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Título: Teorias de Taylor, Ford, Fayol e Weber

Teorias de Taylor, Ford, Fayol e Weber, aplicadas na Empresa Bradesco S/A. São Paulo 2009 Sumário 1Introdução 2Frederick Winslow Taylor4 2.1Princípios de Taylor 3Henry Ford 4Jules Henri Fayol 4.1Princípios Básicos 4.2Funções Administrativas 5Maximillian Carl Emil Weber 5.1Analise da Obra 5.2Princípios…


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Administração Financeira: Decisão de Financiamento, Decisão de Investimento, Decisão de Distribuição de Dividendos

Trabalho enviado por: Jairo Joakinson

Data: 22/04/2003

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA: DECISÃO DE FINANCIAMENTO, DECISÃO DE INVESTIMENTO, DECISÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE DIVIDENDOS.

CURITIBA - PR - Abril/2002


INTRODUÇÃO

Três decisões fundamentais que são tomadas pela administração financeira das empresas são: a decisão de financiamento, a decisão de investimento e a decisão de distribuição de dividendos. Na realidade, a decisão de distribuição de dividendos também pode ser considerada como um tipo especial de financiamento, visto que a acumulação e a não distribuição de dividendos capitaliza a empresa financiando ativos. Como os investimentos se convertem na análise da aplicação dos fundos geridos pela empresa, selecionando as melhores utilizações que podem ser dadas aos escassos recursos por ela administrados, entre alternativas disponíveis, bem como estaremos analisando as diversas formas que as empresas podem captar recursos através de financiamentos ou investimentos.

Esses são os assuntos relatados pela equipe que explanará sobre o tema de Administração Financeira: Decisão de Financiamento, Decisão de Investimento e Decisão de Distribuição de Dividendos.


DECISÃO DE FINANCIAMENTO

A seleção das fontes de fundos a serem utilizadas pela empresa para financiar os seus investimentos em Ativos Fixos e Circulantes deve ser realizada levando-se em conta a adequação dos custos destas fontes à capacidade de geração de lucros da empresa. Qualquer desequilíbrio que emergir no âmbito operacional da empresa terá reflexos sobre a sua lucratividade e poderá determinar defasagens entre o custo contratado com os emprestadores de fundos e a sua possibilidade de remunerá-los. Se o custo financeiro for superior ao TRIT da empresa, ela se tornaria inviável e proporcionará aos seus acionistas um retorno inferior àquele que foi dado aos emprestadores de fundos. Neste caso, além de não transmitir aos acionistas, pelo menos, a taxa de retorno proporcionada pela empresa (TRIT), os acionistas que correm o risco do empreendimento terão retornos inferiores àqueles que, por possuírem títulos de renda fixa emitidos pela empresa, correm um risco sensivelmente menor. Entretanto, risco é a variabilidade de retornos. Assim, esta perda de lucratividade será recebida com naturalidade pelo acionista, que esperará compensá-la quando e se a empresa passar a gerar uma taxa de retorno operacional superior ao custo financeiro que assumiu diante de seus emprestadores de fundos.

Entretanto, se este desequilíbrio entre a lucratividade operacional e o custo dos empréstimos persistir ao longo do tempo, penalizando os acionistas, a empresa não poderá subsistir. O Mercado Secundário de Ações deprimirá o nível da cotação de suas ações, inviabilizando novas emissões de capital. Os emprestadores de fundos pressionarão por taxas maiores, que compensem o nível crescente de riscos que eles passam a visualizar, e por prazos menores que suavizem a incerteza em relação ao futuro da empresa.

O sistema econômico estará, então, decidindo o fim do empreendimento. Racionalmente, a falência de empresas inviáveis é saudável para o sistema como um todo, pois, enquanto em funcionamento, elas estão ocupando um fator escasso, (o Capital) que poderia estar aplicado em outras atividades e produzindo outros bens necessários à satisfação das ilimitadas necessidades humanas. Pior ainda, a empresa inviável consome esses recursos escassos, ao longo do tempo. Portanto, a comparação entre o custo financeiro e o TRIT converte-se no centro da análise econômica.

Designamos por alavancagem financeira a estratégia adotada pela empresa buscando a maximização do retorno aos seus acionistas ordinários, através da correta seleção das fontes de financiamento que irão compor a sua Estrutura de Capital. A expressão Alavancagens Combinadas é usada para designar os reflexos combinados da Alavancagem Operacional e da Alavancagem Financeira sobre o retorno dos acionistas ordinários.

Para uma ampla exposição do tópico alavancagem financeira será necessário referirmo-nos às ações preferenciais e as debêntures como instrumentos de captação de recursos muito parecidos e completamente diferentes das ações ordinárias.

As ações preferenciais não se associam ao risco da empresa, considerado, aqui, como variabilidade de retomo, pois recebem um dividendo fixo. Em caso da ocorrência de prejuízos, as ações preferenciais podem ter assegurado o seu rendimento fixo através da acumulação de seus dividendos e respectiva distribuição na oportunidade em que a empresa conseguir gerar lucros. Quando isto efetivamente ocorrer, nenhum dividendo será distribuído aos acionistas ordinários e que os acionistas preferenciais tenham sido satisfeitos em todos os dividendos fixos acumulados durante a fase de prejuízos.

Como os acionistas preferenciais não correm o risco da variabilidade do retorno de seus investimentos, eles, em contrapartida, não votam nas assembléias. Nestas reuniões, apenas aqueles acionistas, cujo retorno variável (e, em alguns casos, extremamente variável em função da flutuação do desempenho operacional das empresas) depende das decisões tomadas na assembléia, é que podem votar. Como se vê, há uma troca (trade-off) entre "risco" e "lucratividade".

As debêntures são títulos emitidos pela empresa com prazo de vencimento e taxas de juros preestabelecidos. Não geram, portanto, dividendos, e, sim, juros (ou despesas financeiras).

Vejamos as similaridades e diferenças entre debêntures e ações preferenciais. Para o comprador destes títulos, a diferença está, apenas, no nível de risco assumido, pois, em caso de prejuízo da empresa emissora, os acionistas preferenciais terão acumulados seus dividendos, não recebendo naqueles anos nenhuma remuneração. Os portadores de debêntures, entretanto, estarão recebendo seus juros independentemente dos resultados da empresa. O resgate de ambos os títulos será pelo valor nominal e, para ambos, existe um Mercado Secundário onde será viável a realização do investimento feito pelo poupador, a qualquer momento e pelos preços definidos pela oferta e procura.

Na liquidação, o acionista preferencial terá assegurado a preferência para o acesso ao Patrimônio Líquido e, apenas, sofrerá prejuízos se a situação for tão crítica que o resíduo obtido após a realização dos ativos e pagamento das dívidas for negativo ou insuficiente para lhe devolver o principal investido de conformidade com o valor nominal de suas ações.

Os portadores de debêntures terão, na liquidação, um acesso privilegiado aos ativos remanescentes. Inclusive, os portadores de bonds (um tipo especial de debêntures)...

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