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Título: Tubos e conexões

Tubos e conexões Unoesc 2009 Sumário Introdução 1 Tubulações 2.1 Tubos de PVC 2.2 Tubos de Aço Carbono 2.4 Tubos de Cobre 2.5 Tudo de Polietileno (PE) 2.6 Tubos e Conexões de Ferro Fundido 2.7 Tubos de Concreto. 2.8 Tubos…

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Blocos Econômicos e Globalização

Trabalho enviado por: Karina Cuco e Outros (Vide Trabalho)

Data: 22/04/2003

Blocos Ecômicos e Globalização


1. Introdução

Apresentaremos neste trabalho conceitos, dados estatísticos, localizações geográficas dos principais blocos econômicos e aspectos que geraram a globalização.

Os blocos econômicos são associações de paises que unem para competir no mercado internacional. Citaremos os 10 principais blocos: ALCA, APEC, ASEAN, CARICOM, CEI, MERCOSUL, NAFTA, PACTO ANDINO, SADC E UE.

E um processo de integração mundial com aspectos social, econômica e político que se intensifica nas últimas décadas, a globalização baseia-se na liberação econômica: os estados abandonam gradativamente as barreiras tarifárias que protegem sua produção da concorrência estrangeira e se abrem ao fluxo internacional de bens, serviços e capitais.


1.1. noções básicas sobre socialismo, comunismo e social democracia

1.1.1. Socialismo

O Socialismo é uma doutrina que prega a estatização dos meios de produção, e a falta de classes sociais, numa sociedade sem desigualdades.
A utopia igualitária já esteve presente por todos os cantos, desde o cristianismo primitivo, passando pelos puritanos da revolução inglesa do século XVII, até as lutas por melhores salários dos trabalhadores das primeiras fábricas européias, nos séculos XVIII e XIX. Essas lutas, aliás, sinalizavam o surgimento de um novo sistema, inicialmente na Europa Ocidental: o capitalismo, com duas novas classes - a burguesia, dona dos meios de produção e capital e o proletariado, responsável pelo funcionamento das máquinas, donos de sua força de trabalho. E, ao contrário das outras classes marginalizadas ao longo da história, este proletariado detinha o poder de parar a produção, ao cruzar os braços, em greve.
O surgimento do proletariado trouxe consigo novas ideologias voltadas para a redenção da classe, como o anarquismo e o socialismo. Os socialistas desenvolveram várias teorias sobre como chegar ao poder através de movimentos populares. Foram dois teóricos alemães, Karl Marx e Friedrich Engels, que formularam uma proposta mais acabada de socialismo, no fim do século XIX.
Para Marx, o proletariado aparecia como a única classe social capaz de destruir de uma vez por todas a exploração do homem pelo homem, ao destruir o capitalismo, chegando ao poder pelo caminho da revolução. No poder, os trabalhadores se encarregariam de eliminar as diferenças sociais, o que assinalaria a passagem do socialismo ao comunismo.

1.1.2. Comunismo

O conceito de comunismo refere-se tanto a determinadas doutrinas políticas, sociais e econômicas como a regimes que pretendem realizar na prática os postulados dessas doutrinas. Portanto, é necessário distinguir doutrinas de regimes, já que entre eles a correspondência é imperfeita.

A doutrina comunista apresenta numerosas variantes, todas elas preconizando a abolição da propriedade particular e a apropriação e comum de todas as coisas que satisfazem, direta ou indiretamente, necessidades humanas. O objetivo do comunismo é atingir assim a mais ampla igualdade entre os membros da sociedade. Pressupõe que a eliminação de toda e qualquer desigualdade (pelo menos no que se refere ao bem-estar material) também leve ao desaparecimento do antagonismo entre grupos e classes sociais.

1.1.3. Social Democracia

Social-democracia é uma corrente política que quer corrigir as injustiças sociais e melhorar as condições de vida do povo através de reformas livremente consentidas pela sociedade, dentro de um regime democrático.

A social-democracia é uma das principais forças políticas do mundo neste século. Países como a Inglaterra, Alemanha, Bélgica, Holanda, Suécia, Noruega, Dinamarca, Austrália, França, Espanha e Portugal são ou foram governados por partidos de orientação social-democrática. Em outros países onde os social-democráticas nunca estiveram no governo, as idéias social-democráticas, aliadas à mobilização do povo, inspiraram reforma que acabaram sendo realizadas por outros partidos.

Em poucas palavras, a social-democracia luta pela manutenção e ampliação das liberdades democráticas; pela valorização do trabalho e a elevação do nível de vida dos trabalhadores; pela subordinação do poder econômico ao controle democrático da sociedade.

Os ideais da social-democracia, que no começo do século pareciam "subversos", tornaram-se amplamente aceitos. Hoje todo mundo se diz a favor da democracia, da justiça social e da participação do povo nas decisões. Ou pelo menos evita falar contra. Por isso, para saber o que a social-democracia representa, convêm ir além das declarações geria e ver mais de perto o que os social-democratas pensam – e como atuam na prática – em relação a alguns dilemas políticos do mundo de hoje.


2. Globalização

Historicamente, poderíamos citar quatro grandes globalizações:

  • IMPÉRIO ROMANO: através da força buscava-se formação do grande império. Tudo acontecendo enquanto os gregos filosofavam;
  • GRANDES DESCOBERTAS: ocorrida entre os séculos XIV e XV, desvendaram-se novos continentes e foi aberto o caminho da Índia e da China;
  • SÉCULO XIX: logo após as Guerras napoleônicas quando ocorreu a colonização européia da África e da Ásia; o tratado de livre comércio entre França e Inglaterra; etc.
  • SEGUNDA GUERRA MUNDIAL: após a Segunda Guerra atingindo seu ápice com o colapso do socialismo em 1989/91.

2.1. Evolução histórica

A palavra globalização tem sido bastante divulgada pelos meios de comunicação dos últimos tempos.

Há diversas definições dadas ao termo.

Para Demétrio Magnoli "é o processo pelo qual o espaço mundial adquire unidade". Para o professor Luiz Roberto Lopes "implica uniformização de padrões econômicos e culturais em âmbito mundial".

Historicamente, a globalização propala-se como a economia mundial unificada.

Como as operações de comércio exterior já passaram por diversas doutrinas, primitivamente aparece o feudalismo, sistema de grandes propriedades territoriais isoladas (feudos), pertencentes à nobreza e ao clero e trabalhadores pelos servos da gleba, numa economia de subsistência. Em cada feudo, o senhor fazia as leis, administrava a justiça, cunhava moedas, exigia impostos aos mercadores que transitavam por suas terras e estipulava o tributo que os camponeses, livres e servos tinham que pagar.

Logo após, seguiu-se o mercantilismo, doutrina econômica defensora do acúmulo de divisas em metais preciosos pelo estado, por meio de um comércio exterior de caráter protecionista, estimulado por meio de um comércio exterior de caráter protecionista, estimulado por meio de uma balança comercial favorável que através dela se aumenta o estoque de metais preciosos, com ampla intervenção do Estado na economia.

Sucedeu-lhe o liberalismo, doutrina econômica na qual se estabelece como postulado o livre jogo das forças econômicas, o regime de livre concorrência. A lei da oferta e da procura é a única que deve influir sobre a produção, o consumo e o mecanismo dos preços. A intervenção do estado é totalmente repelida.

Depois veio o protecionismo, doutrina econômica que tem por base a adoção de tarifas ou cotas, para restringir o fluxo das importações. Apóia-se no princípio de que existe interesse em desenvolver num país as suas forças produtoras, pela criação de barreiras alfandegárias, para impedir a concorrência da indústria estrangeira.

De uma luta entre liberalismo e protecionismo, vêm surgindo blocos econômicos pautando o livre comércio entre os países membros e usando o protecionismo contra os paises não-menbros. Tais blocos têm por objetivo a livre circulação de bens, serviços e fatores produtivos entre paises membros, através de eliminação dos impostos alfandegários e da eliminação das restrições não tarifarias. Ao mesmo tempo, buscam impedir que bens, serviços e fatores produtivos originários de países não membros usufruam a eliminação das tarifas alfandegárias e não alfandegárias.

Já que a globalização é ato de exprimir a mesma coisa que livre comércio, ambos levam à supremacia das economias dos países de "primeiro mundo", ou seja, as potencias econômicas sobre a economia dos "paises emergentes". A globalização provoca a submissão desses países àqueles, pois globalização implica concorrência, não existindo entre economias desiguais.

Considerando então, que países de economia avançada passam a liderar a globalização, os países de economia em desenvolvimento ficam alijados da globalização, isto é, de usufruir da economia mundial, restando-lhe pouco da economia unificada, provocando o declínio da atividade econômica, o desemprego, alienação etc.

2.2. Etapas da Integração Econômica

A integração de economias regionais obtém-se pela aproximação das políticas econômicas e da pertinente legislação dos países que fazem parte de uma aliança. Com isso, pretende-se criar um bloco econômico que possibilite um maior desenvolvimento para todos os membros da associação. Vejamos a seguir cada etapa do processo:
Primeira etapa: zona de livre comércio – criação de uma zona em que as mercadorias provenientes dos países membros podem circular livremente. Nessa zona, as tarifas alfandegárias são eliminadas e há flexibilidade nos padrões de produção, controle sanitário e de fronteiras.

Segunda etapa: união aduaneira – além da zona de livre comércio, essa etapa envolve a negociação de tarifas alfandegárias comuns para o comércio realizado com outros países.

Terceira etapa: mercado comum – engloba as duas fases anteriores e acrescenta a livre circulação de pessoa, serviços e capitais.

Quarta etapa: união monetária – essa fase pressupõe a existência de um mercado comum em pleno funcionamento. Consiste na coordenação das políticas econômicas dos países membros e na criação de um único banco central para emitir a moeda que será utilizada por todos.

Quinta etapa: união política – a união política engloba todas as anteriores e envolve também a unificação das políticas de relações internacionais, defesa,...

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