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Título: Tubos e conexões

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As Organizações Políticas Internacionais

Trabalho enviado por: Helio Cosme Junior

Data: 24/09/2003

As Organizações Políticas Internacionais


Área Política e Área de Defesa

Temos nos dias de hoje um grande dilema sobre o que ser feito das Organizações Internacionais e o crescente questionamento de sua legitimidade. Isso remonta aos tempos Wilsonianos e sua malfadada Liga das Nações, onde o excesso de credulidade nos mecanismos legais e diplomáticos deixou um nova guerra surgir. Nas sombras desta guerra, a Segunda Guerra Mundial, nasce a nova organização internacional máxima: A ONU, igualmente patrocinada pelos Estados Unidos da América, que agora tentar mudar a estrutura da organização de forma que ela seja mais eficaz e dinâmica, onde todos os Estados tivessem igual participação em uma Assembléia Geral, um fórum internacional onde os problemas entre eles fossem dirimidos de forma diplomática, abertamente e sem a necessidade de conflito armado.

A ONU, em todos seus órgãos cuida de muitas das facetas das Relações Internacionais, e sempre está se adaptando as mudanças no cenário mundial. Infelizmente, ela sofre atualmente de vários problemas. Há uma escassez de recursos financeiros para a realização de suas funções, devido a débitos por parte de seus membros em suas contribuições, em especial o próprio criador da ONU, os EUA, que são os maiores devedores em suas obrigações financeiras. Outro grave problema que a ONU, como grande parte dos Organismos Internacionais enfrentam hoje, é o da legitimidade em suas ações, em especial na área de segurança. Mas também não podemos esquecer o FMI e as reiteradas manifestações populares contra a política econômica neoliberal por ele representado. Urge-se uma reforma no Conselho de Segurança, de modo que ele seja mais representativo e transparente, com a revisão da questão do voto afirmativo dos cinco membros permanentes. O terceiro problema que identifico, é o apontado por Hedley Bull em sua obra A Sociedade Anárquica, de que uma organização internacional é tão eficiente quanto os seus atores/participantes queiram que ela seja. Exemplo disso é o funcionamento do Conselho de Segurança durante a Guerra Fria. Outro exemplo que não foge a mente, e que colocou em voga o questionamento atual sobre a legitimidade e eficácia não só da ONU como também da OTAN e outros mecanismos internacionais foi a invasão anglo-americana ao Estado independente do Iraque, sem Casus Belli. Seu aparente rápido solucionamento pode ter dado uma sobrevida as Organizações Internacionais como a ONU, mas a questão continua a ser definida no futuro próximo. Com as acusações feitas contra os Estados agressores de terem mentido ao público em geral, muitas incógnitas ainda pairam no ar.

No caso da OTAN, temos uma organização que teve uma mudança em seu foco de atuação e grandes questionamentos públicos quanto a sua validade e finalidade após a queda do muro de Berlim e dissolução do Pacto de Varsóvia. Uma aliança estritamente militar, busca em missões de peacekeeping, peacebuilding e peace enforcement, a sua nova identidade pós Guerra Fria. Ela exerceu essa função em terreno europeu durante a crise em Kosovo, onde tropas da OTAN derrubram o regime local.

Mas também não custa salientar que para uma organização dita do Atlântico Norte, ela esteve envolvida diretamente com tropas no Afeganistão, no ataque americano para derrubada do regime Taliban. Isso demonstra o quão desesperados pela busca por sua identidade está a OTAN, sofrendo fogo cerrado da opinião pública.


As Organizações Internacionais Especializadas

Essas organizações foram criadas para fins específicos e descartam, em princípio, a influência em assuntos de natureza política e restringem-se unicamente a aproximar posições e tomar iniciativas conjuntas em áreas específicas.

Como por exemplo prévio podemos citar o combate às epidemias (OMS), a divulgação do conhecimento científico, educacional e cultural (UNESCO).

Um aspecto que se confunde, seria relacionado aos laços formais que esses organismos possuem com as Nações Unidas; que não significa que elas possam ser consideradas como sendo órgãos da mesma.

A autonomia das organizações...

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