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Título: Teorias de Taylor, Ford, Fayol e Weber

Teorias de Taylor, Ford, Fayol e Weber, aplicadas na Empresa Bradesco S/A. São Paulo 2009 Sumário 1Introdução 2Frederick Winslow Taylor4 2.1Princípios de Taylor 3Henry Ford 4Jules Henri Fayol 4.1Princípios Básicos 4.2Funções Administrativas 5Maximillian Carl Emil Weber 5.1Analise da Obra 5.2Princípios…

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Ciclo Cardiaco

Trabalho enviado por: Cristiano

Data: 18/12/2006

Ciclo Cardíaco

SANTOS

2006


1. INTRODUÇÃO

O Trabalho apresentado a seguir tem como função primordial a complementação da carga horária na disciplina de Fisiologia. Para isso, foram fundamentados os principais aspectos do seguinte tema: ciclo cardíaco.

O ciclo cardíaco consiste em um período de relaxamento, chamado de diástole, durante o qual o coração se enche com sangue, seguido de um período de contração chamado de sístole.


2. O CICLO CARDÍACO

Os eventos cardíacos que ocorrem do início de cada batimento cardíaco até o início do próximo são chamados de ciclo cardíaco. Cada ciclo inicia-se pela geração espontânea de um potencial de ação, no nodo sinusal. Esse nodo localiza-se na parede lateral superior do átrio direito, próximo à abertura da veia cava superior, e o potencial de ação se propaga rapidamente pelos átrios e, depois, pelo feixe A-V, para os ventrículos. Devido a essa disposição especial do sistema de condução dos átrios para os ventrículos existe um retardo de mais de 1/10 s, durante a passagem do impulso cardíaco dos átrios para os ventrículos. Isso permite que os átrios contraiam-se antes dos ventrículos, bombeando sangue para os ventrículos antes do início da forte contração ventricular. Desse modo, os átrios funcionam como bombas de escorva para os ventrículos, e esses ventrículos, por sua vez, fornecem a maior parte da força que vai propelir o sangue pelo sistema vascular.

Diástole e Sístole

A figura a seguir mostra os diferentes eventos, durante o ciclo cardíaco, para o lado esquerdo do coração. Os três traçados superiores mostram as variações da pressão na aorta, no ventrículo e átrio esquerdos, respectivamente. O quarto traçado mostra as variações do volume ventricular, o quinto, o eletrocardiograma, e o sexto, um fonocardiograma, que é o registro dos sons produzidos pelo coração - principalmente pelas válvulas cardíacas - durante o bombeamento. É especialmente importante que o leitor estude em detalhes essa figura e compreenda as causas de todos os eventos mostrados.

Relação do Eletrocardiograma com o Ciclo Cardíaco

O eletrocardiograma mostra as ondas P, Q, R,5 e T. São voltagens elétricas geradas pelo coração e registradas pelo eletrocardiógrafo na Superfície do corpo.A onda P é causada pela dispersão da despolarização, através dos átrios. e isso é seguido pela contração atrial. que provoca pequena elevação da curva da pressão atrial. imediatamente após a onda P. Cerca de O, 16 s após o início da onda p. as ondas QRS aparecem, como resultado da despolarização dos ventrículos, iniciando a contração dos ventrículos e provocando o início da elevação da pressão ventricular, também mostrada na figura.

Portanto, o complexo QRS começa pouco antes do início da sístole ventricular. Finalmente, nota-se a onda T ventricular no eletrocardiograma. Ela representa a fase de repolarizaçao dos ventrículos, quando as fibras musculares ventriculares começam a relaxar. Por conseguinte, a onda T ocorre pouco antes do término da contração ventricular.

Funcionamento dos Átrios como Bombas de Escorva

O sangue, normalmente, flui de forma contínua das grandes veias para os átrios; cerca de 75% do sangue fluem diretamente dos átrios para os ventrículos, antes mesmo da contração atrial. Então. a contração atrial, normalmente, causa enchimento adicional dos ventrículos de 25%. Portanto, os átrios, simplesmente, funcionam como bombas de escorva, que aumentam a eficiência do bombeamento ventricular por até 25%. Entretanto, o coração pode continuar a operar na maioria das condições sem esse adicional de 25% porque, normalmente, tem a capacidade de bombear 300 a 400% mais sangue do que é necessário para o corpo. Assim, quando os átrios deixam de funcionar, essa diferença tem pequena probabilidade de ser notada, a não ser que a pessoa se exercite; sinais de falência cardíaca aguda ocasionalmente se desenvolvem, sobretudo dispnéia.

Variações da Pressão Atrial - as Ondas a c e v.A onda a é causada pela contração atrial. Em geral, a pressão atrial direita aumenta por 4 a 6 mm Hg durante a contração atrial e a pressão atrial esquerda aumenta por cerca de 7 a 8 mm Hg.Ocorre a onda c quando os ventrículos começam a contrair; isso é causado, em parte pelo pequeno refluxo de sangue para os átrios, no início da contração ventricular, mas, principalmente. pelo abaulamento das válvulas A-V em direção aos átrios devido ao aumento da pressão nos ventrículos. Ocorre a onda v próximo ao fim da contração ventricular ela resulta do fluxo lento de sangue das veias para os átrios enquanto as válvulas A-V estão fechadas durante a contração ventricular. Então, quando termina a contração ventricular, as válvulas A-V abrem-se. permitindo que esse sangue armazenado nos átrios flua rapidamente para os ventrículos. causando o desaparecimento da onda v.

Funcionamento dos Ventrículos como Bombas

Enchimento dos Ventrículos. Durante a sístole ventricular, grande quantidade de sangue se acumula nos átrios, devido ao fechamento das válvulas A-V. Portanto, tão logo termina a sístole e as pressões ventriculares caem para seus baixos valores diastólicos, as pressões moderadamente aumentadas nos átrios promovem imediatamente a abertura das válvulas A-V, permitindo o fluxo rápido de sangue para os ventrículos.

Isso é chamado de período de enchimento rápido dos ventrículos.

Esse período de enchimento rápido dura por cerca do primeiro terço da diástole. Durante o terço médio da diástole somente pequena quantidade de sangue flui normalmente, para os ventrículos esse sangue é o que continua a desaguar das veias para os átrios, passando dos átrios diretamente para os ventrículos. Durante o último terço da diástole, os átrios se contraem e dão o impulso adicional ao influxo de sangue para os ventrículos; isso representa cerca de 25% do enchimento dos ventrículos, durante cada ciclo cardíaco.

Esvaziamento dos Ventrículos Durante a Sístole

Período de Contração lsovolúmica (lsométrica). Imediatamente após o início da contração ventricular. a pressão ventricular eleva-se abruptamente. Causando o fechamento das válvulas A-V Então. é necessário mais 0.02 a 0.03 s para que o ventrículo gere pressão suficiente para abrir as válvulas semilunares (aórtica e pulmonar) contra a pressão nas artérias aorta e pulmonar. Portanto. durante esse período. a contração está ocorrendo nos ventrículos. porém sem esvaziamento. Esse período é chamado de período de contração isovolumétrica ou isométrica, significando, por esse termo, que a tensão aumenta no músculo, mas não ocorre encurtamento das fibras musculares. (Isso não é, em sentido estrito, verdadeiro, porque ocorrem encurtamento. no sentido do ápice para a base, e alongamento circunferencial.)

Período de Ejeção

Quando a pressão ventricular esquerda aumenta até pouco acima de 80 mm Hg (e a pressão ventricular direita pouco acima de 8 mm Hg). as pressões ventriculares forçam a abertura das válvulas semilunares. Imediatamente, o sangue começa a sair dos ventrículos, com cerca de 70% do esvaziamento ocorrendo durante o primeiro terço do período de ejeção e os 30% restantes, durante os próximos dois terços. Portanto, o primeiro...

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