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A Revolução do Empreendedorismo

Trabalho enviado por: Mônica dos Santos Reis

Data: 01/08/2005

A REVOLUÇAO DO EMPREENDEDORISMO


Alguns conceitos administrativos predominaram em determinados períodos do século XX, em virtude de contextos sócio políticos, culturais, de desenvolvimento tecnológico, de desenvolvimento e consolidação do capitalismo. No início do século, foi o movimento da racionalização do trabalho, na década de 1930, o movimento das relações humanas, nas décadas de 1940 e 1950, o movimento do funcionalismo estrutural , na década de 1960, o movimento dos sistemas abertos, nos anos 70, o movimento das contingências ambientais. No momento presente, não se tem um movimento predominante, mas acredita-se que o empreendedorismo irá, cada vez mais, mudar a forma de se fazer negócios no mundo.

O papel do empreendedor foi sempre fundamental na sociedade. A economia e os meios de produção e serviços também se sofisticaram, de forma que hoje existe a necessidade de se formalizar conhecimentos, que eram apenas obtidos empiricamente no passado. Portanto a ênfase em empreendedorismo surge muito mais como conseqüência das mudanças tecnológicas e sua rapidez, e não apenas um modismo. A competição na economia também força novos empresários a adotar paradigmas diferentes.

Por isso o momento atual pode ser chamado de a era do empreendedorismo, pois são empreendedores que estão eliminando barreiras comerciais e culturais, encurtando distâncias, globalizando e renovando os conceitos econômicos, criando novas relações de trabalho e novos empregos, quebrando paradigmas e gerando riqueza para a sociedade. A chamada nova economia, a era da Internet, tem mostrado que boas idéias inovadoras, Know-how, um bom planejamento e, principalmente, uma equipe competente e motivada, são ingredientes poderosos que, quando somados no momento adequado, acrescidos de combustível indispensável a criação de novos negócios, o capital podem gerar negócios grandiosos em curto espaço de tempo. Isso era algo inconcebível ha alguns anos. O contexto atual é propício para o surgimento de um número cada vez maior de empreendedores. Por esse motivo, a capacitação dos candidatos a empreendedor está sendo prioridade em muitos países, inclusive no Brasil, haja vista a crescente preocupação das escolas e universidades a respeito do assunto, por meio da criação de cursos e matérias específicas de empreendedorismo, como uma alternativa aos jovens profissionais que se graduam anualmente nos ensinos técnico e universitário brasileiros.

Há dez ou quinze anos atrás era considerado loucura um jovem recém formado aventurar-se na criação de um negócio próprio, pois os empregos oferecidos pelas grandes empresas nacionais e multinacionais, bem como a estabilidade que se conseguia nos empregos em repartições públicas, eram muito convidativos, com bons salários, status e possibilidade de crescimento dentro da organização. O ensino de administração era voltado a este foco: formar profissionais para administrar grandes empresas e não criar empresas. Quando este cenário mudou, tanto os profissionais experientes, os jovens a procura de uma oportunidade no mercado de trabalho, como as escolas de ensino de administração, não estavam preparados para o novo contexto. E mudar a visão a respeito de determinado assunto, redirecionar ações e repensar conceitos, leva algum tempo até que se gerem resultados práticos. O fato é que o empreendedorismo finalmente começa a ser tratado no Brasil com o grau de importância que lhe é devido, como os Estados Unidos, onde os empreendedores são grandes propulsores da economia.

O empreendedorismo tem sido o centro das políticas públicas na maioria dos países. O crescimento do empreendedorismo no mundo na década de 1990 pode ser observado através das ações desenvolvidas relacionadas ao tema.

  • No final de 1998, o Reino Unido publicou um relatório a respeito do seu futuro competitivo, o qual enfatizava a necessidade de se desenvolver uma série de iniciativas para intensificar o empreendedorismo na região.
  • A Alemanha tem implementado um número crescente de programas que destinam recursos financeiros e apoio na criação de novas empresas. Para se Ter uma idéia, na década de 1990, aproximadamente duzentos centros de inovação foram estabelecidos, provendo espaço e outros recursos para empresas start-ups (iniciantes).
  • Em 1995, o decênio do empreendedorismo foi lançado na Finlândia. Coordenado pelo ministério de comércio e Indústria, o objetivo era dar suporte as iniciativas de criação de novas empresas, com ações em três grandes áreas, criar uma sociedade empreendedora, promover o empreendedorismo como uma fonte de geração de emprego e incentivar a criação de novas empresas.
  • Em Israel, como resposta ao desafio de assimilar um número crescente de imigrantes, uma gama de iniciativas tem sido implementada por meio do programa de Incubadoras Tecnológicas, com o qual mais de quinhentos negócios já se estabeleceram nas 26 incubadoras do projeto. Houve ainda uma avalanche de investimento de capital de risco nas empresas israelenses, sendo que mais de cem empresas criadas em Israel encontram-se com suas situações na NASDAQ.
  • Na França, há iniciativas para promover o ensino de empreendedorismo nas universidades, particularmente para engajar os estudantes. Incubadoras com sede nas universidades estão sendo criadas. Uma competição nacional para novas empresas de tecnologia foi lançada e uma fundação de Ensino do empreendedorismo foi estabelecida.

Em todo o mundo, o interesse pelo empreendedorismo se estende além das ações dos governos nacionais, atraindo também a atenção de muitas organizações multinacionais. Em 1998, a organization for Economic Co-operation and Development (OECD) publicou o informe "Fostering the Entrepreneurship: A Thematic Review", com o...

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