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A Ciência Moderna: lutas, conquistas e riscos

Trabalho enviado por: Francisco Sérgio Marçal Coelho

Data: 16/10/2009

A Ciência Moderna: lutas, conquistas e riscos

Universidade Federal de Juiz de Fora
2007

 

 



Nossa intenção através deste estudo é analisar de maneira genérica o surgimento da ciência, sua marcha e lutas e os riscos a que ela pode estar sujeita ao se transformar na grande condutora da civilização ou ser objeto de interesses menores. Não se trata de um trabalho com a profundidade que o assunto requer, pois almeja apenas ressaltar pontos que julgamos merecer uma reflexão maior por parte daqueles que se arriscam pelos caminhos do saber.

No início tivemos as concepções mágicas do mundo que buscaram colocar a realidade a serviço do homem, uma visão anímica do todo, em que se pretendia o controle dos espíritos que formavam uma “alma do mundo”. Os magos foram com o passar do tempo, evoluindo para a feitiçaria ou religião institucional, na qual vão sendo corrompidos, mas indiretamente, dessacralizando o cosmos. Explicações fora deste contexto mágico passam a ser tentadas à margem das castas sacerdotais que passaram a regular a vida dos povos. A perspectiva científica primitiva fornecia assim um meio muito mais poderoso, porque de base racional, para controlar o mundo. Tem origem um aprimoramento contínuo que na sua origem ainda mescla explicações naturais e espirituais garantidas na autoridade do mago, mas as condições para o florescimento científico estava definitivamente lançados.

A tradição costuma atribuir o surgimento da Ciência nas bases que hoje a consideramos na pitoresca cidade portuária de Mileto, situada no litoral da Ásia Menor. Tal fato distante no tempo cerca de dois milênios e meio de nossa era, nos dá uma idéia aproximada do vasto caminho percorrido pela inteligência humana em busca de entender o mundo em que nós vivemos. Certamente foi um longo e árduo caminho salpicado de avanços, recuos, saltos abruptos, becos sem saída e quedas estrepitosas, mas com o passar do tempo, metas serão sempre alcançadas. Nem sempre as que de início se buscavam, pois o imprevisto, a surpresa e o bizarro fazem parte, se constituindo em convidados inconvenientes e assíduos da aventura humana. Nesta ânsia por saber outras vias, por sua vez, serão abandonadas como utopias.

Tal qual um rio que vai serpenteando entre os obstáculos do terreno, a ciência realiza voltas por entre observações, hipóteses, teorias, visões, insinght, experimentações e finalmente, descansa nas leis, como um caudatário que varando enormes distancias se entrega, após a fatigante empresa, preguiçosamente, no leito principal e demanda ao delta. Cumpriu sua missão. Porém, nos detendo mais acuadamente na símile com a corrente aquática, se pode observar que no decorrer da marcha, existem pontos de estrangulamento, de fechamento dos caminhos naturais de escoamento, a marcha perde o ímpeto, parece fadada a deter-se e a noite cai sobre o espírito que, aparentemente adormece esvaecido. Em alguns casos, diante de grandes barreiras, todo o caudal estanca de repente, parece finalmente domesticado. Na calmaria aparente a correnteza apresenta indícios de estagnação. Pura ilusão.

À maneira de Sísifo, seu labor nunca para nem momentaneamente se aniquila, o que lhe proporcionaria um descanso restaurador esperando a alvorada redentora e generosa a fim se por em marcha outra vez. Contudo não morre, antes se represa e acumula, avolumando-se, subindo. Ao dá a impressão de ter adquirido a sua maior estabilidade, em verdade, está ganhando pouco a pouco, minuto a minuto, centímetros do terreno que a retém, até, impetuosamente, soltar-se de roldão e arrastar consigo o que se acreditava permanente, incorruptível, estabelecido, verdades absolutas ancoradas na autoridade e na tradição, tudo é levado de chofre... A corrente retoma, rompendo as amarras que a represavam, sua original autonomia e sai pelo vale cantando sua liberdade, como...

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