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Título: Teorias de Taylor, Ford, Fayol e Weber

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Artigo: “Aleitamento Materno”

Trabalho enviado por: Danusa de Souza Resende

Data: 27/08/2010

UNIVERSIDADE PAULISTA
Danusa de Souza Resende
ARTIGO
ALEITAMENTO MATERNO
SÃo Paulo
2009
SUMÁRIO

1 Introdução

1.1 A importância do Aleitamento Materno
1.2 Tipos de leite
1.3 Benefícios do Aleitamento Materno para a mãe
1.4 Desmame precoce
1.5 Quando a amamentação é contra-indicada ou suspensa por um
período determinado
2 Objetivo
3 Material e Métodos
4 Resultados e Discussão
5 Conclusão
Referências Bibliográficas

RESUMO

O aleitamento materno é considerado um dos pilares fundamentais para a promoção e proteção da saúde das crianças em todo o mundo. A superioridade do leite humano como fonte de alimento, de proteção contra doenças e de afeto. Para tanto, este trabalho teve como objetivo conscientizar as mães sobre a importância do aleitamento materno exclusivo durante os primeiros 6 meses de vida de seus filhos. O presente trabalho foi realizado durante o período de estágio em Nutrição Clínica de 15 de setembro a 27 de novembro de 2009, no Hospital Sorocabano, na cidade de São Paulo. Foram entrevistadas 65 pacientes e coletados dados para realização de orientações adequadas sobre aleitamento materno, abordando questões diversas como avaliação nutricional, percepção e conhecimentos maternos sobre aleitamento, hábitos alimentares, entre outros. Por fim, foi entregue uma cartilha com recomendações e informações sobre a importância da amamentação, a introdução do alimento após seis meses de idade no bebê. Como resultados, a maioria das mães que já tiveram um filho (43,07%), dizem que amamentaram, porém apenas 27 exclusivamente. Houve prevalência do IMC pré-gestacional em eutrofia (56,92% - 37 mães), havendo um ganho de peso (GP) na gestação entre 14,1-17 Kg (24,61%) e 8,1-11 Kg (21,54%), obtendo-se recém-nascidos, em sua maioria (73,85%) com peso normal (3000 3999g). Foi realizado pré-natal por 86,15% das mães, onde 72,31% participou de 6-10 consultas, seguidas de apenas 2 (3,08%) participaram de >16 consultas. A maioria afirmou não ter recebido orientação sobre aleitamento materno e 29 relataram ter recebido orientação, principalmente por enfermeiros seguidos do médico. Nenhuma relatou orientação de nutricionista. Sobre os hábitos alimentares, se observou um consumo diário de frituras e gorduras (20%), massas (27,69%), salgadinhos/fast-food (10,77%) e doces (27,7%) relativamente baixo, contra frutas (53,85%), legumes e verduras (63,08%), carnes (65,15%) e leite e derivados (72,30%) todos os dias cobrindo assim, as necessidades de praticamente todas as gestantes saudáveis. Portanto, há necessidade de expansão das atividades de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno para que os índices de baixa amamentação sejam cada vez mais escassos, a fim de aumentar a sobrevida de recém-nascidos e prevenir doenças nas lactantes.
Palavras chave: aleitamento materno; recém-nascido; pré-natal.

ABSTRACT

Breast-feeding is considered one of the fundamental pillars for the promotion and protection of the health of children throughout the world. The superiority of breast milk as a source of food, protection against diseases and affection. So, this work was to educate mothers on the importance of exclusive breast-feeding for the first six months of life for their children. This work was done during the probationary period in clinical nutrition 15 September the 27 November 2009, in Sorocabano Hospital in the city of São Paulo. Patients were interviewed 65 and collected data to conduct appropriate guidance on breast-feeding, addressing various issues such as nutrition assessment and perception about maternal breastfeeding knowledge, food habits, among others. Finally, was delivered a primer with recommendations and information about the importance of breastfeeding, the introduction of the food after six months of age in the baby. As a result, the majority of mothers who have already had a child (43,07%) say that but only 27 exclusively. There was the prevalence of IMC eutrophic prepaid Gestationis into (56,92%-37 mothers), and weight gain in pregnancy (GP) between 14.1-17 kg (24,61%) and 8.1-11 kg (21,54%), newborn, mostly (73,85%) with normal weight (3000 3999g). Prenatal was carried out by 86,15% of mothers, where 72,31% participated in 6-10 queries, followed by only 2 (3,08%) participated in > 16 queries. The majority said they have received guidance on breast-feeding and 29 reported having received guidance, mainly by nurses, followed by the doctor. None reported nutritionist orientation. About dietary habits, have daily frying and fats (20%), masses (27,69%), snacks/fast-food (10,77%) and sweet (relatively low, 27.7% against fruit (53,85%), vegetables (63,08%), meat and milk (65,15%) and derivatives (72,30%) every day cover the needs of almost all healthy pregnant women. Therefore, there is need for expansion of the activities of the promotion, protection and support for breast-feeding for low suckling indices are increasingly scarce resources in order to increase survivable of newborns and prevent diseases in breastfeeding.
Keywords: breast-feeding; newborn

1 Introdução

Os seres humanos são geneticamente programados para receber o leite humano, e mesmo com a evolução da espécie, continuaram amamentando os seus descendentes (GIUGLIANI, 2000).
O aleitamento materno é considerado fator de grande importância para o desenvolvimento da criança e proteção da saúde, assim como para a saúde da mãe (KUMMER, 2000; KITOKO, 2000).
Entre os mamíferos a espécie humana é a única em que a amamentação e o desmame não são desencadeados unicamente pelo instinto. Por essa razão, eles devem ser aprendidos. Atualmente isso se tornou mais difícil, pois antigamente esse conhecimento era passado de geração para geração pelas mulheres mais experientes da família, e essa realidade vem mudando e dando lugar às famílias nucleares. Como consequência, mães com pouca habilidade em levar adiante a amamentação e mais vulneráveis a interromperem o processo (GIUGLIANI, 2004).
Além de ser fonte de alimento, o leite materno também protege o recém nascido de doenças, e por esse motivo especialistas recomendam o aleitamento materno exclusivo durante os primeiros 6 (seis) meses de vida, pois os bebês não precisam de chás, sucos, outros leites, ou até mesmo de água, pois, o leite materno fornece tudo o que eles precisam neste período (OMS, 2009 ; UNICEF, 2009).
É reconhecido cientificamente que lactentes amamentados exclusivamente com leite materno durante o período estabelecido crescem e se desenvolvem de modo adequado. Além disso, os riscos de infecções do trato gastrointestinal e de alergias ficam diminuídos nessas crianças (CHEMIM & MURA, 2007).
Apesar de ser biologicamente determinada, a amamentação sofre influências socioculturais e por esse e outros motivos deixou de ser praticada universalmente com tanta frequência a partir do século XX (GIUGLIANI, 2000).
A ausência de amamentação, a interrupção antes do período recomendado e a inclusão de outros alimentos na dieta do recém nascido podem ter consequências importantes para saúde, através de exposição a agentes infecciosos, contato com proteínas estranhas, prejuízo da digestão e assimilação de elementos nutritivos (KUMMER, 2000).
A partir de 1970 foram elaboradas ações governamentais e não governamentais em prol do aleitamento materno, e desde 1981, as autoridade do Brasil desenvolvem um conjunto de atividades pró amamentação, coordenadas pelo Ministério da Saúde para recuperação da prática de amamentar, que é possível ser observada após anos de declínio, e em parte tem sido atribuído a esses esforços (KITOKO, 2000; CHEMIM & MURA, 2007).
O papel do profissional da saúde, no caso nutricionista, é de grande importância na orientação sobre o aleitamento materno exclusivo para focar sua importância, prevenir dificuldades e esclarecer dúvidas (GIUGLIANI, 2004).

1.1 Importância do Aleitamento Materno

O aleitamento materno é considerado um dos pilares fundamentais para a promoção e proteção da saúde das crianças em todo o mundo. A superioridade do leite humano como fonte de alimento, de proteção contra doenças e de afeto (KUMMER, 2000).
A amamentação é vital para a saúde da mãe e da criança durante toda a vida. A recomendação da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde é que as crianças sejam amamentadas exclusivamente com leite materno até os 6 meses de idade e, após essa idade, deverá ser dada alimentação complementar apropriada, continuando, entretanto, a amamentação até pelo menos a idade de 2 anos.(BRASIL, 2006).
A suplementação do...

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