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Título: Teorias de Taylor, Ford, Fayol e Weber

Teorias de Taylor, Ford, Fayol e Weber, aplicadas na Empresa Bradesco S/A. São Paulo 2009 Sumário 1Introdução 2Frederick Winslow Taylor4 2.1Princípios de Taylor 3Henry Ford 4Jules Henri Fayol 4.1Princípios Básicos 4.2Funções Administrativas 5Maximillian Carl Emil Weber 5.1Analise da Obra 5.2Princípios…

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A Cultura do Mexico

Trabalho enviado por: Sueli Aparecida Zeizer

Data: 28/09/2003

Cultura do Mexico


Introdução

Cultura é o termo genérico usado para significar duas acepções diferentes. De um lado, o conjunto de costumes, civilização e realizações de uma época ou povo, e, de outro lado, artes, erudição e demais manifestações mais sofisticadas do intelecto e da sensibilidade humana. A cultura organizacional nada tem a ver com isto. No estudo das organizações, a cultura equivale ao modo de vida da organização em todos os seus aspectos, como idéias, crenças, costumes, regras, técnicas, etc. Neste sentido, todos os seres humanos são dotados de cultura, pois fazem parte de algum sistema cultural. Em função disso, toda pessoa tende a ver e julgar as outras culturas a partir do ponto de vista de sua própria cultura. Daí o relativismo: as crenças e comportamentos só podem ser compreendidos em relação ao seu contexto cultural, no México como em outros paises não são diferentes é tudo uma questão de cultura.

Em seguimento as culturas organizacionais passam as questões sugeridas para entrevista aonde pudemos observar que acabam também sendo influenciada pela cultura do país aonde estiver instalada.


I. Capítulo.

1) Cultura Organizacional

A cultura organizacional ou cultura corporativa é o conjunto de hábitos e crenças estabelecidos através de normas, valores, atitudes e expectativas compartilhadas por todos os membros da organização. Ela refere-se ao sistema de significados compartilhados por todos os membros e que distingue uma organização das demais. Constitui o modo institucionalizado de pensar e agir que existe em uma organização. A essência da cultura de uma empresa é expressa pela maneira como ela faz seus negócios, a maneira como ela trata seus clientes e funcionários, o grau de autonomia ou liberdade que existe em suas unidades ou escritórios e o grau de lealdade expresso por seus funcionários com relação à empresa. A cultura organizacional representa as percepções dos dirigentes e funcionários da organização e reflete a mentalidade que predomina na organização. Por esta razão, ela condiciona a administração das pessoas.

Cada organização cultiva e mantém a sua própria cultura. É por este motivo que algumas empresas são conhecidas por algumas peculiaridades próprias.

A cultura representa o universo simbólico da organização e proporciona um referencial de padrões de desempenho entre de padrões de desempenho, entre os funcionários, influenciando a pontualidade, a produtividade e a preocupação com qualidade e serviço ao cliente.

A cultura exprime a identidade da organização. Ela é construída ao longo do tempo e passa a impregnar todas as práticas, constituindo um complexo de representações mentais e um sistema coerente de significados que une todos os membros em torno dos mesmos objetivos e dos mesmos modos de agir. Ela serve de elo entre o presente e o passado e contribui para a permanência e a coesão da organização. Em outras palavras, a cultura organizacional representa as normas informais e não escritas que orientam o comportamento dos membros de uma organização no dia-a-dia e que direcionam suas ações para o alcance dos objetivos organizacionais. No fundo, é a cultura que define a missão e provoca o nascimento e o estabelecimento dos objetivos da organização. A cultura precisa ser alinhada juntamente com outros aspectos das decisões e ações da organização como planejamento, organização, direção e controle para que se possa melhor conhecer a organização.

1.1 Organização Formal e Informal.

Dentro de uma organização formal de cargos prescritos e relações estruturais, encontra-se organização informal de regras, procedimentos e interligações não oficiais.

O aspecto formal da organização abrange problemas de estruturas, normas, métodos e processos de trabalho, como concebidos pelos criadores da organização. Por outro lado, quase sempre o quadro real do comportamento e de reações apresentada pelos membros de uma organização se afasta, ligeira ou amplamente do plano formal de duas maneiras:

  • O plano formal pode estar incompleto pode não compreender integralmente o padrão de comportamento efetivamente seguido, e algumas partes do padrão de comportamento podem estar em contradição com o plano. Assim, emerge o outro angulo, a organização informal, que envolve o padrão de comportamento adotado
  • a maneira pela qual os membros da organização realmente se comportam, à medida que esses padrões não coincidem com o plano formal.

A organização formal é um sistema de atitudes ou de forças de duas ou mais pessoas, coincidentemente coordenadas, enquanto a organização informal é um agregado de contatos e integrações pessoais e os agrupamentos de pessoas associadas.
A distinção entre a organização formal e a informal é que enquanto a primeira é uma organização planejada e a segunda constitui o resultado da interação espontânea dos membros da organização, o impacto das personalidades dos atores sobre os papeis que lhe foram destinados. Portanto, não existe organização formal sem a sua informal contrapartida, pois o plano administrativo formal não pode nunca refletir adequada ou completamente a organização completa a qual se refere, pela razão obvia que de nenhum plano abstrato pode descrever exaustivamente uma totalidade empírica. Embora os objetivos de uma organização formal sejam mais explícitos, algumas vezes pode ocorrer que a estrutura informal tenha uma influencia tão penetrante que leve a uma definição da estrutura formal. Não se deve esquecer que a estrutura pode tornar-se um competidor em vez de um complemento da estrutura formal.

II. Capítulo

2 Apresentação do País

2.1 México

O PAÍS - Situado na América do Norte, a maior parte do território mexicano é formada por cadeias montanhosas, com a porção norte desértica e o sul tomado por florestas tropicais. A capital, Cidade do México, é uma das regiões metropolitanas mais populosas do mundo, com graves problemas ambientais e de segurança pública. A origem do país remonta às civilizações pré-colombianas dos maias e astecas, que até o século XV dominam a região. Ainda hoje é forte a presença indígena na vida mexicana, tanto na cultura quanto na composição da população. Nas artes, o país destaca-se na pintura, com uma tradição de muralistas dedicados a temas sociais.

O México é o palco da primeira revolução popular do século XX, que resulta na implantação, em 1929, do regime
político mantido até 2000. A vitória do candidato oposicionista Vicente Fox nas eleições presidenciais encerra sete décadas de hegemonia do Partido Revolucionário Institucional (PRI). Abalado por uma crise financeira em 1994, o país reergue sua economia nos últimos anos, beneficiando-se da prosperidade trazida pelas chamadas maquiladoras - montadoras norte-americanas que cruzam a fronteira em busca de custos menores de produção após a implantação do Acordo de Livre Comércio das Américas (Nafta). Na mão oposta, grande número de mexicanos imigra clandestinamente para o sul dos EUA, atraídos por melhores empregos. Apesar do crescimento, permanecem os fortes contrastes entre o norte, desenvolvido, e o sul, bem mais pobre. As precárias condições de vida da população indígena e camponesa da região levam à eclosão de uma rebelião armada no estado de Chiapas, em 1994.

2.2 HISTÓRIA

Antes da chegada dos espanhóis, os maias, toltecas e astecas ocupam a região onde hoje fica o México. Os maias, civilização agrícola cujos ancestrais remontam ao século XV a.C., erguem pirâmides e criam um calendário. Por volta de 1325, os astecas fundam Tenochtitlán (atual Cidade do México) e consolidam um poderoso império. Entre 1519 e 1521, a civilização asteca, sob o reinado de Montezuma II, é arrasada pelo conquistador espanhol Hernán Cortés. Os remanescentes dos maias na península de Yucatán são dominados em 1526. O México passa a integrar o Vice-Reino da Nova Espanha, cuja riqueza se apóia na exploração de prata nos séculos XVII e XVIII. A corrupção e o autoritarismo da metrópole alimentam o descontentamento dos crioulos, descendentes de espanhóis nascidos no México. Agustín de Iturbide aclama-se imperador em 1821, mas é deposto dois anos depois. Em 1824, um Congresso Constituinte proclama a República mexicana.

2.3 Perda de territórios

O general Antonio López de Santa Anna, que depôs Iturbide, domina a política mexicana nos 30 anos seguintes. Ele não consegue impedir a independência do Texas em 1836 e sua anexação aos EUA em 1845, o que provoca uma guerra entre os dois países (1846-1848). Derrotado, o México perde ainda os territórios da Alta Califórnia, do Novo México, de Utah, de Nevada, do Arizona e o oeste do Colorado. Em 1857, o ministro da Justiça, Benito Juárez, introduz uma Constituição liberal que transfere o poder dos crioulos para os mestiços (descendentes de índios e espanhóis) e expropria as terras da Igreja. A resistência dos conservadores mergulha a nação na guerra civil (1858- 1861), vencida pelos liberais. Juárez recusa-se a pagar a dívida externa mexicana e o país é invadido por ingleses, espanhóis e franceses. Estes últimos se apossam da capital, coroando o arquiduque austríaco Maximiliano de Habsburgo, imperador do México. Em 1867, a Monarquia é derrubada e Maximiliano fuzilado. Durante a ditadura do general Porfirio Díaz, entre 1876 e 1910, o Estado se estabiliza como exportador agrícola e mineral, mas a classe média e os camponeses são marginalizados.

2.4 Revolução Mexicana

Em 1910, o liberal...

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