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Título: Teorias de Taylor, Ford, Fayol e Weber

Teorias de Taylor, Ford, Fayol e Weber, aplicadas na Empresa Bradesco S/A. São Paulo 2009 Sumário 1Introdução 2Frederick Winslow Taylor4 2.1Princípios de Taylor 3Henry Ford 4Jules Henri Fayol 4.1Princípios Básicos 4.2Funções Administrativas 5Maximillian Carl Emil Weber 5.1Analise da Obra 5.2Princípios…


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O Brasil: Território e Sociedade no Início do Século XXI

Trabalho enviado por: Wlisses dos Santos Carvalhedo

Data: 08/10/2006

O Brasil: Território e Sociedade no Início do Século XXI


"...Na verdade, o que dá unidade às partes é a visão de conjunto que precede e acompanha o exercício da análise." Pág. 12

"Num sentido mais restrito, o território é um nome político para o espaço de um país. Em outras palavras, a existência de um país supõe em território. Mas a existência de uma nação nem sempre é acompanhada da posse de um território e nem sempre supõe a existência de um Estado. Pode-se falar, portanto, de territorialidade sem Estado, mas é praticamente impossível nos referirmos a um Estado sem território." Pág. 19

"...Os excedentes da população, cada ano mais numerosos, encontram um refúgio nas cidades. Isso explica um crescimento urbano superior a 10% anuais em vários centros regionais e de 6% nas grandes metrópoles, enquanto o numero de empregados e subempregados aumenta num ritmo ainda maior". Pág. 41

Sub-Capítulo 2.3.2

O meio técnico-científico-informacional com a globalização

"A união entre ciência e técnica que, a partir dos anos 70, havia transformado o território brasileiro revigora-se com novos e portentosos recursos da informação, a partir do período da globalização e sob a égibe do mercado. E o mercado, graças exatamente à ciência, à técnica e a informação, torna-se um mercado global. O território ganha novos conteúdos e impõe novos comportamentos, graças às enormes possibilidades da produção e, sobretudo, da circulação dos insumos, dos produtos, do dinheiro, das idéias e informações, das ordens e dos homens. É a irradiação do meio técnico-científico-informacional (M. Santos, 1985, 1994b, 1996) que se instala sobre o território, em áreas continuas no Sudeste e no Sul ou constituindo manchas e pontos no resto do país.

A questão da fluidez do espaço apresenta-se agora em outros termos. Como a informação e as finanças passam a ser dados importantes, se não fundamentais, na arquitetura da vida social, o espaço total de um país, isto é, o seu território enquanto suporte da produção em todas as suas instâncias, equivale ao mercado. Desse ponto de vista distinguem-se, no país, áreas onde a informação e as finanças tem maior ou menor influencia, da mesma maneira que antes a questão se colocava quanto aos produtos e à mão-de-obra. Embora as estatísticas por elas mesmas não o digam, definem-se agora densidades diferentes, novos usos e uma nova escassez." Pág. 52-53

"...o território é usado a partir de seus acréscimos de ciência e técnica, e tais características o definem como um novo meio geográfico." Pág 93

"Graça aos processos da ciência e da técnica e à circulação acelerada de informação, geram-se as condições materiais e imateriais para aumentar a especialização do trabalho nos lugares. Cada ponto do território modernizado é chamado a oferecer aptidões específicas à produção. É uma nova divisão territorial, fundada na ocupação de áreas até então periféricas e na modernização de regiões já ocupadas." Pág. 105

"No período de globalização, a velocidade com que os pedaços do território são valorizados e desvalorizados, determinam mudanças de usos, é temerária. E as novas políticas das montadoras, no Brasil, parecem ser um exemplo paradigmático. Para produzir modernamente, essas indústrias convocam outros atores a participar de suas ações hegemônicas, levados, desse modo, a agir segundo uma lógica subordinada à da firma global. No plano da produção, conflitos se eliminam e a modernidade se instala... à custa das empresas tributárias. Mas o conflito não pode ser suprimido da história do território. Nos lugares escolhidos, o resto dos objetos, o resto das ações, e, enfim, o resto do espaço, tudo isso é assim chamado a colaborar na instalação da montadora; e tudo é permeado por um discurso eficaz sobre o desenvolvimento, a criação de empregos diretos e indiretos, as indústrias de autopeças, a exportação. Nada se fala sobre a robotização do setor, a drenagem dos cofres públicos para o subsídio das atividades, a monofuncionalidade dos portos e de outras infra-estruturas, os royalties e o aumento da dívida externa, a importação de peças e de veículos completos. E o território passa a ser organizado e usado com a lógica exclusiva dessa produção, ou melhor, dessa possibilidade de produção, pois em muitos casos não há ainda a implantação das indústrias. Desse modo, e em função da política territorial de uma empresa e da promessa de objetos modernos que chegarão, os lugares entram em guerra. A Mercedes-Benz, que irá instalar-se em Juiz de Fora, obterá, dos diversos níveis de governo, o terreno e as infra-estruturas, a isenção de impostos e taxas municipais durante dez anos, um pagamento do município sobre a receita da unidade, créditos para capital de giro e para o financiamento de máquinas e equipamento. A firma vai investir 820 milhões de dólares e criar 1500 empregos diretos." Pág. 112-113

"Mas, quando...

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