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Metabolismo do Cálcio e Fósforo

Trabalho enviado por: Cristiano

Data: 18/12/2006

A Importância do Metabolismo do Cálcio e do Fósforo

SANTOS

2006


1. INTRODUÇÃO

A importância do metabolismo do cálcio e do fósforo:

Durante o descnvolvimento das primeiras formas de vida, o aparecimento de membranas lipídicas semipermeáveis - que envolvem todas as células vivas - permitiu a compartimentalização de reaçôes bioquímicas num ambiente intracelular de composição controlada. Para manter uma composição iônica citoplasmática compatível com os processos vitais, as células desenvolveram mecanismos capazes de reconhecer e reagir a alterações na concentração iônica intracelular, através de mudanças na permeabilidade da membrana celular e ativação de transportadores dependentes de energia. O aparecimento de seres multicelulares fez com que mecanismos adicionais fossem desenvolvidos visando a manutenção da concentração iônica dos líquidos extracelulares. Hoje, sabe-se que esses mecanismos relacionam-se de forma complexa e envolvem múltiplos órgãos e tecidos - paratiróides, células parafoliculares da tiróide, pele, rins e ossos - e diferentes classes de hormônios que, por modificarem o grau de difercnciação de seus tecidos-alvo, mantém a homeostase mineral dentro de estreitos limites compatíveis com a vida.


2. METABOLISMO MINERAL

O cálcio participa de forma importante de múltiplos processos celulares e extracelulares, incluindo a proteólise de comi)onentes do plasma - p. ex., coagulação sangiiínea e geração de cininas vasoativas - sinalização intracelular, manutenção do potencial de membrana celular, contração muscular e exocitose. além de, juntamente com o fosfato. ser um elemento fundamental na composição dos cristais de hidroxiapatita, que dão resistência ao tecido ósseo, Da mesma forma. muitas reações celularcs são dependentes da disponibilidade de fosfato c magnésio; o fosfato serve como um dos principais tampões citoplasmáticos, a base para a troca de energia e um componente essencial de membranas e ácidos nucléicos. enquanto que o magnésio está envolvido em uma série de reaçôes enzimáticas por se complexar com as moléculas de ATP. Absorção e distribuição. Grandes quantidades de cálcio ( l g), fosfato (l g) e magnésio (350 mg) devem ser ingeridas diariamente pelo organismo, O mecanismo de absorção intestinal de cálcio apresenta um componente saturável de alto ganho e um não-saturável de baixo ganho. O processo saturável fornece compensação a curto prazo para variações da ingestão de cálcio, pois a fração de cálcio absorvido através desse processo é maior do que através do componente não-saturável. Por outro lado. a absorção intestinal de fosfato e magnésio se dá através de processo Único não-saturável que varia linearmente com a carga alimentar de cálcio. Uma vez no compartimento plasmático, uma parte substancial do cálcio (450/0), magnésio (31%) e fosfato (13%) liga-se a proteínas circulantes, principalmente a albumina (70%), fazendo com que apenas a fração ionizada participe diretamente dos processos biológicos. Não obstante, esses minerais apresentam um grande volume de distribuição abandonando rapidamente a circulação para os compartimentos extra- e intracelular. Mesmo assim, devido à importância fisiológica desses minerais, suas concentrações plasmáticas ionizadas (livres) são mantidas dentro de limites muito restritos através de uma série de sistemas de feedback que envolve múltiplas glândulas e tecidos. Isso é particularmente necessário para o cálcio porque, devido à sua participação na manutenção do potencial de membrana, variações da calcemia, em ambos os sentidos, podem levar a arritmias cardíacas graves, convulsão e morte, mia e suprime a secreção de PTH. Essa supressão da secreção de PTH diminui o clearance renal de fosfato e aumenta o do cálcio. O clearance renal de fosfato também diminui de forma independente do PTH através de mecanismos auto-regulatórios renais. Dentro de 3-4 dias da retirada de fosfato da alimentação, a excreção renal de fosfato pode cair de cerca de 1 g dia para valores desprezíveis. Não se conhecem respostas metabólicas agudas a hiperfosfatemia. Uma a duas horas após uma carga oral de fosfato ( l ,5 9), a fosfatemia atinge o pico máximo de cerca de l ,5 mg/dl: o excesso de fosfato é basicamente eliminado pelos rins, sistemas ósseos de crescimento têm sido isolados, alguns muito semelhantes à IGF 1 e PDGF. Sabe-se que pelo menos um desses fatores de crescimento, capaz de induzir a formação óssea é liberado durante a reabsorção óssea. Esse tipo de proteína pode servir como acoplador entre a formação e reabsorção ósseas. Uma vez que é liberada durante a reabsorção óssea e é capaz de aumentar a proliferação do progenitor osteoblástico, assegurando a homeostase esquelética. Muitos outros hormônios e fatores de crescimento sistêmicos podem regular direta ou indiretamente a formação óssea, através da estimulação da proliferação dos precursores osteoblásticos (IGF . EGF . FGF . PDGF) e/ou modulação da formação da matriz óssea (PTH. 1.25-(OH)2-D, insulina, hormônio do crescimento, esteróides sexuais, calcitonina, hormônio tiroidiano, glicocorticóides). Muitos desses fatores atuam indiretamente, talvez através da ativação de mecanismos locais acopladores da reabsorção e formação óssea. Por exemplo, tanto o PTH quanto a 1,25(OH)Z-D atuam diretamente nos osteoblastos, diminuindo a síntese de colágeno e reduzindo a formação óssea ; entretanto ambos os agentes aumentam a formação óssea in vivo, presumivelmente através de mecanismos indiretos. A calcitonina não age diretamente nos osteoblastos, mas aumenta a formação óssea indiretamente através de efeitos inibitórios sobre os osteoclastos. Os glicocorticóides reduzem a formação óssea, enquanto que a insulina estimula a síntese de colágeno e a multiplicação dos osteoblastos. As prostaglandinas, especialmente as da série E, podem ser importantes reguladores da formação óssea; em altas concentrações elas inibem a síntese de colágeno, mas em concentrações mais baixas elas estimulam a função osteoblástica.

Forças mecânicas e outros fatores físicos também influenciam a formação óssea através de mecanismos ainda não esclarecidos. Acredita-se que correntes de baixa energia geradas pela resposta...

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