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Título: A Importância do Direito no Desenvolvimento da Cidadania

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Resumo do Livro – História da Riqueza do Homem

Trabalho enviado por: Daniel Pedrosa Aguiar

Data: 27/05/2007


FACULDADE DE TECNOLOGIA DA ZONA LESTE

Resumo do Livro

História da Riqueza do Homem.

INTRODUÇÃO:

Este resumo do livro “A História da Riqueza do Homem” de Leo Huberman – Editora Guanabara tem como objetivo demonstrar o conteúdo do livro ora citado para conhecimento e aprendizado na matéria Geografia Econômica do Curso de Informática – Ênfase em Gestão de Negócios, Segundo Semestre de 2006.


CAPÍTULO 8 – “HOMEM RICO...”

Tudo que os reis viam era o lucro imediato que lhes advinha da desvalorização da moeda. Os conselheiros dos reis se preocupavam com os efeitos da desvalorização da moeda. Os reis não só tentaram por todos os meios, reter todo ouro e prata existentes no país, mas também aumentar sua quantidade, concedendo privilégios especiais aos mineiros.

Nessa época, quando o ouro e a prata eram tão necessários à expansão do comércio, essa mesma expansão levou à descoberta de grandes jazidas desses metais que, por sua vez, conduziram a uma expansão ainda maior do comércio.

E navios se fizeram mar adentro, bravamente em todas as direções. A viagem de Colombo rumo ao Ocidente foi apenas uma do sem-número de viagens semelhantes que se empreenderam.

Nos séculos XVI e XVII as guerras foram quase contínuas, e eram financiadas pelos mercadores e banqueiros.


CAPÍTULO 9 – “... HOMEM POBRE, MENDIGO, LADRÃO”

Durante os séculos XVI e XVII, A IDADE DOS FUGGER foi também a idade dos mendigos, na Holanda, Inglaterra.

A Primeira Guerra Mundial é uma explicação para essa miséria generalizada, bateu todos os recordes de ruínas e misérias nas regiões da Europa onde a luta se travou. Enquanto os mercadores da Inglaterra, Holanda e França, amontoavam fortunas enormes no comércio, os espanhóis haviam descoberto uma forma mais simples de aumentar as somas de dinheiro de sue tesouro. Embora seus exploradores não tivessem conseguido descobrir uma rota par as Índias que lhes proporcionasse lucros comerciais, esbarraram com os continentes da América do Norte e Sul.

Os reis guerreavam, e pagavam para o abastecimento dos soldados. Os espanhóis compravam mais do que vendiam. Em conseqüência dos influxo de metais preciosos para a Europa, os preços se elevaram muito. As pessoas com renda fixa e os salários dos trabalhadores sofreram, um período de alta de preços é quase sempre também um período de elevação de salários, e portanto seria de esperar que no fim tudo desse certo.

Para tentar essa alta nos preços, sentiram que era necessário arrancar mais dinheiro da terra, de duas maneira, o fechamento das terra e a elevação dos arrendamento. O fechamento ocorreu em certas proporções na Europa, principalmente na Inglaterra, era um sistema prejudicial, pois o lavrador empreendedor e dinâmico não podia trabalhar um ritmo próprio, ou tentar novas experiências.

Os arrendamentos e as taxas pagas quando um novo arrendatário tomava conta de uma propriedade estavam praticamente estacionados. Haviam sido fixos pelo hábito e no passado, o hábito tinha força de lei. O movimento de fechamento das terras provocou muito sofrimento, mas ampliou as possibilidades de melhorar a agricultura.

E quando a indústria capitalista teve necessidade de trabalhadores, encontrou parte da mão-de-obra entre esses infelizes desprovidos de terra, que haviam passado a ter apenas a sua capacidade de trabalho para ganhar a vida.


CAPÍTULO 10 – “PRECISAM-SE TRABALHADORES – CRIANÇAS DE DOIS ANOS PODEM CANDIDATAR-SE”

A expansão do mercado. É uma chave importante para a compreensão das forças que produziram a indústria capitalista. Entra em cena o intermediário, e as cinco funções do mestre artesão se reduziram a três - trabalhador, empregador, capataz. Os ofícios de mercador e comerciante deixaram de ser atribuição sua. O intermediário lhe entrega a matéria-prima e recebe o produto acabado. O intermediário coloca-se entre ele e o comprador. A tarefa do mestre artesão passou a ser simplesmente produzir mercadorias acabadas tão logo recebe a matéria-prima.

As corporação pensavam de modo inverso. Sempre que preciso, o intermediário contornava os regulamentos, e regras colocando sua indústria fora da jurisdição da corporação, fora da cidades, onde o trabalho podia ser executado pelo métodos que melhor lhe conviessem, sem se preocupar com as restrições das corporações quanto a salários, número de aprendizes, etc...

No sistema de corporações, que surgira com a economia urbana, o capitalista tinha apenas um papel. Com o sistema de produção doméstica, surgido com a economia nacional, o capital passou a ter papel importante. Era necessário muito dinheiro para comprar matéria-prima para muitos trabalhadores, e para organizar a distribuição dessa matéria prima e sua venda como produto acabado, mais tarde. Era o homem do dinheiro, o capitalista, que se tornava o orientador, o diretor do sistema de produção doméstica.

Nessa época houve a exploração do trabalho infantil, com crianças até de três anos trabalhando.


CAPÍTULO 11 – “OURO, GRANDEZA E GLÓRIA”

A Espanha no século XVI foi o mais rico e poderoso país do mundo, devido ao ouro e a prata, que eram o índice de sua riqueza e poder. Como os governos acreditavam nessa teoria de que quanto mais ouro e prata houvesse num país, tanto mais seria rico, o passe seguinte era óbvio. Baixaram-se leis proibindo a saída desses metais.

A companhia Inglesa das Índias Orientais tinha em seus estatutos uma cláusula que lhe dava o direito de exportar o ouro. Quando no século XVII, muitos panfletários a atacaram por enviar riquezas para fora da Inglaterra. O negócio portanto era exportar mercadorias de valor e importar apenas o que fosse necessário, recebendo o saldo em dinheiro sonante. Isso significa estimular a indústria por todos os meios possíveis, porque seus produtos valiam mais que os da agricultura, e portanto obteriam mais dinheiro nos mercados estrangeiros.

O estímulo público solicitado veio na forma de proteção contra a competição estrangeira, através de altos impostos sobre produtos manufaturados importados. Em certos casos, os governos chegaram mesmo a proibir a importação de determinados artigos, quaisquer circunstâncias.

O estado estava sempre pronto a estimular a indústria, subsidiando-a diretamente ou de qualquer um dos modos já mencionados. Mas a Inglaterra e França não estavam satisfeitas de ver mercadoria inglesas e francesas sendo transportadas pelos navios holandeses. Não lhes agradava pagar bom dinheiro aos marinheiros holandeses para servir de transportadores de seus produtos. As leis de navegação inglesas tinham como um dos objetivos principais tomar aos holandeses o controle dos serviços de transportes marítimos. Se observado que a crença de que não há nada mais importante e necessário para o bem geral do Estado, do que a redução do comércio e indústria de um estado rival só poderia levar a uma coisa: guerra. O fruto da política mercantilista é a guerra, a luta pelos mercados, colônias, e tudo isso mergulhou nações rivais numa guerra após a outra.


CAPÍTULO 12 – DEIXEM-NOS EM PAZ!

1776 foi um ano de revolta. Aos norte-americanos, ele lembra a declaração da independência, a revolta contra a política colonial mercantilista da Inglaterra; aos economistas de todos o mundo, lembra a publicação da Riqueza das nações, de Adam Smith - súmula da rebelião contra a política mercantilista - restrição, regulamentação, contenção. Um número cada vez maior de pessoas não concordava com a teoria nem com a prática mercantilista. Os comerciantes queriam uma parte dos enormes lucros das companhias monopolizadoras privilegiadas. Os homens que tinham dinheiro desejavam usá-lo como, quando e onde lhes aprouvesse. Estavam casados do “podem fazer isso, não podem fazer aquilo”. Estavam enojados das “Leis contra...Impostos sobre...Prêmios para...”. Queriam o comércio livre..

O Inquiry into the Nature and Causes of Wealth of Nations, de Adam Smith, foi um desses livros que dominam a imaginação do público e varrem país após país. Adam Smith se ocupava mais do estudo das causas que influenciam a produção e distribuição da riqueza. A maioria dos mercantilistas tinha interesses a...

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