá, nos Campos Elísios, recompensas dignas de sua natureza, e prosseguirá na via ascendente a seu imortal destino.

Neste trabalho faremos um breve resumo sobre os capítulos desta belíssima obra. Porém, para tanto, é importante saber um pouco mais sobre quem foi Platão.


2. SOBRE PLATÃO

Platão, cujo verdadeiro nome era Aristócles, nasceu em Atenas, em 428/427 a.C., e lá morreu em 347 a.C. Platão é um nome que, segundo alguns, derivou de seu vigor físico e da largueza de seus ombros (platos significa largueza). Ele era filho de uma abastada família, aparentada com famosos políticos importantes, por isso não espanta que a primeira paixão de Platão tenha sido a política. Inicialmente, Platão parece ter sido discípulo de Crátilo, seguidor de Heráclito, um dos grandes filósofos pré-Socráticos. Posteriormente, Platão entra em contato com Sócrates, tornando-se seu discípulo, com aproximadamente vinte anos de idade e com o objetivo de se preparar melhor para a vida política. Mas os acontecimentos acabariam por orientar sua vida para a filosofia como a finalidade de sua vida.

Platão tinha cerca de vinte e nove anos quando Sócrates foi condenado à beber o cálice de cicuta . Ele havia acompanhado de perto o processo de seu mestre, e o relata na Apologia de Sócrates. O fato de Atenas, a mais iluminada das cidades-estados gregas, ter condenado à morte "o mais sábio e o mais justo dos homens" - como falara mediunicamente o oráculo de Apolo, em Delfos - lhe deixou marcas profundas que determinariam as linhas mestras de toda a sua atividade de filósofo.

Platão foi o responsável pela formulação de uma nova ciência, ou, para ser mais exato, de uma nova maneira de pensar e perceber o mundo. Este ponto fundamental consiste na descoberta de uma realidade causal supra-sensível, não material, antes apenas esboçada e não muito bem delineada por alguns filósofos, embora tenha sido um pouco mais burilada por Sócrates. Antes de Sócrates, era comum tentar-se explicar os fenômenos naturais a partir de causas físicas e mecânicas. Platão observa que Anaxágoras, um dos pré-socráticos, tinha atinado para a necessidade de introduzir uma Inteligência universal para conseguir explicar o porquê das coisas, mas não soube levar muito adiante esta sua intuição, continuando a atribuir peso preponderante às causas físicas.


3. LIVRO I - Sócrates

Sócrates e Glauco (filhos de Ariston), desciam ao Pireu, quando Polemarco (filhos de Céfalo) mandou um escravo abordá-los e pediu que esperassem por Polemarco, que chegou acompanhado de Adimanto (irmão de Glauco), de...

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