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Título: Tubos e conexões

Tubos e conexões Unoesc 2009 Sumário Introdução 1 Tubulações 2.1 Tubos de PVC 2.2 Tubos de Aço Carbono 2.4 Tubos de Cobre 2.5 Tudo de Polietileno (PE) 2.6 Tubos e Conexões de Ferro Fundido 2.7 Tubos de Concreto. 2.8 Tubos…

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Combate e Prevenção de Incêndio

Trabalho enviado por: Anônimo

Data: 24/11/2006

COMBATE E PREVENÇÃO DE INCÊNDIO


"QUEM CONHECE O OUTRO É INTELIGENTE".

QUEM CONHECE A SÍ MESMO É ILUMINADO.

QUEM VENCE O OUTRO É FORTE.

QUEM VENCE A SÍ MESMO É INVENCÍVEL."

Autor: Lao Tse, considerado o criador do taoísmo. Viveu na China no século VII a. C.

Aplicação: Os conflitos estão dentro de nós. Em vez de lutar por seus desejos, e ficar a mercê dele, domestique-os.


Agradecimentos

Ao grandioso Deus, que capacitou-nos e proporcionou-nos saúde e intelecto para que este trabalho fosse realizado e, também, a nossos familiares e amigos que nos incentivaram, em especial àqueles que não puderam oportunizar das mesmas condições para realizarem tal feito.


1. INTRODUÇÃO

O fogo é indiscutivelmente uma essencial necessidade da vida moderna, assim como foi para nossos antepassados. Na idade da pedra, já era conhecido e usado para aquecimento das cavernas.

Figura 1 – Fogo (www.joselaerciodoegito.com.br)

Atualmente ele participa diretamente no desenvolvimento e no progresso mundial, quer na indústria ou em nossos lares. Contudo, o fogo deve ser controlado, porque no fugir do nosso controle, transforma-se num grande inimigo e pode ser destruidor incalculável.

O primeiro prejuízo é que ele afeta o ser humano causando graves ferimentos e até a morte.

Em segundo lugar, destacamos as perdas econômicas, que influem na potencialidade econômica das nações, gerando desemprego e perda da produtividade.

Podemos destacar ainda, o mal social que ele causa (exemplo: os grandes incêndios do Joelma e Andraus e Grande Avenida em São Paulo e o de Vila Socó em Santos, onde morreram muitas pessoas); danos na fauna e flora (incêndios florestais) e perdas de patrimônios.

Perante todas essas conseqüências apresentadas, procuraremos neste trabalho, conhecer a natureza do fogo, os meios de prevenção e proteção contra incêndios e as técnicas necessárias de combate para evitar a sua propagação.


2. OBJETIVOS

A maioria das grandes tragédias provocadas pelo fogo começa por um pequeno descuido de apenas uma pessoa.

Uma ponta de cigarro mal apagada, um ferro de passar roupa, ligado e esquecido, é o que basta.

Afora um acidente, o incêndio é provocado por negligência. Alinhamos neste trabalho uma série de esclarecimentos sobre o fogo, sua propagação, conselhos para prevenção contra incêndios e atitudes a serem tomadas na iminência, início ou durante um incêndio.

Para o seu bem, para o bem de sua família e da coletividade, leia e divulgue o conteúdo deste trabalho.

Conceitua-se incêndio como a presença de fogo em local não desejado e capaz de provocar, além de prejuizos materiais: quedas, queimaduras e intoxicações por fumaça.

O fogo, por sua vez, é um tipo de queima, combustão ou oxidação; resulta de uma reação química em cadeia, que ocorre na medida em que atuem: a) combustível, b) oxigênio, c) calor e d) continuidade da reação de combustão.


3. TEORIA DA COMBUSTÃO

Combustão é um processo de oxidação rápida auto sustentada, acompanhada da liberação de luz e calor, de intensidade variáveis. Os principais produtos da combustão e seus efeitos à vida humana são:

3.1. GASES (CO, HCN, CO2, HCl, SO2, NOx, etc., todos tóxicos);

3.2. CALOR (pode provocar queimaduras, desidratação, exaustão, etc.);

3.3. CHAMAS (se tiverem contato direto com a pele, podem provocar queimaduras); e

3.4. FUMAÇA (a maior causa de morte nos incêndios, pois prejudica a visibilidade, dificultando a fuga).

Para que ocorra a combustão são necessários:

  • Material oxidável (combustível)
  • Material oxidante (comburente)
  • Fonte de ignição (energia) e
  • Reação em cadeia

Combustível é o material oxidável (sólido, líquido ou gasoso) capaz de reagir com o comburente (em geral o oxigênio) numa reação de combustão.

Comburente é o material gasoso que pode reagir com um combustível, produzindo a combustão.

Ignição é o agente que dá o início do processo de combustão, introduzindo na mistura combustível / comburente, a energia mínima inicial necessária.

Reação em cadeia é o processo de sustentabilidade da combustão, pela presença de radicais livres, que são formados durante o processo de queima do combustível.

As fontes de ignição mais comuns nos incêndios, são: chamas, superfícies aquecidas, fagulhas, centelhas e arcos elétricos (além dos raios, que são uma fonte natural de ignição).

Até pouco tempo atrás, havia a figura do triângulo de fogo, que agora foi substituída pelo TETRAEDRO DO FOGO, pela inclusão da reação em cadeia.

Eliminando-se um desses 4 elementos, terminará a combustão e, conseqüentemente, o foco de incêndio. Pode-se afastar ou eliminar a substância que está sendo queimada, embora isto nem sempre seja possível. Pode-se eliminar ou afastar o comburente (oxigênio), por abafamento ou pela sua substituição por outro gás não comburente. Pode-se eliminar o calor, provocando o resfriamento, no ponto em que ocorre a queima ou combustão. Ou pode-se interromper a reação em cadeia.

Figura 02 – Tetraedro do fogo (UFRRJ)

Os materiais naturais mais combustíveis, são aqueles ricos em matéria orgânica, quase sempre presentes, em grande quantidade, na zona rural. A velocidade de queima é menor nos combustíveis líquidos e gasosos, do que nos sólidos. Os plásticos com celulose, nem precisam de oxigênio para incendiar.

Os riscos de incêndio, na zona rural, são agravados pelo hábito do agricultor de fazer queimadas, com a finalidade de limpar o terreno para o plantio; essa prática condenável é responsável por muitos incêndios, quando o fogo, saltando os aceiros mal feitos, foge ao controle do homem e alastra-se pelo terreno.Na colheita da cana-de-açúcar pelo método tradicional, também, há o hábito de queimar-se antes a palhada, o que provoca grandes incêndios nos canaviais.

Ainda, na renovação das pastagens e na eliminação de certas doenças, recomenda-se erradicar toda a planta e queimá-la, alí mesmo, no local de plantio, resultando grandes fogueiras.

A baixa umidade relativa do ar durante o inverno e o lançamento ao solo de pontas de cigarros acesos, também é a causa frequente de grandes incêndios, em algumas regiões do Brasil, como a região Central no entorno de Brasília-DF.


4. PREVENÇÃO

As causas de um incêndio são as mais diversas: descargas elétricas, atmosféricas, sobrecarga nas instalações elétricas dos edifícios, falhas humanas (por descuido, desconhecimento ou irresponsabilidade) etc.

Os cuidados básicos para evitar e combater um incêndio, indicados a seguir, podem salvar vidas e bens patrimoniais.

4.1. Cuidados básicos

Não brinque com fogo! Um cigarro mal apagado jogado descuidadamente numa lixeira pode causar uma catástrofe. Apague o cigarro antes de deixá-lo em um cinzeiro ou de jogá-lo em uma caixa de areia. Cuidado com fósforos. Habitue-se a apagar os palitos de fósforos antes de jogá-los fora. Obedeça às placas de sinalização e não fume em locais proibidos, mal ventilados ou ambientes sujeitos à alta concentração de vapores inflamáveis tais como vapores de colas e de materiais de limpeza.

Evite usar espiriteira. Sua utilização é insegura.

Nunca apóie velas sobre caixas de fósforos nem sobre materiais combustíveis.

Não utilize a casa de força, casa de máquinas dos elevadores e a casa de bombas do prédio, como depósito de materiais e objetos. São locais importantes e perigosos, que devem estar sempre desimpedidos.

As baterias devem ser instaladas; em local de fácil acesso e ventilado. Não é recomendado o uso de baterias automotivas.

4.2. Instalações elétricas

A sobrecarga na instalação é uma das principais causas de incêndios. Se a corrente elétrica está acima do que a fiação suporta, ocorre superaquecimento dos fios, podendo dar início a um incêndio. Por isso:

Não ligue mais de um aparelho por tomada. Esta é uma das causas de sobrecarga na instalação elétrica.

Não faça ligações provisórias. Tome sempre cuidado com as instalações elétricas. Fios descascados; quando encostam um no outro, provocam curto-circuito e faíscas. Chame um técnico qualificado para executar ou reparar as instalações elétricas ou quando encontrar um dos seguintes problemas:

  • Constante abertura dos dispositivos de proteção (disjuntores)
  • Queimas freqüentes de fusíveis;
  • Aquecimento da fiação e/ou disjuntores;
  • Quadros de distribuição com dispositivos de proteção do tipo chave-faca com fusíveis cartucho ou rolha. Substitua-os por disjuntores ou fusíveis do tipo Diazed ou NH;
  • Fiações expostas (a fiação deve estar sempre embutida em eletrodutos)
  • Lâmpadas incandescentes instaladas diretamente em torno de material combustível, pois, elas liberam grande quantidade de calor;
  • Inexistência de aterramento adequado para as instalações e equipamentos elétricos,
  • tais como: torneiras e chuveiros elétricos, ar condicionado, etc.;
  • Evite aterrá-los em canos d’água.

ATENÇÃO: Toda a instalação elétrica tem que estar de acordo com a Norma Brasileira NBR 5410 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas)

4.3. Equipamentos elétricos

Antes de instalar um novo aparelho, verifique se não vai sobrecarregar o circuito. Utilize os aparelhos elétricos somente de modo especificado pelo fabricante.

4.4. Instalações de gás

Somente pessoas habilitadas devem realizar consertos ou modificações nas instalações de gás. Sempre verifique possíveis vazamentos no botijão, trocando-o imediatamente caso constate a mínima irregularidade.

O botijão que estiver visualmente em péssimo estado deve ser imediatamente recusado.

Para verificar vazamento, nunca use fósforos ou chama, apenas água e sabão. Nunca tente improvisar maneiras de eliminar vazamentos, como cera, por exemplo.

Coloque os botijões sempre em locais ventilados.

Sempre rosqueie o registro do botijão apenas com mas mãos, para evitar rompimento da válvula interna.

Aparelhos que usam gás devem ser revisados pelo menos a cada dois anos.

Vazamento de gás sem chama: Ao sentir cheiro de gás, não ligue ou desligue a luz nem aparelhos elétricos.

Afaste as pessoas do local e procure ventilá-lo.

Feche o registro de gás para restringir o combustível e o risco de propagação mais rápida do incêndio.

Não há perigo de explosão do botijão ao fechar o registro. Se possível, leve o botijão para local aberto e ventilado.

Vazamento de gás com chama: Feche o registro e gás. Retire todo o material combustível que esteja próximo do fogo.

Incêndio com botijão no local: Se possível, retire o botijão do local antes que o fogo possa atingi-lo.

Em todas essas situações, chame os BOMBEIROS – telefone 193.

4.5. Circulação

Mantenha sempre desobstruídos corredores, escadas e saídas de emergência, sem vasos, tambores ou sacos de lixo.

Jamais utilize corredores, escadas e saídas de emergência como depósito, mesmo que seja provisoriamente.

Nunca guarde produtos inflamáveis nesses locais.

As coletas de lixo devem ser bem planejadas para não comprometer o abandono do edifício em caso de emergência.

4.6. Lavagem de áreas comuns

Evite sempre que águas de lavagem atinjam os circuitos elétricos e/ou enferrujem as bases das portas corta-fogo.

Não permita jamais que a água se infiltre pelas portas dos elevadores, pois isso pode provocar sérios acidentes.


5. MANUTENÇÃO DO SISTEMA DE SEGURANÇA

5.1. Extintores de incêndio

Os extintores de incêndio devem ser apropriados para o local a ser protegido.

Verifique constantemente se:

  • acesso aos extintores não está obstruído;
  • manômetros indica pressurização (faixa verde ou amarela);
  • aparelho não apresenta vazamento;
  • Os bicos e válvulas da tampa estão desentupidos;
  • Leve qualquer irregularidade ao conhecimento do responsável para que a situação seja rapidamente sanada.

A recarga do extintor deve ser feita:

  • Imediatamente após ter sido utilizado;
  • Caso esteja despressurizado (manômetro na faixa vermelha)
  • Após ser submetido a este hidrostático;
  • Caso o material esteja empedrado.

Tais procedimentos devem ser verificados pelo zelador e/ou Brigadistas e fiscalizado por todos.

Mesmo não tendo sido usado o extintor, a recarga deve ser feita:

  • Após 1 (um) ano: tipo espuma;
  • Após 1 (um) anos: tipo Pós Químico Seco e Água Pressurizada;
  • Semestralmente: se houver diferença de peso que exceda 5% (tipo Pó Químico Seco e Água Pressurizada), ou 10% (tipo CO2);
  • Esvazie os extintores antes de enviá-los para recarga;
  • Programe a recarga de forma a não deixar os locais desprotegidos;
  • A época de recarga deve ser aproveitada para treinar as equipes de emergência.
  • O Corpo de Bombeiros exige uma inspeção anual de todos os extintores, além dos testes hidrostáticos a cada cinco anos, por firma habilitada. Devem ser recarregados os extintores em que forem constatados vazamentos, diminuição de carga ou pressão e vencimento de carga.

Importante: Para recarga ou teste hidrostático, escolha uma firma Idônea.

5.2. Hidrantes e mangotinhos

Os hidrantes e mangotinhos devem ser mantidos sempre bem sinalizados e desobstruídos.

A caixa de incêndio contém:

Registro globo com adaptador, mangueira aduchada (enrolada pelo meio) ou ziguezague, esguicho regulável (desde que haja condição técnica para seu uso), ou agulheta, duas chaves para engate e cesto móvel para acondicionar a mangueira.

mangotinho deve ser enrolado em "oito" ou em camadas nos carretéis e pode ser usado por uma pessoa apenas. Seu abrigo deve ser de chapa metálica e dispor de ventilação.

FIGURA 03 – Caixa de Incêndio (Reiseg)

Verifique se:

a) A mangueira está com os acoplamentos enrolados para fora,...

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