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A Aventura de Niesztche pelo Romantismo Alemao

Trabalho enviado por: Edvaldo Nabuco

Data: 22/04/2003


A Aventura de Nietzsche pelo Romantismo Alemão


Introdução

Falar sobre Friedrich Nietzsche (1844-1900) é uma tarefa assustadora e, ao mesmo tempo, instigante. Analisar o trabalho deste filósofo alemão é mergulhar num labirinto de pensamentos que nos atrai para, ao que parece à primeira vista, um poço sem limites. No entanto, é dentro desta tarefa recompensadora e ao mesmo tempo árdua (aqui poderia dizer que já neste esforço aparece pela primeira vez as manifestações dionisíacas e apolíneas) que vou me debruçar.

Nietzsche em seu delírio filosófico, nos mostra como se construiu a cultura ocidental, analisando a arte dos gregos que, para ele, se manifesta através dos princípios apolíneo e dionisíaco. Nesta convulsão de pensamentos, Nietzsche demonstra como a cultura ocidental tomou por base esta idéia e como ele próprio se viu envolvido com os idealistas do romantismo alemão, que por sua vez, têm por base, o pensamento platônico (apolíneo) que se desencadeou no pensamento cristão de sua época.

A partir daí, Nietzsche se vira contra Sócrates e, acredita, em um primeiro momento, que a arte realmente se eleva em um pensamento puro inalcançável pelo homem e se manifesta, na realidade, como uma cópia imperfeita deste pensamento. Aqui, demonstra Nietzsche, o idealismo de Platão contra o racionalismo de Sócrates que buscava, então, uma razão para a arte grega. Para a tragédia.

Apesar desta primeira aproximação, o filósofo alemão entra em choque mais tarde, porém, com este romantismo alemão e passa a atacá-lo com todas as suas forças. O romantismo passou de um caso de amor ao de desafeto. Nietzsche compreendera que a realidade, a vida, só vale a pena enquanto é vivida. Ele passa a acreditar que o real pode ser demonstrado através da força dionisíaca.

Aqui, tentarei demonstrar como Nietzsche se viu às voltas com o romantismo alemão e como ele se viu afastado desta corrente de pensamento. Para tanto, mergulharei no olho do furacão e, com espírito investigador, tentarei desvendar a força dionisíaca que sai de seus pensamentos. Buscarei alcançar a plenitude da melodia que ecoa de suas palavras e as beberei como um bêbado que não desiste de um último gole. Assim, acredito eu, estarei um pouco mais próximo do pensamento deste frenético arauto que se chama Friedrich Nietzsche.


Os princípios Apolíneo e Dionisíaco

É através de Apolo (Deus das artes e da adivinhação, que personificava o Sol) e Dionisio (Deus da alegria e do vinho, também chamado de Baco pelos romanos) que Nietzsche descreve a maneira pelo qual compreendia a arte dos gregos. Para ele, esta era demonstrada em sua perfeição através dos sonhos que mostravam ao artista as imagens divinas e belas. Para alcançar tal estado, no entanto, o homem se utilizaria de uma potência, o princípio de individuação, que o colocaria em contato com este mundo de aparências divinas e fruto gerador das obras dos mais diversos artistas.

Desta forma, o homem grego, o artista grego, passa a considerar que existe uma realidade oculta para nós que vai além da nossa realidade visível. Esta realidade é demonstrada pelo princípio apolíneo, do sonho, que seria o fruto gerador da "verdadeira" vida. E, "a partir dessas imagens interpreta a vida e com base nessas ocorrências exercita-se para a vida" . Segundo ele, esta experiência do artista o leva a um profundo estado de prazer. Para ele, o olhar de Apolo deve ser aquele solar que, mesmo mirando sobre o colérico e o mal humorado, não deixa de admitir a bela aparência.

Para apreciar esta realidade apolínea, o homem deve estar centrado no princípio de individuação que em Apolo demonstra a mais sublime expressão e, segundo Nietzsche, nos daria o maior...

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