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Título: A Importância do Direito no Desenvolvimento da Cidadania

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Monografia: As Relações Interpessoais na Gestão Democrática: Fator determinante para uma Escola de qualidade

Trabalho enviado por: Eliezer de Jesus Vieira

Data: 30/03/2009

Monografia: As Relações Interpessoais na Gestão Democrática: Fator determinante para uma Escola de qualidade

Faculdades Integradas Módulo
2004

 

 

 

Folha de Rosto:

As Relações Interpessoais na Gestão Democrática: Fator determinante para uma Escola de qualidade
Faculdades Integradas Módulo
2004

Monografia apresentada para obtenção do titulo de licenciada pelo Curso de Pedagogia das Faculdades Integradas Módulo.

Orientador: Profª (Nome)

 

Folha de aprovação: (dados pessoais)

Colocado logo após a folha de rosto, constituído pelo nome completo do(s) autor (es) do trabalho, título do trabalho e subtítulo (se houver), natureza (“Dissertação aprovada como exigência parcial para a obtenção do grau de Especialista em ........ à Comissão Julgadora das Faculdade__________________________”), data de aprovação, nome completo, titulação e assinatura dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem.

 

Dedicatória: (dados pessoais)

Elemento opcional, colocado após a Folha de Aprovação.

 

Agradecimentos: (dados pessoais)

Elemento opcional, colocado após a dedicatória.

 

Resumo

Este estudo pretende verificar as seguintes questões: importância do viver bem, do relacionar-se com o outro; a importância de ser interpessoal no processo chamado de gestão democrática. Nesse sentido, pretendo investigar as ações que vem sendo desenvolvidas demonstrando através de uma linha temporal questões administrativas. Este trabalho desenvolve-se dentro de uma pesquisa bibliográfica e pesquisa de campo. No primeiro capítulo, procuro tecer um paralelo da evolução histórica da Administração Escolar, abordando neste ponto as teorias administrativas de Taylor, Fayol e Ford início do século XX. O segundo capítulo, traz uma abordagem histórica da administração dentro da ditadura militar no período de 1970. No terceiro capítulo do presente trabalho, escreverei sobre os princípios de gestão democrática e as relações decorrentes deste processo. Analisaremos no quarto capítulo, questões que relacionam a prática do diretor na comunidade escolar visando a garantia de um trabalho eficaz e o bom relacionamento que gera a gestão participativa. Tenho por objetivo além de ampliar meus conhecimentos, proporcionar uma troca dentro deste novo paradigma da gestão democrática e das relações humanas com o grupo de trabalho.

Palavras chaves: Gestão Democrática. Relações interpessoais. Pesquisa.

 

Lista de Gráficos

Gráfico 1
Gráfico 2
Gráfico 3
Gráfico 4
Gráfico 5
Gráfico 6
Gráfico 7
Gráfico 8
Gráfico 9
Gráfico 10
Gráfico 11
Gráfico 12
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Gráfico 14
Gráfico 15
Gráfico 16
Gráfico 17
Gráfico 18
Gráfico 19

 

Sumário

Introdução
1. Evolção Histórica da Administração Escolar
1.1. Caminhos Percorridos: Encontros e Desencontros da Administração Escolar
1.2. Taylor, Fayol E Ford: Cconceitos de Administração Incorporados pela Administração Escolar
2. Administração Escolar : Raízes Históricas
2.1. A Organização do Trabalho e Nova Visão de Administração
3. Gestão Democrática: A Escola em Ação
3.1. Fortalecendo as Relações Interpessoais na Escola
4. Caracterizando a Pesquisa: Análise e Intrpretação
4.1. As Questões
4.2. O Organismo Escola
4.3. Análise e Intrpretação
Conclusão
Referências Bibliográficas

 

Introdução

Em um tempo no qual tanto se tem discutido sobre o lugar e o significado das competências e habilidades na escola básica, tanto da formação dos professores, quanto dos alunos, faz-se oportuno relacionar a importância da competência do administrador escolar a partir do novo paradigma de gestão democrática na educação.

Para tanto faz-se necessário mostrar que as relações que se desenvolvem nos locais de trabalho nas sociedades capitalistas foram inauguradas através de uma linha advinda de uma administração de empresas inauguradas por Taylor, Fayol e Ford desenvolvidas em suas teorias empresariais, onde a visão futura era a da produtividade. Característica clara de uma sociedade capitalista. Importante é saber que a escola não é só o local onde a sociedade se reproduz com suas vitórias e fracassos, é também uma reprodução das estruturas existentes, na medida em que a educação é dialética e assume forma de regulação ou libertação, neste contexto uma administração participativa deve permitir um trabalho que tenha como objetivos suprimir o espaço que separa gestor e comunidade escolar; fim da centralização na Unidade de ensino. É necessário que aconteçam situações favoráveis que irão propiciar esse relacionamento.

Pretende-se com esta pesquisa analisar a mudança de paradigma de administração para gestão, que vem ocorrendo no contexto dos sistemas de ensino, como parte de um esforço fundamental para a mobilização e articulação do talento humano e esforço coletivo, voltados para o esforço competente de promoção da melhoria do ensino, sua evolução e sobre a questão das relações que se processam no interior da escola entre gestor e comunidade escolar.

Espera-se ainda analisar questões relacionadas à condução e orientação das questões educacionais e delinear perspectivas para a orientação do trabalho de gestão competente, à luz de um paradigma dinâmico e responsável pela transformação das instituições educacionais. Tratando ainda da importância do relacionamento interpessoal e da participação consciente e esclarecida das pessoas nas decisões sobre a orientação e planejamento de seu trabalho. Em relação ao conceito de gestão, abordar-se-á a associação do mesmo ao fortalecimento da democratização do processo pedagógico, à participação responsável de todos nas decisões necessárias e na sua efetivação mediante um compromisso coletivo com resultados educacionais cada vez mais significativos.

 

1. Evolção Histórica da Administração Escolar

Produto de longa evolução histórica, a administração escolar como é concebida hoje traz a marca das contradições e dos interesses políticos em jogo na sociedade especificamente capitalista e sua articulação com os interesses dominantes. Nestes termos “a reflexão sobre a teoria da administração no Brasil tem sido feita a partir de dois tipos de enfoques. Um privilegia o que pode ser chamado de paradigma da empresa e o outro, que se contrapõe a este, é o da formulação da especificidade da escola” (OLIVEIRA, 2001, p.115). Para tanto é necessário refletir sobre como a escola sendo uma instituição escolar pode contribuir com sua parcela para a transformação social, e também, as definições e rumos das políticas públicas de educação para gerar o direito à escolarização básica de qualidade à grande maioria da população.

É importante lembrar o contexto educacional e as transformações econômicas e políticas que aconteceram no país ocorridas quando destes momentos.

 

1.1 Caminhos Percorridos: Encontros e desencontros da Administração escolar

No Brasil do século XX, a política percorre dois momentos distintos e marcantes: o primeiro período que corresponde à ditadura de Getúlio Vargas e ao populismo nacionalista, e o segundo período, caracterizado pela instauração da ditadura militar em 1964, até a conclusão dos trabalhos da Constituição de 1988.

Nesses dois períodos, a política brasileira compõe e recompõe-se, conservando seu caráter fragmentário, setorial e emergencial, sempre sustentada pela necessidade de dar legitimidade aos governos que buscam bases sociais para manter-se.

A luta pelas liberdades democráticas; os primeiros grandes movimentos grevistas; o movimento das Diretas já pelo retorno das eleições para governantes; a conquista da liberdade de organização partidária, entre tantas outras ações no campo trabalhista, político e social, configuraram um clima por maior participação e democratização das várias esferas da sociedade brasileira,

É somente no espaço democrático que temos possibilidades de conviver com as diferenças, exercitando o debate fundado no espírito crítico que exige, cada vez mais, novas aprendizagens.

O governo militar iniciado em 1964 caracterizava-se por empreender a perseguição a professores, muitos deles presos e não raro submetidos à tortura, e a desmantelar os centros de representação estudantil. Um de nossos mais significativos representantes, Paulo Freire, foi nessa época preso e depois exilado, entre inúmeros outros perseguidos.

Segundo ARANHA (1998, p.95)

Entre 1968 e 1971, o governo da ditadura realizou de modo autoritário as reformas do ensino universitário e médio, alterando a LDB de 1961 que, apesar dos defeitos, tinha sido antecedida por amplo debate da sociedade civil. Essas reformas, assessoradas por técnicos norte-americanos caracterizavam-se pelo cunho tecnicista, pelo qual se pretendia viabilizar na escola o modelo empresarial, adequando a educação às exigências da sociedade industrial e tecnológica, com vistas ao crescimento econômico.

Nesse período o ensino médio transformou-se em profissionalizante, pois queriam fazer-nos acreditar que, dessa forma, conquistaríamos uma escola unitária, oferecendo a todos o mesmo tipo de ensino: o ensino voltado ao trabalho.

Durante o momento mais cruel da ditadura militar, onde qualquer expressão popular contrária aos interesses do governo era abafada, muitas vezes pela violência física, foi instituída a Lei 4.024: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em 18 de agosto de 1971, que regulamentava a formação educacional com cunho profissionalizante. Esta profissionalização, entretanto, não passou de uma mentira.

O antigo curso normal foi um dos muitos que sofreu uma descaracterização bastante rude com a reforma. Foram excluídas as aulas de Literatura, aglutinadas as de História e Geografia, excluídas as de Filosofia e criadas às disciplinas de Moral e Cívica, ficando indisfarçável o cunho doutrinador da reforma, uma antítese a qualquer formação integral de qualidade.

Os tecnocratas da educação passaram a legislar por decretos-leis, portarias e resoluções, procedimentos tipicamente autoritários, levando ao caos pedagógico e à desorientação dos professores.

Essa política provocou graves efeitos na qualidade de ensino, uma vez que os professores precisaram ampliar o número de aulas para poder sobreviver, o que, em última análise, fez diminuir o tempo dedicado à preparação das aulas e à correção de atividades.

As escolas particulares, por sua vez, sobretudo as que apresentavam melhor qualidade, usavam artifícios para não seguir a termo as determinações da legislação e continuavam oferecendo as disciplinas que garantiam à sua clientela o acesso aos cursos superiores. Dessa forma, aumentava o fosso entre o ensino para a elite e o popular.

A década foi marcada por uma significativa ampliação da rede privada de ensino, tanto no seguimento em nível superior quanto pelas escolas de nível médio. À medida que o Estado foi se desobrigando da educação, sucateando a rede pública e tornando irrisórios os salários dos professores, desenvolveu-se uma mercantilização do ensino jamais vista, em que apareceram inúmeras escolas particulares com um ensino de nível duvidoso e pagamentos de salários igualmente ruins a seus professores.

Enfim, a ditadura militar se desfez por si só. A pressão popular e de vários setores da sociedade foi tamanha, que o processo de abertura política tornou-se inevitável. Em decorrência destas reivindicações, principalmente por parte dos movimentos populares e sindicais, perspectivas participativas e democráticas tornaram-se plataformas dos partidos de oposição ao regime militar, que disputaram as eleições a partir de 1982.

A escola, ainda hoje, está buscando as mudanças necessárias para que haja espaço para a valorização dos professores, oportunidade de atualização constante, condições adequadas para o exercício da profissão, plano de carreira e salários mais justos e, também, uma administração que não seja centralizadora, que respeite e pratique princípios democráticos.

Todos esses elementos somados representam, em outras palavras, uma educação de qualidade.

 

1.2 Taylor, Fayol e Ford: Conceitos de Administração incorporados pela educação...

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