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OS GESTORES DA INDÚSTRIA DE BIOENERGIA DE BRIQUETE

Trabalho enviado por: Zé Moleza

Data: 02/01/2018

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

Centro de Ciências Sociais e Aplicadas

Erick Lima de Oliveira
Leonardo Assis Hermoso Garcia
Ronaldo Yutaka Inui

São Paulo
2011

OS GESTORES DA INDÚSTRIA DE BIOENERGIA DE BRIQUETE


AS COMPETÊNCIAS NECESSÁRIAS E O PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE GESTORES DA INDÚSTRIA DE BIOENERGIA DE BRIQUETE
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO
2 REFERENCIAL TEÓRICO
2.1 Competência
2.2 Aprendizagem de Adultos
2.3 Aprendizagem Gerencial
3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
3.1 Tipo de Pesquisa
3.2 Método de Pesquisa
3.4 Sujeitos de Pesquisa
3.5 Instrumentos de Coleta de Dados
3.6 Estratégias de coleta de dados
3.7 Tratamento dos dados
REFERÊNCIAS
APÊNDICE A – Roteiro de entrevista

1 INTRODUÇÃO


A “demanda global por energia triplicou nos últimos 50 anos, e pode triplicar novamente nos próximos 30 anos”, conforme Hinrichs, Kleinbach e Reis (2010, p.7).

Conforme Mota (2009, p.1), “o grande desafio para o século XXI será a geração de energia em quantidade suficiente para sustentar o vertiginoso crescimento globalizado”.

O consumo de energia é um indicativo de demanda e de crescimento socioeconômico.

Durante décadas o petróleo foi o motor da economia global e mesmo com o seu consumo declinante ao longo do tempo, principalmente após as crises do petróleo da década de 1970, sua participação ainda deve permanecer expressiva por décadas, conforme Mota (2009).

O preço do barril do petróleo saltou de US$ 9,00 em 1970 para US$ 130,00 em maio de 2008 (INTERNATIONAL ENERGY ANNUAL, 2003, 2005).

O aumento crescente do preço desencadeou uma corrida global por alternativas menos onerosas e mais limpas, acarretando em investimentos de milhões de dólares em pesquisas no setor de energia e em busca de soluções para a substituição econômica do petróleo.

O aquecimento da Terra, em decorrência do efeito estufa e do excesso de carbono na atmosfera, dada a queima de combustíveis fósseis, gerou nos últimos 40 anos uma preocupação mundial por fontes energéticas que supram as demandas mundiais sem causar poluição e mudanças climáticas como as que estão em curso (GORE, 2006).

O viés econômico, nada animador de um lado, contrasta com o preocupante cenário ambiental de outro, o agravamento do aquecimento da Terra.

Em 2050 um bilhão de asiáticos terão escassez de água com o desaparecimento de geleiras, picos nevados e diminuição das chuvas, haverá um aumento de 4,5% de mortes dadas mudanças climáticas e o aumento do nível do mar.

O cenário piora em 2080 quando a previsão aponta que de 1,1 a 3,2 bilhões de habitantes da Terra estarão ameaçados pela escassez de água, conforme o Intergovernamental Panel on Climate Change (IPCC, 2007).

O aumento na busca por fontes de energia crescem com ênfase durante a segunda guerra mundial.

Os constantes desenvolvimentos e aperfeiçoamentos tecnológicos, aliados a um crescente aumento populacional e a incessante demanda por energia do lado ocidental, com um consumo cada vez maior, culminaram com o aumento dos estudos da energia de biomassa, elétrica, eólica, hidráulica, solar, atômica, do hidrogênio dentre outras (PATUSCO, 2003, 2006 apud GENTIL, 2008).

A instabilidade crescente, com as grandes reservas mundiais de petróleo sediadas nos países árabes, torna cada vez mais urgentes as alternativas energéticas, entre elas, a biomassa.

Energeticamente, biomassa é todo recurso renovável proveniente de matéria orgânica, seja vegetal ou animal (ANEEL, 2011) e “resíduos são provenientes de processos de diversas atividades da comunidade e podem ser de origem: industrial, doméstica, comercial, agrícola” (MOTA, 2009).

Com a busca por novas soluções, percebeu-se a abundância de biomassa disponível no mundo, estimada em dois trilhões de toneladas, oito vezes o consumo mundial de energia primária (recurso energético que se encontra disponível na natureza, como o petróleo, gás natural, energia solar, hídrica) ao fim da década de 90 do século XX (MOTA, 2009).

Como estimado por Quirino (2006), o Brasil possui 260 milhões de toneladas anuais de resíduos vegetais (madeira e agro-industriais), dos quais nem mesmo os 50 milhões de toneladas ao ano de madeira provenientes do processamento industrial e da exploração florestal sustentável são utilizados em sua totalidade.

Diversos resíduos produzidos e considerados indesejáveis possuem potencial para exploração econômica.

Úteis para aumentar a eficiência no aproveitamento energético, podem ser convertidos através de algumas tecnologias, dentre elas a briquetagem, cujo produto é conhecido como briquete.

Dada a imensa oferta e a crescente demanda por energia, o briquete destaca-se como uma maneira de industrializar a biomassa e seus resíduos disponíveis, tornando-se um produto capaz de contribuir por um lado, com a crescente demanda e por outro, com a preservação ambiental.

O briquete é um combustível sólido renovável produzido de inúmeras fontes como fibras naturais, bagaço de cana, cascas de milho, café, arroz, esterco e diversos tipos de capim. Seu processo produtivo é livre de qualquer aglutinante químico e conhecido como briquetagem (compactação da matéria prima à elevada pressão).

Dentre as suas características econômicas destaca-se que é um gerador de renda excedente, por aproveitar resíduos antes descartados; sociais através da geração de novos empregos e ambientais, por ser um produto reciclado e capaz de contribuir com necessidades urgentes como a descarbonização da economia global, reduzindo os impactos do aquecimento da Terra.

A indústria de briquetagem está distribuída por todo o Brasil de norte a sul. Como atividade recente, seus gerentes e proprietários aprendem na prática, não contando com um ensino profissionalizante, dirigido a esta indústria.

Com o objetivo de buscar referências de estudos já realizados, tendo por base a indústria de bioenergia de briquetes e o processo de aprendizagem de seus gestores, fora pesquisado nas bases de dados do sistema Google Acadêmico e da Revista de Administração Contemporânea (RAC), da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração (ANPAD), as palavras chaves: gerente, aprendizagem, competência e briquete, e os resultados abaixo ratificam que poucos estudos acerca do tema foram realizados:

Para a base de dados do sistema Google Acadêmico, associando as palavras “gerente” e “briquete”, o retorno fora de 137 documentos, dos quais nenhum abordava o gerente e a indústria de briquete; a associação entre as palavras chaves “aprendizagem” e “briquete” retornou 57 documentos, dos quais 5 mesclavam as duas palavras, porém não com a abordagem da aprendizagem em um indústria de briquetes; por fim, as palavras “competência” e “briquete”...

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