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Título: Tubos e conexões

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A Importância da Mão-de-obra Direta para a Contabilidade de Custos

Trabalho enviado por: Pollyana Poleis

Data: 25/10/2006

A Importância da Mão-de-obra Direta para a Contabilidade de Custos


1. Introdução

O presente trabalho, demonstra a importância da mão-de-obra direta para a contabilidade de custos, tem por objetivo analisar os elementos intervenientes no processo da mão-de-obra dentro da empresa, pois com o desenvolvimento tecnológico esta se tornando cada vez mais caro produzir.

A mão-de-obra é um fator fundamental, uma das bases essenciais em um sistema de produção pois é em torno dela que circulam outros inúmeros custos.

Trata-se de um estudo teórico que aborda a inter-relação de informação, conhecimento, comunicação e tecnologia da informação como suporte à tomada de decisão em relação ao apontamento de mão-de-obra direta.


2. Mão de Obra Direta

A Mão de Obra Direta refere-se apenas ao pessoal que trabalha diretamente sobre o produto que vai ser elaborado.

Para ser direta não pode haver nenhuma tentativa de alocação ou estimativas de divisões de custo. Pois o próprio nome já diz: Mão de Obra Direta. É um custo direto, não tem rateio.

Trata-se dos custos com os trabalhadores utilizados diretamente na produção, sabendo-se quanto tempo cada um trabalhou no produto e o preço da mão de obra, é possível apropriá-la diretamente ao produto.

É o custo de qualquer trabalho executado no produto alterando a forma e natureza do material de que se compõe.

Exemplo: gasto total com salários e encargos com a mão-de-obra apropriável diretamente ao produto.

2.1 Como Calcular o Custo da Mão de Obra Direta

O custo-hora da mão-de-obra direta é calculado da seguinte forma: salário nominal + encargos sociais, dividido pelo número de horas trabalhadas.

salário nominal

+

encargos sociais

/

pelo número de horas trabalhadas

___________________________________

= Custo da Hora

Exemplo:

Salário mensal nominal: R$ 1.000,00;

Encargos Sociais: R$ 400,00;

Salário mensal Total: R$ 1.400,00;

Número de horas trabalhadas no mês: 140 horas;

Custo-hora: R$ 1.400,00, dividido por 140h = R$ 10,00 por hora

2.2 Tempo Não Produtivo da Mão de Obra Direta

Na contabilização da mão de obra o tempo ocioso deixa de ser considerado mão de obra direta em virtude da falta de produção. Mas é importante ressaltar que se o funcionário estiver nesse período sendo utilizado em outra função, como manutenção por exemplo deve ser alocado nesse setor, saindo da mão de obra direta.

Se a ociosidade for considerada normal e o operário esteja parado, o mais comum é acumulação deste tempo como Tempo Improdutivo dentro dos Custos Indiretos de Fabricação para depois rateá-los aos produtos.

Mas quando as paradas são somente em determinadas épocas o ideal é a empresa ter um sistema de provisionamento eficiente para rateio desses custos indireto a todos os produtos feitos no ano e não somente naqueles elaborados no mês onde se teve tempo não utilizado da mão de obra direta.

2.2.1 Situações Específicas de Tempo Não Produtivo:

  • Se a parada for obrigatória devido ao tipo de produto que vem a seguir na linha de produção, como acontece quando ocorrem paradas para a preparação de maquinas, esse valor pode ser apropriado diretamente ao produto, mas só deve ser alocado a tal produto se realmente estiver em sua fabricação programada tal parada.
  • Se em certa ocasião ocorrer em que ao passar do produto A para o B houver uma parada de duas horas e do B para o C de três horas e depois do C para o B de uma, do A para o C de duas e assim sucessivamente, não se terá condições de se alocar em qualquer um dos três produtos (anterior ou posterior). Assim a melhor escolha é atribuir o tempo improdutivo aos custos indiretos para depois rateá-los aos produtos.

O importante é estudar bem cada situação e ver o que melhor se associa a cada uma, pois não existe uma solução universal, tudo vai depender da situação.

Não podemos deixar de lembrar que existem as paradas normais para descanso, café e etc, e estas também precisam ser muito bem analisadas, mas normalmente são consideradas produtivas, quando ocorrem numa produção continua ou em ordens de longa duração. Mas se tratar de produtos de 2 ou 3 horas de fabricação teremos uma distorção, caso formos atribuir a um ou a outro produto 15 minutos de parada, pois assim...

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