Zé Moleza | TCC, monografias e trabalhos feitos. Pesquise já!

Você está em Trabalhos Acadêmicos > Biológicas > Biologia

Favoritos Seus trabalhos favoritos: 0

Trabalho em Destaque

Título: Teorias de Taylor, Ford, Fayol e Weber

Teorias de Taylor, Ford, Fayol e Weber, aplicadas na Empresa Bradesco S/A. São Paulo 2009 Sumário 1Introdução 2Frederick Winslow Taylor4 2.1Princípios de Taylor 3Henry Ford 4Jules Henri Fayol 4.1Princípios Básicos 4.2Funções Administrativas 5Maximillian Carl Emil Weber 5.1Analise da Obra 5.2Princípios…


Publicidade



Publicidade

A Evolução dos Vertebrados

Trabalho enviado por: Eunice de Carvalho Neves

Data: 12/12/2005

A Evolução dos Vertebrados

São Paulo, Novembro de 2005


1 - ORIGEM DOS VERTEBRADOS

A história dos vertebrados cobre um penado de mais de 500 milhões de anos. Pensamos no ser humano como o vertebrado mais altamente evoluído, especializado em muitas estruturas - mãos, pés, coluna vertebral, cérebro -, mas a estrutura e organização do corpo humano, foram determinados no longo e complexo curso da evolução. Quando deixamos de lado as características especiais dos humanos e os comparamos com outros vertebrados, um plano básico do corpo pode ser identificado. Presumivelmente ancestral esse plano consiste em uma organização bilateral tubular, com características como notocorda, fendas faríngeas, tubo nervoso dorsal oco, vértebras e crânio. Um protocordado, o anfioxo, e a larva amocete das lampréias dão uma idéia de como podem ter sido os primeiros vertebrados. Os vertebrados mais antigos conhecidos são os ostracodermes, animais aquáticos primitivos sem maxilas, aparentados com as lampréias e feiticeiras, que aparecem pela primeira vez no Cambriano superior e Ordoviciano.

Eles eram completamente recobertos por uma pesada armadura dérmica óssea. Não foram encontrados fósseis intermediários entre os ostracodermes e qualquer dos supostos progenitores invertebrados dos primeiros vertebrados, mas algumas idéias da possível origem destes últimos podem ser inferidas pela comparação das formas atuais. A notocorda fendas faríngeas e tubo nervoso dorsal oco são compartilhados com certos animais protovertebrados, e é mais provável que os vertebrados tenham se originado de cordados com os caracteres gerais do anfioxo. A teoria de Garstang da evolução dos vertebrados a partir de um estágio larval como o dos tunicados é comumente aceita, mas permanece sem provas. Retrocedendo na história evolutiva, os cordados são mais proximamente aparentados aos Echinodermata e certos grupos de loforados que em relação a qualquer outro filo de invertebrados. Os primeiros animais que podem ser chamados de vertebrados provavelmente evoluíram nos mares cambrianos. Embora esta seqüência de eventos não constitua a história comprovada das origens dos vertebrados, ela é um bom exemplo de como os biólogos elaboram hipóteses evolutivas a partir de estudos comparados de animais fósseis e atuais cordados.


2 – METODOLOGIA E OBJETIVO

Através de um estudo bibliográfico e prático, em aulas de conhecimento morfológico e dissecação de animais. Podemos conhecer e identificar a morfologia interna e externa dos Vertebrados.


3 - SISTEMA DE ÓRGÃOS DE VERTEBRADOS E SUA EVOLUÇÃO

As atividades de vertebrados são realizadas por uma morfologia complexa. As interações entre diferentes tecidos e estruturas são o ponto central no desenvolvimento embrionário de um vertebrado e da sua função como organismo. Os padrões de desenvolvimento embrionário são geralmente conservativos do ponto de vista filogenético e muitos caracteres derivados compartilhados pelos vertebrados podem ser traçados em suas origens no embrião jovem. Em particular, as células da crista neural que são próprias dos vertebrados participam durante o desenvolvimento embrionário de um certo número de caracteres derivados destes animais. Um vertebrado adulto pode ser visto como um conjunto de sistemas que interagem continuamente. .O integumento separa o vertebrado de seu meio ambiente e participa da regulação da troca de matéria e energia entre o organismo e o meio. Suporte e movimento são o campo de ação do sistema esqueleto-motor e ambos são necessários para a função efetiva dos sistemas de tomada e processamento do alimento. A respiração e a circulação transportam substratos metabólicos e oxigênio para os tecidos e removem resíduos. Os resíduos nitrogenados do metabolismo protéico são eliminados pelo integumento nas formas primitivas e pelo sistema renal de outros vertebrados. O sistema renal também participa na regulação do balanço hidrico-salino e da manutenção do pH do sangue. A coordenação destas atividades é realizada pelos sistemas nervoso e endócrino e o sistema reprodutor transmite a informação genética de geração a geração.

3.1 - Principais características dos vertebrados

Os vertebrados constituem um grupo de animais, que vivem na água, no ar e sobre a terra. Duas características principais distinguem os vertebrados dos outros animais: o cérebro desenvolvido e a coluna vertebral. O cérebro está protegido por um esqueleto duro, que se prolonga pelo corpo formando a coluna vertebral.

A coluna percorre o tronco e a cauda. Consiste num eixo de grande dureza e resistência, constituído pelas vértebras, peças articuladas que fornecem sustentação ao animal.

O filo dos cordados compreende um grupo bastante diversificado de animais, adaptados para a vida na água doce, salgada, em terra ou no ar. Os cordados possuem, na fase embrionária, um eixo de sustentação chamado notocorda. A notocorda pode desaparecer ou persistir na forma adulta.

Dividem-se em protocordados e eucordados. Os protocordados são pequenos animais marinhos que não apresentam crânio nem coluna vertebral; o anfioxo é um animal que pertence a este grupo. Os eucordados, também chamados vertebrados, possuem caixa craniana e coluna vertebral. Alguns vertebrados não possuem mandíbulas: são os ciclóstomos, como as lampreias, assim chamados porque têm boca circular.

As lampreias vivem na água doce e salgada e têm dentes com os quais perfuram a pele de peixes, sugando-lhes o sangue e tecidos moles. Os vertebrados que possuem mandíbulas compreendem os peixes, os anfíbios, os répteis, as aves e os mamíferos. 

3.2 - Animais com coluna vertebral

A pele (ou tegumento) é formada por duas camadas: a epiderme, mais externa e que muitas vezes é queratinizada; e a derme, formada por fibras de tecido conjuntivo. Os pigmentos cutâneos, que fornecem a coloração do animal, localizam-se na epiderme ou na derme.

3.21 - O corpo dos vertebrados

O corpo é dividido em três partes: cabeça, tronca e cauda. Caracterizam-se também por quatro extremidades, que podem ser patas (para locomoção) ou barbatanas (para nadar). Na cabeça dos vertebrados, estão o cérebro, a boca, os olhos e os demais órgãos sensoriais. O tronco acolhe o coração, assim como os órgãos digestivos, respiratórios e reprodutores. Na parte final do corpo, encontra-se a cauda que, em alguns casos, desapareceu.

A pele

Os vertebrados possuem uma pele elástica que cumpre duas funções básicas: protegê-los das condições ambientais desfavoráveis e permitir a excreção de produtos residuais, tais como o suor. Debaixo da pele, existem inúmeros agrupamentos de neurônios (corpúsculos táteis) que captam os estímulos de frio, calor, pressão, entre outros, ao seu redor.

Em alguns grupos de vertebrados, a pele está coberta por
pêlos, muito úteis para a manutenção do calor no corpo. Em outros, é recoberta por plumas – que permitem o vôo – ou por escamas duras – que isolam do exterior

O esqueleto

Os vertebrados possuem um esqueleto interno constituído por ossos (duros e resistentes), cartilagens (duras, porém flexíveis) ou por ambos ao mesmo tempo. Os músculos estão inseridos neste esqueleto que serve de proteção para o sistema nervoso. O esqueleto dos vertebrados é composto por:

  • Crânio: envolve o cérebro;
  • Coluna vertebral: protege grande parte do sistema nervoso contido em seu interior;
  • Cintura escapular: conjunto de ossos que sustenta as extremidades anteriores;
  • Cintura pélvica: conjunto de ossos que sustenta as extremidades posteriores.

O osso é um tecido conjuntivo que proporciona ao animal a sustentação do corpo, a proteção de certos órgãos e a possibilidade de movimentação

A cefalização

A cefalização é o processo de desenvolvimento pelo qual o encéfalo dos vertebrados
adquiriu, ao longo de milhares de anos, uma grande capacidade para desenvolver múltiplas estratégias de localização e caça de suas presas, o que lhes permitiu sobreviver nos mais diversos ambientes. O encéfalo, protegido pelo crânio, prolonga-se pelo interior da coluna vertebral para formar o cordão nervoso, chamado medula espinhal. Desta, partem os nervos que atingem todos os pontos de seu corpo.

Tipos de vertebrados

Existem cinco grandes grupos de vertebrados:

  • Peixes: seres aquáticos com pele á coberta por escamas e por pequenos dentes;
  • Anfíbios: possuem pele viscosa e úmida e vivem fora d'água, apesar de
    dependerem totalmente dela;
  • Répteis: vivem em ambientes terrestres e, por isso, seu corpo é revestido por escamas duras e secas que os protegem da desidratação;
  • Aves: o corpo é recoberto por plumas que permitem voar e manter o calor do corpo;
  • Mamíferos: conservam o calor graças às câmaras de ar formadas por pêlos que cobrem seus corpos.

A alimentação

Os vertebrados alimentam-se de vegetais, de carne ou de ambos ao mesmo tempo. Seu aparelho digestivo é formado por um tubo comprido que começa na boca e termina no ânus, situado no final do abdome. Possuem também glândulas anexas, como o fígado e o pâncreas, que secretam substâncias necessárias para a digestão dos alimentos.

A respiração

Tanto os peixes como as larvas dos anfíbios realizam respiração branquial. Nos dois lados da faringe destes animais, encontram-se arcos que sustentam pequenas lâminas, as brânquias, onde a água passa. Estas pequenas lâminas são irrigadas pelo sangue, que recolhe o oxigênio contido na água. Os pulmões são os órgãos respiratórios dos anfíbios adultos, dos répteis, das aves e dos mamíferos. São dois sacos de aspeto esponjoso com numerosos canais por onde entra e sai o ar. Estes condutos acabam em diminutas câmaras irrigadas por sangue que recolhem o oxigênio do ar.

Nos anfíbios, as larvas respiram pelas brânquias, enquanto os adultos apresentam uma respiração pulmonar e cutânea. O macho lança seus espermatozóides, enquanto a fêmea põe os ovos. Os ovos fecundados caem na água e formam massas gelatinosas.

Os mamíferos respiram por meio dos pulmões, órgãos que possuem uma estrutura alveolar muito delicada. Os movimentos respiratórios devem-se à contração dos músculos da caixa torácica e do diafragma. A imensa maioria dos mamíferos é vivípara, mas existem alguns animais que põem ovos.

As aves são dotadas de pequenos pulmões conectados a sacos aéreos, que se encontram no tórax e no abdome, facilitando a respiração durante o vôo. São ovíparas e põem seus ovos no chão, árvores e edifícios.

Os répteis têm respiração pulmonar uma vez que estão totalmente adaptados à vida em terra firme.

Os movimentos respiratórios dependem dos movimentos das costelas. Somente os crocodilos possuem diafragma. A maioria é ovípara e põe seus ovos no solo, onde são incubados

A respiração dos peixes é branquial. A água entra pela cavidade bucal, circula pelas brânquias e sai pelos opérculos, que abrem e fecham ritmicamente. Quanto à reprodução, a maioria dos peixes é ovípara e põe ovos na água.

O aparelho circulatório

O sangue dos vertebrados circula num circuito fechado de condutos. Nos vertebrados de respiração branquial este circuito é simples: o sangue é impulsionado através do coração para as brânquias, onde se carrega de oxigênio; por meio de artérias e capilares, oxigena todo o corpo; e, por último, retorna ao coração pelas veias.

Nos vertebrados terrestres de respiração pulmonar, o circuito percorrido pelo sangue é duplo: sai...

Para ver o trabalho na íntegra escolha uma das opções abaixo

Ou faça login



Crie seu cadastro




English Town