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Título: Teorias de Taylor, Ford, Fayol e Weber

Teorias de Taylor, Ford, Fayol e Weber, aplicadas na Empresa Bradesco S/A. São Paulo 2009 Sumário 1Introdução 2Frederick Winslow Taylor4 2.1Princípios de Taylor 3Henry Ford 4Jules Henri Fayol 4.1Princípios Básicos 4.2Funções Administrativas 5Maximillian Carl Emil Weber 5.1Analise da Obra 5.2Princípios…


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Músculos da Cabeça e do Pescoço

Trabalho enviado por: Ana Luísa Santana Portugal

Data: 22/04/2003

Músculo da Cabeça e do Pescoço

I – INTRODUÇÃO

O músculo é um tecido cujas células apresentam a capacidade de contrair-se. Os músculos são responsáveis pelos diversos movimentos que ocorrem em nosso corpo, sejam movimentos do esqueleto, a contração do coração, os movimentos de órgãos como o intestino, o esôfago, o estômago, o útero, ou a contração dos vasos sangüíneos. O músculo estriado esquelético, como é fácil depreender-se a partir de sua denominação, compõe a musculatura relacionada ao esqueleto. A musculatura esquelética é constituída por células cilíndricas bastante alongadas e com vários núcleos.

O presente trabalho tem por objetivo, explanar sobre os músculos da cabeça e do pescoço. Os músculos do dorso estão dispostos em grupos anteriores e posterior. Os músculos do grupo anterior, pré-vertebrais, incluem músculos do pescoço e da parede posterior do abdome, como o músculo longo da cabeça, longo do pescoço, reto anterior da cabeça, reto lateral da cabeça, psoas maior e quadrado lombar. Os do grupo posterior, pós-vertebrais, compreendem vários músculos dispostos.Um mais superficialmente estão os músculos trapézio e grande dorsal, outro em posição média estão o músculo levantador da escápula, rombóides e os serráteis posteriores e mais profundamente situam-se os músculos do dorso propriamente dito ou pós-vertebrais profundos, inervados pelos ramos dorsais dos nervos espinhais.Os músculos do pescoço compreendem os da região lateral do pescoço o supra-hióideos e os da região pré-vertebral. Na tela subcutânea do pescoço você poderá constatar a presença de feixes musculares de trajeto aproximadamente longitudinal. O conjunto desses feixes constitui, de cada lado, uma lâmina aproximadamente quadrilátera denominada músculo platisma. O platisma é um músculo dérmico da mesma forma que o músculo palmar curto ou os músculos superficiais da face, constituindo, em conjunto com estes, os assim chamados músculos mímicos ou da expressão facial. Alguns destes serão agora identificados: músculos orbiculares do olho e da boca, zigomático maior e menor. Os músculos da cabeça se dividem em três grandes grupos: mastigadores, cutâneos e os relacionados com os sentidos.


II – DESENVOLVIMENTO

2.1 Músculos da cabeça

2.1.1 Músculos da Mastigação

Os músculos da mastigação são aqueles que agem direta ou indiretamente sobre a mandíbula, proporcionando movimentos necessários para que se processe a mastigação. Os músculos da mastigação são: o temporal, o masseter, o pterigóideo medial e o pterigóideo lateral. Os músculos supra-hiódeos são também auxiliares direto da mastigação, atuando em conjunto com os infra-hiódeos. Existem também grupos de músculos na cabeça, auxiliando indiretamente os movimentos mastigatórios.

Os músculos da mastigação apresentam características comuns como:

  • Apresentam pelo menos uma inserção na mandíbula;
  • Atuam ativamente nos movimentos mandibulares;
  • Apresentam fáscias musculares típicas, destacando-se a fáscia do músculo temporal;
  • Derivam-se na sua totalidade do 1° arco branquial, e como tal é inervado pelo nervo trigêmeo, através de ramos do nervo mandibular.
  • São irrigados por ramos da artéria maxilar.

2.1.1.1 Músculo Temporal

Quanto a sua característica, é um músculo largo, em leque, que se estende da parede lateral do crânio até o processo coronóide da mandíbula. Está constituído por três feixes de fibras musculares com trajetos distintos; o feixe anterior com fibras quase verticais; o feixe médio com fibras obliqua para baixo e para frente; e o feixe posterior com fibras horizontais. Estes feixes musculares convergem para formar um tendão inferior que se insere no processo coronóide da mandíbula.(anexo1).

O músculo temporal origina-se na fossa temporal ao nível da linha temporal inferior superiormente, até a crista infratemporal inferiormente onde suas fibras se confundem com as do m. pterigóideo lateral e também se origina nos 2/3 superiores da face medial da fáscia temporal.

Podem ser considerados dois tendões de inserção do temporal, um superficial e outro profundo.

O músculo temporal apresenta faces lateral e medial, assim como borda superior, posterior e anterior(anexo1)

A face lateral é recoberta superiormente pela fáscia temporal e inferiormente se separa desta fáscia por um coxim adiposo. Inferiormente relaciona-se com o arco zigomático e com o músculo masseter. A face medial se relaciona à superfície óssea da fossa temporal, sendo sulcada apenas pelos vasos e nervos temporais profundo. Mais à frente se separa do músculo bucinador pelo corpo adiposo da bochecha.

A sua borda superior fixa-se na linha temporal inferior, a qual é acompanhada pela linha temporal superior, que representa a fixação fáscia temporal no crânio. A sua borda posterior, na sua inserção no processo coronóide, a borda anterior deste , é cruzada pelo nervo bucal.

O músculo temporal é irrigado pelas artérias temporais profundas: anterior e posterior, ramos da artéria maxilar. Ele é drenado por veias temporais profundas, drenando posteriormente para o plexo venoso pterigóideo e daí para a veia maxilar. O músculo temporal é inervado por ramos temporais profundos anterior e posterior, e às vezes também um ramo temporal profundo médio.

2.1.1.2 Músculo Masseter

Quanto a sua característica, é um potente músculo, espesso, de forma aproximadamente retangular. Apresenta dois feixes, um feixe superficial e um feixe profundo, que se estendem do osso e arco zigomático ao ramo e corpo da mandíbula. Apresenta numerosas fibras musculares que lhe conferem grande potência. Pode ser palpados in vivo ao ocluírem-se os dentes com força(anexo2).

No feixe superficial, essas fibras têm origem no ¾ anteriores da borda inferior do arco zigomático e do corpo do zigomático. Insere-se na face lateral do ramo da mandíbula, inferiormente. No feixe profundo, origina-se da face medial da metade posterior do arco zigomático. Suas fibras se dirigem para baixo e para frente, separadas inicialmente...

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