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A Correlação entre Relaçoes Internacionais e o Turismo

Trabalho enviado por: Cyntia Maria Dias Gomes

Data: 01/09/2004

RELAÇÕES INTERNACIONAIS E O TURISMO

São Paulo, Junho / 2004


RELAÇÕES INTERNACIONAIS

Tornou – se um lugar comum dizer que a globalização é responsável por boa parte dos benefícios ou males que afligem as sociedades contemporâneas. Na verdade, o crescimento a importância dos acontecimentos internacionais na vida quotidiana é um fato indiscutível. As informações cada vez mais freqüentes e detalhadas sobre conflitos que ocorrem longe daqui parecem sugerir que a maior integração global requer que sociedades dos mais diferentes pontos do planeta estejam envolvidas em sua solução. Muitas vezes, porém, torna – se difícil compreender como e porquê a política, a economia ou a cultura de um país é influenciada pelo que ocorre fora dele, e porquê deveríamos nos importar com problemas tão distantes. Para isso é preciso estudar como funciona "o mundo lá fora", ou seja, é preciso estudar Relações Internacionais.

A área de Relações Internacionais se dedica ao estudo das estruturas, processos, instituições, atores e normas que caracterizam o sistema internacional. Ao longo do século XX a consolidação da área como um campo de saber específico teve como traços marcantes o estudo da guerra e da paz e o desenvolvimento de teorias e modelos de análise acerca das relações entre estados nacionais. A pesquisa sobre a dinâmica do sistema de estados continua sendo uma marca registrada das Relações Internacionais. Contudo, as importantes mudanças da política mundial ocorridas nas últimas décadas do século passado fizeram com que a reflexão sobre temas globais presentes no debate internacional, tais como direitos humanos, meio ambiente, narcotráfico, movimentos migratórios, conflitos étnicos, exclusão social, entre outros, assumissem um lugar de destaque na produção da área.

A complexidade do sistema internacional contemporâneo — caracterizado por processos de transnacionalização, internacionalização, regionalização —, e o surgimento de novos atores e de novas questões no cenário mundial que influenciam mais direta e claramente a vida das comunidades nacionais, tem provocado uma procura crescente por programas de ensino e pesquisa em Relações Internacionais. Além disso, a busca de um novo padrão de inserção na esfera internacional, a abrangência de suas parcerias no plano mundial, seus compromissos regionais e sub – regionais e a diversidade de temas que fazem parte de sua agenda de política externa, vêm aumentando o interesse na área por todos.

É cada vez mais comum em programas de entrevista e debates na TV no rádio, sobretudo no contexto atual de preparação para a guerra no Iraque, a participação de especialistas em relações internacionais que discutem temas militares, de segurança, diplomáticos e econômicos. Enquanto nos Estados Unidos isso é comum há muito tempo, no Brasil trata – se de algo recente. Até há bem pouco, a política internacional era tratada por militares da Escola Superior de Guerra (ESG) e por diplomatas.

Há um glamour em torno da área. Um glamour semelhante ao da área de ciências sociais em décadas passadas. Apesar da absorção cada vez maior do profissional de relações internacionais, o mercado o conhece relativamente pouco. Ele tem uma formação que lhe permite entender as crises internacionais, trabalhar com negociações comerciais – Rodada de Doha da Organização Mundial de Comércio (OMC), Mercosul, Área de Livre Comércio das Américas (Alca), Mercosul–União Européia –, lidar com o mercado de investimentos e sua relação com países emergentes, analisar a conjuntura interna e fornecer estudos sobre o Brasil para empresas multinacionais.

O profissional de Relações Internacionais é formação superior estabelecida como tal desde os anos cinqüenta nas principais universidades norte – americanas e européias, na seqüência do surgimento da área de estudos sobre Relações Internacionais, que surgiu especificamente ainda no entre guerras, como conseqüência do pensamento idealista que apoderou – se das ciências políticas e considerava factível a possibilidade de regular ou prevenir as discórdias entre as nações, e deste modo, evitar nova guerra daquelas proporções.

Na Europa e nos Estados Unidos, o profissional de relações internacionais passou a ser formado com o intuito de proceder a análises e estudos acerca da difícil realidade internacional característica da Guerra Fria, bem como formular e implementar as chamadas "políticas internacionais" de um sem número de atores públicos e privados com interesses que se expressam em contatos com congêneres estabelecidos em outros países, bem como na formulação de políticas de cooperação internacional em todos os níveis. Tratava – se de preparar profissionais que viessem a auxiliar os agentes de Estado na formulação/implementação das políticas exteriores, ou mesmo que pudessem exercer, com treinamento suplementar, as funções diplomáticas, ou mesmo exercer o papel fundamental nas sociedades democráticas de crítico e interlocutor do poder público na preparação de sua inserção internacional.

No Brasil pode – se verificar o aumento pela demanda por profissionais capazes de entender, analisar e processar tais condicionantes, e de propor a atores públicos e privados dotados de maior ou menor capacidade de projeção e defesa de seus interesses e pontos de vista, alternativas de adaptação e de intervenção realista na cena internacional, regional e sub – regional, o que ampara o crescimento exponencial de formações específicas em nível de bacharelado e o oferecimento de novos programas de pós – graduação, desta feita voltados aos profissionais que já atuam no mercado.


O CAMPO DE TRABALHO DO INTERNACIONALISTA

No Brasil, a profissionalização no campo de Relações Internacionais avançou significativamente desde a década de 90. Ao contrário da perspectiva voltada apenas à formação do diplomata, hoje há um leque enorme de atividades nas quais o internacionalista vem atuando. Neste sentido, poderíamos destacar como áreas de atuação do internacionalista:

  • A tradicional diplomacia, que no Brasil envolve o exame de ingresso no Itamaraty;
  • A crescente necessidade de os governos, nos vários âmbitos administrativos, terem assessoria especializada na área de Relações Internacionais, por conta dos processos de integração regional e do aumento da mobilidade do capital;
  • Câmaras de Comércio, Consulados e Embaixadas estrangeiras, prestando assessoria a respeito da atuação política e comercial do Brasil no contexto internacional;
  • Os sindicatos patronais e de trabalhadores, que buscam se adequar às mudanças no plano internacional, elaborando estudos, estratégias e projetos de cooperação;
  • Atuação em Organizações Não – Governamentais, que cada vez mais são internacionais ou têm de "internacionalizar" sua ação, o mesmo ocorrendo com uma quantidade crescente de movimentos sociais;
  • Assessoria técnica em Organismos Internacionais, tais como a OEA, a ONU, a FAO, a UNESCO, o FMI, o Banco Mundial, o BID, a OMC, ou então nas burocracias que terão de ser constituídas para o funcionamento dos blocos econômicos regionais, como já acontece na União Européia, mas ainda não ocorre no Mercosul;
  • Órgãos de comunicação e entretenimento, com destaque para a Internet e os cadernos internacionais dos jornais e revistas;
  • Atuação em diversos departamentos das empresas, em especial no vinculado diretamente à questão internacional, mas também nas áreas de Planejamento de Marketing, Recursos Humanos e Planejamento Estratégico. Ademais, a internacionalização financeira está obrigando os bancos e investidores institucionais a terem profissionais com formação em RI;
  • Por fim, a própria área acadêmica tem demandado e, provavelmente, precisará crescentemente de profissionais com habilitação em Relações Internacionais.


TURISMO

O turismo é uma atividade que envolve o deslocamento de pessoas de um lugar para o outro. É uma mistura complexa de elementos materiais, que são os transportes, os alojamentos, as atrações e as diversões disponíveis, e dos fatores psicológicos, que seriam desde uma simples fuga, passando pela concretização de um sonho ou fantasia, até simplesmente a recreação, o descanso e incluindo ainda inúmeros interesses sociais, históricos, culturais e econômicos. Devido a esses elementos, cada vez mais pessoas em todo o mundo encontram nas viagens a melhor alternativa para preencher seu tempo livre. Daí as boas perspectivas para o turismo.

Atualmente a industria do turismo está oscilando entre o 2° e o 3° setor de maior movimentação econômica em escala mundial. O turismo emprega 250 milhões de pessoas em todo o planeta, e é o maior gerador de receitas de impostos, eqüivalendo atualmente a US$ 802 bilhões de dólares. É a maior industria do mundo em termos de produção bruta, que passa dos US$ 3,4 trilhões de dólares segundo a Organização Mundial do Turismo.

Esses números mostram a importância que o turismo tem para o mundo, principalmente por ser um gerador de renda e empregos.

Turismo constitui – se numa atividade econômica e compõe se em um conjunto de serviços que se vende aos turistas Estes serviços constituem – se em : vias de acesso boas e bem sinalizadas, aos locais a serem visitados, transporte, meios de hospedagem, (hotéis, pensões, campings, pesque e pague, etc), gastronomia (alimentação), locais para compras e entretenimento. Tais serviços estão necessariamente interrelacionados de tal forma que a ausência de um deles pode inviabilizar a venda ou a prestação de todos os outros. Turismo também é definido como um conjunto de atividades realizadas pelas pessoas durante viagens em diferentes lugares, que não o seu habitat, com a finalidade de lazer, negócios ou outros motivos. Fazer turismo não é só pegar as malas e viajar, é muito mais que isto, é descobrir tudo o que é interessante e principalmente tudo que é diferente daquilo que estamos acostumados a fazer, ver, ouvir, comer, etc...

Fazer turismo é descobrir o que cada cidade, cada local visitado tem de especial, procurando não apenas monumentos e lugares históricos, mas principalmente a cultura, as festas e costumes do povo do local visitado. Quando viajamos, somos recebidos em outra cidade, nos chamam de turistas. O turista está em busca de algo que possa ser acrescentado à sua experiência de vida e principalmente ser bem recebido e bem tratado pela população local. A cidade ou local que recebe os turistas chama – se destino turístico. Seja um pesqueiro, um parque, um município a ser um destino turístico, se receber bem o turista, ele volta e traz mais pessoas. Receber bem o turista significa ser educado e hospitaleiro, bem como oferecer informações corretas sobre a cidade, sobre os pontos turísticos a serem visitados além de manter a limpeza e boa sinalização turística para recebê – los. Turismo é negócio, geração de renda e empregos diretos e indiretos, proporcionando também a interação e aproximação de pessoas de culturas e locais diferentes.

No Brasil, a atividade turística vem apresentando um crescimento bastante expressivo para a economia. Com uma receita de US$ 3,678 bilhões de divisas para o país e atuando sobre 53 diferentes segmentos da economia, a indústria do turismo vem crescendo de maneira extremamente veloz, garantindo um avanço econômico – social nas mais diversas regiões e possibilitando, assim, a expansão do mercado de trabalho.

A visão de que o turismo é uma atividade a ser empreendida na ausência de outras alternativas econômicas, não poderia estar mais distante da realidade. Um pais tropical, com 8.000 km de praias, somados as grandes atrações naturais, como a Amazônia e o Pantanal, sem falar do seu povo, conhecido pela hospitalidade e alegria de viver, tem um concreto potencial turístico que precisa ser preservado, que infelizmente está sendo agredido pela falta de planejamento sustentável. Muitas localidades estão destruindo seu potencial turístico com a saturação, a desordem urbana e a degradação dos meios naturais e culturais.

Um dos principais pontos analisados para se obter melhores resultados, é a necessidade de melhorias na infra – estrutura básica das regiões turísticas, de forma a criar cenários para atrair investimentos privados e melhorar a qualidade de vida das populações que vivem nessas regiões.

Infelizmente, o governo não dá a atenção devida ao turismo, ainda faltam estratégicas apropriadas para a exploração do grande potencial que temos neste segmento, para se ter uma idéia, o Brasil só recebe cerca de 5 milhões de turistas, enquanto a França recebe 60 milhões, uma diferença lamentável.

Segundo a EMBRATUR (Empresa Brasileira de Turismo), calcula – se que só o turismo internacional movimente no país US$ 4,4 bilhões de dólares, uma arrecadação de 38 bilhões de dólares e investimentos de US$ 20 bilhões de dólares para até 2004, o que deve gerar 43.000 empregos diretos.

Falta, apenas que o governo perceba o quanto é necessário estabelecer uma estratégia adequada para se explorar decentemente todos os recursos naturais e artificiais que temos no segmento de entretenimento e lazer e tornar a atividade turística brasileira acessível a todos.


A ATIVIDADE TURÍSTICA

Hoje já se fala em indústria do turismo em virtude de o setor movimentar recursos que colocam a atividade turística no mercado internacional. Dados divulgados pela Organização Mundial do Turismo (OMT), organismo ligado à ONU, indicam que o setor deverá se tornar a principal fonte geradora de riquezas do século XXI.

A atividade turística é uma das mais dinâmicas do mundo; apresenta os maiores índices de crescimento, à frente de exportações de petróleo, veículos automotores e equipamentos eletrônicos. Dessa forma, é importante analisar as principais características desse investimento:

1 – é empreendimento excelente para economias em crescimento;

2 – apresenta distribuição de renda mais democrática;

3 – é a...

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