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Gestão Financeira

Trabalho enviado por: Roberto Marinelli Jr

Data: 22/04/2003

DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA (DFC)


A partir desse ponto iremos discorrer sobre a DFC, destacando os seus aspectos mais relevantes tais como: objetivos, formas de apresentação, conteúdo, relação com as demais demonstrações contábeis, etc.

O objetivo é evidenciar pontos importantes para a compreensão dessa demonstração contábil, que apesar de não ser obrigatória por lei (pelo menos ainda, visto que, o anteprojeto de alteração da Lei 6.404/76 prevê a substituição da DOAR pela DFC), revela-se como relevante para a análise financeira da empresa, principalmente em curto prazo.

Em linhas gerais podemos entender a DFC como sendo o demonstrativo contábil que procura evidenciar o fluxo de recebimentos e pagamentos, para um determinado período de tempo, feitos por uma entidade. O fluxo de caixa compreende a movimentação das contas que representam as disponibilidades imediatas da empresa, ou seja, caixa, propriamente dita, depósitos bancários à vista, numerários em transito e aplicações de liquidez imediata.

CAIXA: compreende numerários em mãos e depósitos bancários disponíveis;

EQUIVALENTE A CAIXA: são investimentos a curto prazo, de alta liquidez, que são prontamente conversíveis em valores conhecidos de caixa e que estão sujeitos a insignificantes riscos de mudanças de valor;

FLUXOS DE CAIXA: são entradas e saídas de caixa e equivalentes a caixa.

Por esta linha o Comitê diz que: "A Demonstração do Fluxo de Caixa deve reportar os fluxos de caixa durante o período, classificados por atividades operacionais de investimentos ou financeiras". No entendimento do Comitê, a definição de cada uma dessas atividades é como se segue:

ATIVIDADES OPERACIONAIS - são as principais atividades geradoras de receitas da empresa e outras atividades diferentes de investimento e financeiras. Os fluxos de caixa decorrentes dessas atividades derivam basicamente das seguintes operações: recebimentos de vendas de mercadorias ou serviços, comissões, etc., e pagamentos a fornecedores, empregados, impostos e outros desta natureza.

Para o Comitê, as informações sobre os componentes específicos dos fluxos de caixa operacionais históricos, em conjunto com outras informações, são úteis, porquanto possibilitam a projeção de fluxos futuros de caixa operacionais. Este mesmo fluxo indica a capacidade que as operações da empresa tem de gerar fluxos de caixa para amortização de empréstimo, manutenção da capacidade operacional da empresa, pagamento de dividendos e realizações de novos investimentos.

ATIVIDADES DE INVESTIMENTO - são as aquisições e vendas de ativos de longo prazo e outros investimentos não inclusos nos equivalentes a caixa. No entendimento do IASC a divulgação segregada dos fluxos de caixa decorrentes das atividades de investimentos tem sua importância à medida que revelam a abrangência dos dispêndios feitos com recursos destinados a gerar futuras receitas e fluxos de caixa. Como exemplos de fluxos de caixas decorrentes desse tipo de atividade tem-se:

  • desembolso para aquisição de ativos imobilizados, intangíveis e outros ativos de longo prazo;
  • recebimentos decorrentes da venda de ativo imobilizado, intangíveis e outros ativos de longo prazo;
  • recebimentos em função da venda e desembolsos decorrentes de aquisição de: ações ou instrumentos de dívida de outras empresas e interesses em joint ventores;
  • adiantamento de caixa e empréstimos feitos a terceiros e seus respectivos recebimentos e/ou amortização, com exceção daqueles feitos por uma instituição financeira;
  • desembolsos/recebimentos por contratos de futuros, contratos a termo, contratos de opção e swap, com exceção daqueles que se destinam para intermediação ou transação própria, ou os pagamentos/recebimentos são classificados como atividade financeira;

ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO: são atividades que resultam em mudanças no tamanho e na composição do capital e empréstimos a pagar da empresa. O IASC considera que a divulgação separada dos fluxos de caixa decorrentes das atividades financeiras é importante em função da sua utilidade na predição das exigências impostas a futuros fluxos de caixa pelos fornecedores de capital à empresa. Como exemplo de fluxos de caixa decorrente desse tipo de atividade tem-se:

  • numerários recebidos provenientes da emissão de ações ou outros instrumentos de capital;
  • pagamentos de investidores para adquirir ou resgatar ações da empresa;
  • numerários recebidos provenientes da emissão de debêntures, empréstimos, títulos e valores, hipotecas e outras modalidades de captação de empréstimos a curto e longo prazos;
  • amortização de empréstimos a pagar; e
  • pagamentos por um arrendatário pela redução do passivo pendente relativo a um arrendamento financeiro.

Através da NIC 7,O IASC destaca ainda que:

"As informações sobre os fluxos de caixa de uma empresa, são úteis para proporcionar aos usuários das demonstrações contábeis uma base para avaliar a capacidade de a empresa gerar caixa e...

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