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Vida e Obra de Santo Agostinho

Trabalho enviado por: Volmir José Alquieri

Data: 09/03/2004

Santo Agostinho

Ariquemes

Março/2004



Introdução

Neste estudo vamos conhecer a vida e as obras de Santo Agostinho e como ele coloca suas idéias, princípios e doutrina.


Vida e Obra

Em leilão, num dia qualquer de agosto de 386 da era cristã, um homem de 32 anos de idade chorava à procura de uma resposta definitiva que lhe desse sentido para a vida. Nesse momento ouviu uma voz de criança a cantar como se fosse um refrão: "Toma e lê, toma e lê". Levantou-se bruscamente, conteve a corrente de lágrimas, olhou em torno para descobrir de onde vinha o canto, mas não viu mais que um livro sobre uma pequena mesa. Abriu e leu a página caída por acaso sob seus olhos: "Não caminheis em glutonarias e embriaguez, não nos prazeres impuros do leito e em leviandades, não em contendas e emulações, mas revesti-vos de Nosso Senhor Jesus Cristo, e não cuideis da carne com demasiados desejos".

Não quis ler mais. Uma espécie de luz inundou-lhe o coração, dissipando todas as trevas da incerteza, e ele correu à procura da mãe para lhe contar o sucedido. Ela exultou e bendisse ao Senhor, pois o filho estava convertido pelas palavras de Paulo de Tarso, e as portas de bem-aventurança eterna abriram-se finalmente para recebê-lo.

Agostinho não foi propriamente um bom aluno; freqüentemente era espancado por gazetear e principalmente por detestar a língua grega. Como conseqüência, jamais pôde valer-se da leitura dos autores helênicos. Não obstante se esforçasse, mais tarde, para corrigir a lacuna, a fim de aprofundar-se na exegese e na teologia. Gostava de ler na língua materna e toda sua cultura se fez essencialmente latina. E foi um diálogo, hoje perdido, do clássico Cícero (106 – 43 a.C.), que lhe abrira as portas do saber.

Santo Agostinho é considerado um dos fundadores da teologia, onde sua principal obra é a De Trinitate, em 15 livros, uma sistematização da doutrina cristã. Das três grandes polêmicas em que se envolveu, contra os donatistas, contra o maniqueísmo e contra o pelagianismo, resultaram muitas obras, entre as quais De Doctrina Christiana, De Baptismo contra Donatistas, De Natura et gratia, De Libero arbitrio. Suas obras mais populares, cujo interesse perdura, são as Confissões (Confessiones), obra autobiográfica, e A Cidade de Deus (De Civitate Dei) em que discute o problema do bem e do mal, as relações do mundo espiritual e material. Seu estilo literário era primoroso, tomando partido total da flexibilidade da língua. Era um formidável criador de frases, que muitas vezes tornaram-se ponto de partida para controvérsias (como a da predestinação). Suas obras exerceram imensa influência sobre o pensamento filosófico-religioso de toda a Idade Média. Sua doutrina trinitária é fundamental. Ensinou que não há subordinação entre as pessoas da Santíssima Trindade, como queriam Tertuliano e Orígenes. Em outros pontos, todavia, contém contradições profundas, devidas à mistura de platonismo e neoplatonismo com idéias tradicionais da religiosidade popular. Ofuscado pelo tomismo, seu pensamento reaparecia com Lutero e principalmente com Calvino e com os jansenistas, exercendo de novo, hoje, decisiva influência na teologia dialética.


Uma Teoria Dogmática do Conhecimento

O primeiro problema filosófico, focalizado por Agostinho logo após a conversão, foi o dos fundamentos do conhecimento, para o qual necessitava urgente de uma resposta racional. Antes debatera-se dentro dos limites do ceticismo da Nova Academia platônica, dominada pelas análises de Arcesilau (315-241 a.C.) e Carnéades (214-129 a.C.), que sustentavam a tese de que não é possível encontrar um critério de evidência absoluta e indiscutível, o conhecimento limitando-se ao meramente verossímil, provável ou persuasivo.

Mas a verdade religiosa encontrada pelo bispo africano, a partir das palavras de Paulo de Tarso, era sólida e firme. Impunha-se, pois, combater os céticos e para isso o neoconverso usaria as armas do adversário. Para os céticos, a fonte de todo o conhecimento era a percepção sensível, na qual não se poderia encontrar qualquer fundamento para a certeza, já que os sentidos forneciam dados variáveis e, portanto, imperfeitos.

No retiro de Cassicíaco, logo após a conversão, Agostinho pôs-se a meditar sobre o assunto e redigiu o diálogo Contra os Acadêmicos,...

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