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Chatô – o Rei do Brasil

Trabalho enviado por: Ruth Pereira Soares

Data: 22/04/2003

Chatô, O Rei do Brasil

 

Chatô, O Rei do Brasil

Fernando Morais

Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Melo, mais conhecido como Assis Chateaubriand, nasceu em Umbuzeiro, na Paraíba, no dia 4 de outubro de 1892. Baixo, franzino, gago e tímido ficou analfabeto até os 12 anos de idade. Ninguém poderia imaginar que um rapaz com essas características viria a se tornar o criador do maior império de comunicação no país. Por orientação do pai Chateaubriand se formou em Direito, mas o seu sonho sempre foi ser jornalista.

O vespertino "Gazeta do Norte", extinto em 1907, foi o primeiro jornal em que Chateaubriand trabalhou. Na verdade, nessa época Chatô era mais publicitário que jornalista. Ele era o responsável pelos anúncios classificados do jornal, chamados na época de "manteigas". Pouco tempo depois ele passou a ser redator de pequenas notas no "Jornal Pequeno".

Em 1909 Chateaubriand passou a ser aprendiz do jornal "O Pernambuco", que acabava de ser fundado. Nessa época ele era também colaborador do jornal "A Cidade".

Quando completou 18 anos Chatô se apresentou ao exército. Mas suas características físicas não o permitiram ser admitido. Ainda assim, ele pôde servir à pátria, mas, exercendo a função de diretor do "Fundão", jornalzinho do quartel.

Chatô deixou "O Pernambuco" em 1910 e passou a trabalhar no jornal de Recife. Era o auge da Campanha Civilista de Rui Barbosa quando Chatô escreveu seu primeiro artigo intitulado "Em Defesa do Sr. Oliveira Lima" que apoiava o escritor e diplomata ligado a Rui Barbosa.

Esse artigo deu grande prestígio a Chateaubriand e foi o ingresso para entrada no "Diário de Pernambuco", no qual exercia função de redator. Enquanto isso era também articulista do "Jornal Pequeno".

Dantas Barreto e Rosa e Silva disputavam o governo no Recife. Rosa e Silva ganhou a disputa, mas teve sua posse impugnada pelo Congresso. Chatô foi o único que continuou ao lado dele.

Chatô passa a escrever e dirigir o Jornal do Brasil, de Pereira Carneiro. A oportunidade de ser professor da Faculdade de Direito de Recife surgiu através da sua aprovação no concurso.

Aos vinte e cinco anos Chatô se muda para o Rio de Janeiro para trabalhar como advogado. Isso ajuda a aumentar a amizade entre Chatô e grandes industriais estrangeiros.

Chatô contribuía com alguns artigos em jornais do Rio de Janeiro. Seu principal alvo em notas políticas era Rui Barbosa.

No começo do século a imprensa quase não investia dinheiro em coberturas fora do país, nem mesmo fora do estado. Chateaubriand foi o primeiro correspondente internacional do jornalismo brasileiro a convite de Edmundo Bittencourt, do "Correio da Manhã", Em 1920 ele embarcou para a Alemanha para cobrir o período pós-guerra.

Eram publicados seis artigos semanais de Chatô, que também contribuía com alguns textos para o diário argentino La Nácion. A cada dez dias era publicada uma entrevista com personalidades alemãs. Ele usava de todos os artifícios para conseguir essas entrevistas. E, a cada entrevistado pedia uma carta de apresentação para se aproximar dos personagens mais difíceis.

Dessa forma, algumas figuras que nunca recebiam jornalistas acabaram cedendo a insistência de Chatô. Entre elas o marxista Kautask, Alfredo von Tirpitz e o general Ludendorf, ex-chefe do estado maior de Hindemburgo.

Esse período que permaneceu na Europa lhe rendeu grande prestígio. Foi homenageado por um grupo de lordes em um jantar em Londres, passou um fim de semana com a princesa Izabel e foi convidado a ocupar a cadeira de deputado federal no Brasil.

Depois de sua experiência como correspondente Chatô volta ao país e inicia carreira como redator do Jornal do Brasil. Mas o que ele queria mesmo era ter seu próprio jornal. O que o motiva a abandonar o JB e voltar para o escritório de advocacia para tentar adquiri-lo. Mesmo assim continuava cultivando influências. Em 1921, lança o livro Alemanha, com seus melhores artigos e entrevistas. Um sucesso absoluto de vendas.

O industrial americano Farquhar convidou Chatô para assumir o cargo de advogado de suas empresas no Brasil. Nessa época presidente Arthur Bernardes não queria assinar o acordo de exploração de mineiro das empresas de Farquhar. Chateaubriand não era o mais indicado para tentar conseguir a assinatura, pois era desafeto de Bernardes.

Mesmo não sendo a pessoa mais indicada para assumir o caso, já que Chatô era desafeto de Bernardes, ele aceita o desafio e transforma o assunto em uma campanha nacional. Como sempre, Chateaubriand preferia não receber por esse serviço. Era o que ele sempre fazia para que as pessoas para quem ele trabalhava ficassem lhe devendo favores. Mas o empresário estrangeiro não caiu nesse golpe.

Depois da posse de Arthur Bernardes as coisas ficaram mais difíceis para Chatô. O presidente vetou a compra do jornal "A Noite", do "JB" e do "Jornal do Commercio".

Em 30 de setembro de 1924 Chateaubriand tornou-se proprietário de seu primeiro jornal. De antiga propriedade de Toledo Lopes, "O jornal" tinha sido criado por jornalistas que saíram do "Jornal do Commercio". Ele era escrito em linguagem pomposa e tinha grande prestígio entre a elite, mas nunca atingiu tiragens expressivas. Toledo Lopes pediu seis mil contos pelo jornal, uma quantia absurda, Chatô só tinha 170 contos de reis. Pedindo dinheiro aos amigos ricos que acumulou ao longo da vida, e vendendo ações do "O Jornal", que ainda nem era de sua propriedade, ele compra o jornal.

Chateaubriand trouxe colaboradores de renome, figuras cobiçadas internacionalmente.

Alertado por Epitácio Pessoa, diretor do jornal, Chateaubriand começou a perceber que apenas as vendas não seriam suficientes para manter o jornal. Assis Chateaubriand contrata o primeiro perito em propaganda do Brasil. Acaba com o jornalismo doutrinário e implanta métodos americanos de vender mercadorias através da imprensa diária. Chatô foi pioneiro também quando substituiu os imensos artigos por um outro sucesso americano, as reportagens.

Foi apresentado a Getúlio Vargas, na época deputado, pelo colega jornalista Lindolfo Collor. Chatô lhe contou sobre os seus planos de abrir um vespertino no Rio, além de um jornal em São Paulo e Minas Gerais.

Em 1925, "O Jornal" já estava totalmente estruturado. A publicidade dobrou o faturamento. Entre os colaboradores de renome, contava com Oswald de Andrade, Milton Campos, na sucursal de Belo Horizonte, como diretor, e Carlos Drummond de Andrade.

Tentando tirar do jornal a aparência de um diário oficial, Chatô aumentou o número de páginas de 20 para 24, divididas em dois cadernos, sendo o segundo freqüentemente impresso a cores. Insistia na estética e nas reportagens.

Seu Jornal foi o único a colocar um repórter seguindo a Coluna Prestes, colhendo depoimentos de rebeldes. Pela primeira vez na imprensa o governo federal era atacado em entrevistas.

"O Jornal" sofre sua primeira queda, quando surge o jornal "O GLOBO". Pensando nos leitores que sustentavam seu jornal Chatô cria o famoso concurso de Miss Brasil.

Mais uma vez com a ajuda de amigos e com o dinheiro adquirido a través da venda de páginas de anúncios Chateaubriand compra o vespertino paulista, "O Diário da Noite". A marca do novo dono logo apareceu no jornal com os ataques a Bernardes. Chatô modernizou as redações e a gráfica dos jornais, comprando máquinas importadas de alto valor.

O progresso do "Diário da Noite" e de "O Jornal", atiçou a curiosidade de Bernardes, que passou a investigar Chateaubriand. Alertado do plano de Bernardes de tira-lo dos jornais, Chatô descobriu que a lista dos acionistas contribuintes para a compra do jornal havia desaparecido. Convocou uma assembléia e mudou os estatutos da empresa. Em agosto deu um furo de reportagem anunciando a candidatura de Washington Luís à presidência.

Em 1926 Chateaubriand casa-se com Maria Henriqueta Barroso do Amaral. Durante a lua-de-mel escreveu o livro "Terra Desumana", com críticas pesadas Arthur Bernardes.

Em novembro de 1926, o país vivia um clima de liberdade com o fim do governo de Arthur Bernardes. Uma nova campanha é lançada por Chatô para anistiar os combatentes da Coluna Prestes, era o Movimento Cívico. Esse movimento gera nova campanha, "A Coleta de Dinheiro" para arrecadar recursos para ajuda aos combatentes e suas famílias.

Em retribuição à ajuda financeira Prestes autoriza a publicação dos diários e gráficos da Coluna nos jornais de Chateaubriand. O material faz um grande sucesso. Prestes doa também 60 exemplares do boletim "O Libertador" - órgão oficial da Coluna, dos quais 25 são repassados para "O Globo" e o restante rifados por Chatô a outros jornais. As duas campanhas são reforçadas por artigos quase diários do dono dos jornais, sempre assinados e publicados na primeira página.

Os jornais de Chatô assumiram posturas editoriais diferentes. "O Diário da Noite" seguiu uma linha mais popular. A grande atração era a seção policial. As pequenas notícias que apareciam na hora do fechamento do jornal receberam o nome de "Última Hora". Já "O Jornal" a cada dia se firmava como "o diário das classes conservadoras".

Uma rede nacional de veículos de comunicação era o grande sonho de Chatô. Quando "O Diário de Notícias", de Porto Alegre, estava quase falido Chateaubriand tentou compra-lo. Mas mais uma vez quando o negócio estava para ser fechado quando um jovem funcionário do Departamento Federal conseguiu brecar as negociações.

A amizade entre Chatô e Vargas foi se tornando cada vez mais forte. Getúlio Vargas ocupava o cargo de ministro da Fazenda do governo de Washington Luiz e a guerra entre Chatô e o presidente não era motivo para impedir as freqüentes visitas dele a Getúlio, que acabaria se tornando uma importante e exclusiva fonte de notícias políticas.

Os jornais de Chateaubriand eram colocados totalmente a disposição de Vargas. Não se sabe se em nome da forte amizade ou se em retribuição aos favores que lhe prestava o gaúcho. Getúlio passaria a ser alvo principal e mais freqüente dos seus artigos de primeira página em "O Jornal" e no "Diário da Noite".

Mais adiante Chatô seria o principal articulador da campanha de Vargas à presidência da República.

Em dezembro de 1928 Assis Chateaubriand lança a revista "O Cruzeiro", que foi comprada coma ajuda do amigo Getúlio Vargas. A revista era feita com papel da melhor qualidade, repleta de fotografias, impressa em quatro cores, com sistema de retrogravura em Buenos Aires. O semanal com tiragem de 50 mil exemplares era repleto de anúncios publicitários.

Chatô entra no mercado paulista em 1929 com o "Diário de São Paulo", um jornal sério que ele vinha preparando há algum tempo. Além da venda avulsa, mais 30 mil exemplares foram impressos e distribuídos gratuitamente pelo correio a uma lista de pessoas em todo o estado de São Paulo. O intuito era promover a assinatura dos jornais.

Chateaubriand finalmente adquire um jornal no Rio Grande do Sul ao comprar com recursos da aliança liberal o "Diário de Notícias" de Porto Alegre.

Além de "O Cruzeiro" e de "O Jornal no Rio" outro chegou a suas mãos, um diário mais próximo dos trabalhadores, o "Diário da Noite", de São Paulo.

O primeiro jornal comprado em Minas foi o "Estado de Minas". Montado há um ano por Pedro Aleixo, ele seria o próximo jornal da cadeia de Chateaubriand.

Quando o "Estado de Minas" passou para as mãos de Chatô, o preferido dos leitores mineiros era o "Minas Gerais", diário oficial publicado pelo governo do Estado.

Chateaubriand contratou para a redação cinco rapazes mineiros, advogados ou estudantes de direito, para compor a sua equipe. Milton Campos, na época com 29 anos, como redator chefe, cargo que acumularia com a direção da sucursal mineira de "O Jornal". Para secretário de redação Tancredo Neves, de 19 anos. Como presidente da empresa Pedro Aleixo, de 29 anos, que dá nome ao prédio da nova sede do Estado de Minas. E José Maria Alkimim, diretor, de 28 anos.

No período da campanha aliancista Chateaubriand colocou todos os veículos a seu favor. Na época seis jornais diários e uma revista de circulação nacional.

Começa a campanha para presidente da República com os candidatos Getúlio Vargas, pela Aliança Liberal, e Júlio Prestes, pela situação. Todos os jornais de Chatô cobrem a campanha com total apoio a Getúlio.

Com a visível derrota de Vargas todos os jornais dos Diários Associados noticiam o fato com um sentimento de indignação e denunciam como armação, com uma única palavra: fraude.

O resultado oficial nem havia sido proclamado e a Revolução de 30 já estava começando, com total apoio da cadeia de comunicação de Chatô.

Os jornais de Chateubriand começam uma campanha que tinha por objetivo instigar as alas mais radicais da Aliança Liberal a não aceitar pacificamente o resultado das eleições. Luís Carlos Prestes foi chamado para ser o líder da revolução, mas este negou e escreveu um texto de conteúdo comunista condenando a Aliança. Foi publicado nos jornais de Chateubriand, mesmo sendo um golpe contra os revolucionários. Porém, os repórteres foram advertidos para publicar notas que deixassem claro que seus editores discordavam totalmente da opinião de Prestes.

Logo uma tragédia seria transformada na maior peça publicitária da campanha da Aliança Liberal: a morte de João Pessoa. João Pessoa foi transformado em herói nacional.

Chateubriand só ficou sabendo do inicio da revolução que ele mesmo ajudara a criar em cima da hora, por acaso. Partiu imediatamente para o sul, tomar parte dos exércitos da Aliança. Chatô estava envolvido até o pescoço na revolução.

Ao chegar em Porto Alegre, a primeira coisa que fez foi procurar o quartel general dos revolucionários. Alistou-se como voluntário, partiu para Curitiba, onde encontrou Getúlio Vargas, e teve a oportunidade de uma entrevista exclusiva com o líder da revolução.

Quando a Revolução chegou ao Rio de Janeiro, e Getúlio tomou posse, Chateubriand transformou seus jornais praticamente em diários oficiais do governo e passou a divulgar idéias nacionalistas.

Com a nomeação de uma desavença de Chatô por Vargas, os jornais começaram a criticar o novo governo. Começou uma campanha dos Jornais para que o País voltasse a sua normalidade constitucional. Plantava-se a semente da revolução de 1932.

As empresas de Chateubriand ganharam o apelido de "Jornais Associados", nome que mais tarde seria registrado como nome oficial da rede de jornais. Em junho de 1931, o Diário de Pernambuco se une aos outros jornais de Chatô.

Logo, Chateubriand inauguraria a primeira agência de noticias do Brasil, uma das 6 únicas do mundo. Todo esse arsenal estava voltado para atacar o governo.

O jornal Diário da Noite começou a fazer pesquisas sobre "qual o tipo ideal para ocupar a Presidência da República?". Esta pesquisa foi censurada, e não chegou a ser publicada.

Em 24 de fevereiro de 1932, a Praça da Sé foi tomada por uma manifestação pró constituinte. Chateubriand noticiava tudo que pudesse provocar o governo e chegava a demonstrar apoio aos paulistas. No dia 10 de julho começaram a caçar o jornalista.

Durante as últimas três semanas de julho, Chateubriand viveu na clandestinidade. A censura imposta sobre seus jornais era quase total, com exceção dos jornais paulistas que estava dominados militarmente pelos revolucionários anti-Vargas.

Chateaubriand foi preso e levado para a Casa de Correção, na Rua da Relação. Foi solto no dia seguinte, mas estava sob condição de prisão domiciliar. Passou então a comandar sua rede de jornais pelo telefone. Chateubriand começou a se envolver de tal forma com a nova revolução, que acabou se aliando com Artur Bernardes, que anos antes combatera tanto.

No final da guerra, Chateubriand pôde ver os estragos feitos em seus negócios. Em Porto Alegre, estava fechado o Diário de notícias. O Estado de Minas, o Diário da Tarde e o Diário de Pernambuco haviam se transformado em meros boletins a serviço do governo. Em São Paulo, o Diário de São Paulo operava sob forte censura e o Diário da Noite estava fechado.

Na cadeia, Chateubriand recebeu o pedido de divórcio de sua esposa e soube também soube que muitos de seus amigos e seu irmão Oswaldo seriam deportados.

Pensando que o único jeito de se livrar definitivamente de Chateubriand era tirar-lhe suas prensas e linotipos, o governo começou a tentar obter o controle de seus jornais, ou, pelo menos de O Jornal, que era a cabeça dos jornais associados. Conseguiram isso através de uma dívida. O governo comprou a dívida, e após feito isso, declarou a falência de O Jornal. O prédio e as prensas foram usados pelo governo para imprimir o jornal A Nação. Todas as publicações que não foram fechadas tiveram queda em suas vendas.

Ao sair da cadeia, sob condição de nunca deixar São Paulo sem o conhecimento das autoridades locais, Chateubriand começou a procurar ajuda novamente em seu amigos influentes e começou nova arrecadação de dinheiro. Aos poucos, foi colocando todo seu império de volta nos eixos, reconstruindo tudo que havia sido destruído.

A paz durou muito pouco, após publicar uma matéria pedindo anistia aos exilados, foi emitido um mandado de prisão em seu nome

Chateubriand ficou durante três dias em um presidio de São Paulo. Quando saiu, foi advertido que toda vez que "falasse o que não devia" voltaria para lá. Voltou muitas vezes.

Em maio de...

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