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Título: Tubos e conexões

Tubos e conexões Unoesc 2009 Sumário Introdução 1 Tubulações 2.1 Tubos de PVC 2.2 Tubos de Aço Carbono 2.4 Tubos de Cobre 2.5 Tudo de Polietileno (PE) 2.6 Tubos e Conexões de Ferro Fundido 2.7 Tubos de Concreto. 2.8 Tubos…

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A Importância da Leitura na Produção de Textos

Trabalho enviado por: Ralf Maciel

Data: 06/10/2006

A IMPORTÂNCIA DA LEITURA NA PRODUÇÃO DE TEXTO


AGRADECIMENTOS

A Deus pelo Dom da vida, ao meu esposo e filhas pelo apoio e compreensão e aos professores que tanto nos incentivaram.

A todos os amigos, companheiros e educadores que contribuiram , direta e indiretamente para a realização deste trabalho monográfico.

" Cada um de nós é um ser no mundo, com o mundo e com os outros. Viver ou encarnar esta constatação evidente, enquanto educador ou educadora, significa reconhecer nos outros – não importa se alfabetizandos ou participantes de cursos universitários; se alunos das escolas de primeiro grau ou se membros da assembléia popular – o direito de dizer sua palavra. Direito deles de falar a que corresponde o nosso dever de escutá-los. De escutá-los corretamente, com convicção de quem cumpre um dever e não com a malícia de quem faz um favor para receber muito mais em troca. " ( Freire, 2001, p.26)


RESUMO

Este trabalho monográfico tem o intuito de apresentar teorias e técnicas básicas para que se possa desenvolver competências essenciais para a comunicação. É um estudo fundamentado e baseado em especialistas que tem como propósito contribuir para a melhoria, atualização e necessidades que se apresentam de forma vital para a aprendizagem. A Língua Portuguesa na Educação Fundamental deve desenvolver, aperfeiçoar competências comunicativas, tornando o aluno um leitor competente dos mais variados tipos de textos, para que este se torne um produtor de textos orais e escritos adequados à situação e ao contexto. A importância do hábito da leitura está bem destacada neste estudo, mostrando que o aluno pode sensibilizar-se pelo ato de ler, de compreender, de interpretar, sendo capaz de criticar, de ser um cidadão pleno, através daquilo que a leitura possibilita, ou seja, o entendimento do mundo que o cerca, o esclarecimento dos sentimentos, a resolução de problemas e a elaboração de planos.

Palavras chaves: interpretação, criatividade, autonomia.


1 INTRODUÇÃO

Escrever um texto é, para muitos estudantes uma das tarefas mais ingratas. Poucos são os alunos que têm familiaridade com o assunto e, apesar do avanço, escrever bem ainda é cobrado de forma muito tímida nas escolas. O resultado acaba aparecendo nos vestibulares, onde a redação é cada vez mais importantes na hora de se calcular a nota do aluno. Porém , já há quem veja, com otimismo, uma melhoria no nível dos textos dos alunos que disputam uma vaga na universidade.

Apesar da melhoria, o nível médio dos textos ainda é sofrível. Para piorar a vida dos que não gostam de escrever, a cobrança não acaba nos vestibulares. Escrever faz parte do cotidiano de qualquer empresa, e hoje, com a Internet, se tornou imprescindível saber se expressar de forma clara , correta e com precisão.

Nós, professores, não estamos conseguindo ler a essência, a avidez , o medo, a curiosidade que existem nas entrelinhas e cada pessoa bem ali na nossa frente, formando a nossa classe. Enquanto se cumpre o horário pesado e cumpridor de deveres e contam-se minuciosamente faltas, presenças e fugas e se enchem páginas e páginas de discursos, muitos textos internos estão acontecendo.

Para a progressão do trabalho é necessário o diálogo. Com a comunicação em dia, o plano de ação pode ser executado. E para ensinar algo a alguém é preciso saber quem é esse alguém e o que ele sabe. Essa é mais uma verdade que deve ganhar espaço na escola.

A movimentação para escrever não significa apenas uma parte introdutória dentro de um projeto de produção de textos na sala de aula. É um movimento que desperta o ser humano que está em nós e nos coloca em concentração para recuperar nossa história e escrever sobre ela e sobre tudo que for preciso no dia-a-dia. Por um outro lado, a motivação para escrever não se reverte em um processo que garanta a organização da escrita. É defrontrar-se com a matéria da linguagem. É o exercício da palavra. Um árduo trabalho a se realizar. Árduo e doce.

Por outro lado, estar motivado a escrever não significa garantia de aptidão para organização da escrita, pois neste caso é defrontar-se também com a matéria de linguagem, do jogo de palavras, do conhecimento dos diversos tipos de textos e suas características. Este é um trabalho árduo a ser realizado dentro da escola, porém apesar de árduo, doce e encantador.

1.1 Formulação de Problemas

A escola esta aí. As paredes continuam quase que intactas. Os professores perduram e sustentam ainda essa instituição secular. Enquanto muitos já reconstruíram e reconstroem sem ritmo de espera o seu cotidiano profissional, ainda há muito por fazer na construção conjunta: a qualidade de ensino, a que almejamos, a real.

Não podemos retornar ao passado para buscar a tão falada velha qualidade de ensino, apesar de alguns ainda se apegarem a essa nostálgica idéia na realização do presente. A verdade é que somos outros, o conhecimento já está acrescido e enriquecido pelas novas descobertas, e a escola, inserida na vida que aí está e com uma multiclientela, exige outras artimanhas, outras justificativas.

Hoje, é muito comum perceber em meio a conversas, reuniões e debates sobre ensino e educação, que estamos insatisfeitos com a atuação e desempenho dos nossos alunos. Outro fato que direciona muitas questões a esse mesmo respeito e que ocorre em todas as bocas é a presença dos diferentes níveis de linguagem circulando em meio à língua portuguesa, a de maior valor social. A cada dia aumentam salas e salas nos cursinhos pré-vestibulares, o que justifica a tarefa educacional malfeita ou não realizada no Ensino Fundamental e Médio. Tudo isso sem contar que os que aí chegam são poucos. São privilegiados ou malabaristas...E aparece então bem à frente de nossos olhos a história do funil ilustrador da entrada e das saídas do aluno da escola.

Que história é essa? " A escola não prepara para o vestibular? Por que existe vestibular? E para a vida? E a universidade prepara o profissional? Por que tão poucos os escolhidos? O que está acontecendo? Afinal, todos não sabem ler e escrever?..."

É oportuno levantar a questão do "para quê" e "para quem " vamos ensinar o Português. E daí sua decorrência: o "como" ensinar. É preciso ter clara essas respostas. Fazer disso um objeto de reflexão conjunta, comprometendo em analisar e intervir nos aspectos que dificultam ou favorecem o clima de aprendizagem dos conteúdos escolares.

O presente instrumento de estudo tende a definir e utilizar teorias e técnicas, sempre buscando recuperar defasagens nos fatores básicos que envolvem a comunicação que afinal é a essência deste trabalho.


2 JUSTIFICATIVA

O ser humano é necessariamente um ser que quer se comunicar. Ao contrário dos animais, o ser humano tem um mundo psíquico, não é só instintivo; tem experiências de memória, de sentimentos, de imaginação, que exigem uma forma especial de comunicação. Além disso a sociedade atual tem cada vez mais, exigido do ser humano maior capacidade de comunicação (falar, escrever e interpretar) para sua participação efetiva na sociedade

A linguagem oral e escrita são elementos de comunicação importantíssimos ao desenvolvimento intelectual dos seres humanos e a capacidade escritora em especial de cada um vai depender muito do ambiente.

Estar sempre em contato com bons livros e cultivar a leitura de forma abrangente e relevante, certamente contribuirá para o aumento da capacidade verbal, memorativa e imaginativa.

Além disso a capacidade de produção textual, tão necessária na era moderna e contemporânea, depende de um exaustivo exercício de leitura. Por esta razão a produção de texto não pode mais ser encarada apenas como uma atividades das aulas de Língua Portuguesa e restrita à composição textual que focalize apenas um tema proposto, deve sim permear todos os campos e disciplinas uma vez que a utilização freqüente da escrita contribuirá para ampliar o conhecimento do aluno sobre o funcionamento da escrita e sua capacidade de comunicação.

As atividades de leitura e escrita não devem ser exercitadas separadamente. Devem ser integradas uma a aoutra, a todas as disciplinas e exploradas amplamentenas suas diversidades para o fortalecimento do ensino e o preparo do indivíduo para enfrentar as situações do cotidiano em um mundo recheado de gostos de leitura e de diferentes textos que circulam nas instituições e grupos sociais, afinal é para enfrentar autonomamente a vida que vamos trabalhar o aluno.

Empenhar-se, alunos e professores, no uso da língua como código comum, lei social, complexa e possibilitadora de infinitas combinações é a nova barreira a enfrentar. Formar o aluno livre e espontâneo que sabe se submeter aos caprichos e instrumentos da língua para dar forma ao seu querer, deve ser a preocupação pedagógica em todas as instituições.

Trabalhar o projeto da escrita é reconhecer o poder do aluno, para criar algo novo a fim de que, valorizado na sua produção e acreditando na capacidade de continuar produzindo, adquira a auto confiança. Deste modo, também se estará favorecendo a formação de um cidadão crítico que um dia poderá transformar a realidade.

O estudo em questão justifica-se pela necessidade de melhor compreensão da leitura para a elaboração de textos, dada à sua complexidade e importância no meio acadêmico.

2.1 Hipóteses

Todos indivíduos são capazes de criar, desde que lhes sejam oferecidas situações adequadas para o desenvolvimento do seu potencial criador, devendo a produção e textos despertar no aluno do prazer de criar, de interagir com o outro, através de sua expressão criadora. da forma mais ampla possível,

Escrever é uma atividade que exige exercício contínuo, para que o aluno perca o medo e adquira, através do estímulo constante do professor, o gosto e o domínio da arte de redigir.

Com relação à escrita, a questão fundamental é a de que um texto existe para ser lido. Por outras palavras, há sempre um público (restrito ou não ) implícito no texto escrito. Assim, o autor se projeta no texto escrito como um emissor, falando a um interlocutor que se deve fazer presente, ainda que, às vezes, não necessariamente explicitado no texto.

Na maioria das produções, esse interlocutor é o professor, podendo este assumir vários papéis.

Existe assim a necessidade de que professores e alunos leiam os textos e, juntos, discutam a melhor maneira de reestruturá-los Claro que, como o professor tem mais experiência com a língua escrita, ele certamente alumiará os pontos obscuros. Mas o importante é que essa prática leve os alunos a serem leitores e críticos de seus próprios textos.

Deve-se inserir um projeto coletivo no qual o grupo de professores seja conscientizado e estes realmente se posicionem de maneira tal, que seu empenho de concretizar e avaliar o ensino da língua na unidade escolar, tenha êxitos e consiga refletir na formação global do indivíduo.

Os currículos estão aí, abertos e abarcando a diversidade de realizações. Muitas necessidades e desejos se encaixam nessas diretrizes. Inserindo essa resposta contextualizada na escola, efetivando e dando corpo à programação de cada área, de cada professor, desvelam-se os primeiros passos a serem dados. Esse posicionamento dá direção e é uma forma de verificar até que ponto o professor quer, acredita e se convence de sua prática pedagógica com sentido e adequação. Essa opção é uma forma de revelar o convencido e o seu acreditar.

O conhecimento não pode ser colocado à margem na situação de uso e compreensão do sistema do código lingüístico. O lúdico associa-se ao sistema, ao jogo de regras, normas e leis. E às suas exceções. O prazer, a emoção , o usufruir dos sentidos associa-se à liberdade do ser humano de ler e escrever sob sua ótica de ser humano único e original do mundo. Esse conhecimento inerente ao homem, a intuição – conhecimento pela emoção, pela imaginação, pela sensibilidade- é um mecanismo de compreensão e apreensão do real pouco valorizado, sobretudo no que concerne aos curriculos escolares. O conhecimento pelos sentidos, essa capacidade natural e verdadeira do homem por certo se coloca na direção de muitas descobertas. Uma delas pode ser a do texto.

2.2 OBJETIVOS

2.2.1 Geral

Compreender a leitura como procedimento privilegiado para conhecer, informar, divertir, posicionar, emocionar e escrever melhor, pelo fato da leitura e da produção de texto serem interdependentes.

2.2.2 Específicos

  • Distinguir as inúmeras possibilidades de expressão que a língua apresenta, sendo capaz de utilizá-las da forma mais adequada, ao falar e, principalmente ao escrever.
  • Escolher os materiais escritos criteriosamente como: jornais, livros, revistas etc, identificando-os como instrumentos valiosos para o desenvolvimento cultural.


3
METODOLOGIA

O estudo será apresentado sob forma de dissertação fundamentada numa pesquisa essencialmente bibliográfica e baseada teoricamente na visão de especialistas.

3.1 Delimitação do Estudo

A falta de conscientização do hábito da leitura faz com que cada vez mais crianças tenham sérios problemas na organização do pensamento e na escrita.

A família e a escola são instituições de peso, na influência sobre o hábito da leitura e na orientação da escolha do assunto.

Uma das prioridades da escola é fazer com que o professor se empenhe nas atividades práticas, concretas, explorando o meio em que vive, como área de ação, para assim despertar maior interesse no aluno.

Ler e escrever são atividades que se complementam. Os bons leitores têm grandes chances de escrever bem, já que a leitura fornece a matéria-prima para a escrita. Quem lê mais dispõe de um vocabulário mais rico e compreende melhor a estrutura gramatical e as normas ortográficas da Língua Portuguesa.

O ato de ler, é um ato de aprender, de conhecer, de compreender e ajuda a viver com mais plenitude. Formar "ratos de biblioteca" faz parte do processo de emancipação do país.


4 DESENVOLVIMENTO

4.1 O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM

A...

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