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Título: Teorias de Taylor, Ford, Fayol e Weber

Teorias de Taylor, Ford, Fayol e Weber, aplicadas na Empresa Bradesco S/A. São Paulo 2009 Sumário 1Introdução 2Frederick Winslow Taylor4 2.1Princípios de Taylor 3Henry Ford 4Jules Henri Fayol 4.1Princípios Básicos 4.2Funções Administrativas 5Maximillian Carl Emil Weber 5.1Analise da Obra 5.2Princípios…


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É Possível Ler na Escola?

Trabalho enviado por: Silas Paes Pinto

Data: 22/04/2003

É Possível Ler na Escola

Boa Vista/RR

Agosto / 2002

 

INTRODUÇÃO

Este projeto tem por finalidade mostrar aos educandos como é fundamentais e importantes a leitura e sua compreensão, através de métodos não muito ordenativos, porém, incentiva-los à prática, pois assim poderão compreender melhor o mundo em que vivem.

Sendo a palavra escrita o instrumento mais eficientemente para a expressão e fixação da cultura e dos conhecimentos científicos e técnicos da sociedade, a leitura constitui a mais importante atividade de aquisição de saberes.

LER é adentrar-se em outros mundos possíveis. É questionar a realidade para compreende-la melhor, é distanciar-se do texto e assumir uma postura crítica frente ao que de fato se diz e ao que se quer dizer, é assumir a cidadania no mundo da cultura escrita... .

É POSSÍVEL LER NA ESCOLA?

Essa pergunta pode parecer estranha: por que colocar em dúvida a viabilidade da leitura em uma instituição cuja missão fundamental sempre foi precisamente a de ensinar a ler e escrever?

Por que, na escola, se supõe (e se avalia, em conseqüência) que existe uma única interpretação correta para cada texto, quando a experiência de todo leitor mostra tantas discussões originadas nas diversas interpretações possíveis de um artigo ou de um romance?

O referido projeto basear-se-á na observação já realizada no Ensino Médio, aonde se propõe um trabalho profícuo e, na elaboração de métodos e atividades que incentivem os alunos a amarem e saberem ler, na escola e no universo de mundo em que elas se inserem.

A tarefa de incentivo à leitura deve apresentar-se com o atrativo das atividades lúdicas e insistir na vertente criativa. O estímulo deve ocorre sob o signo da criatividade, para responder às exigências de aperfeiçoamento pessoal e assim suprimir a influência uniformizadora do ensino tradicional. O objetivo primordial é acima de tudo, levar o leitor potencial a descobrir o valor lúdico do livro, que essa descoberta o ajude na leitura ativa e o leve identificar a diversidade de materiais que se encontram ao seu alcance.

JUSTIFICATIVA

Por exigência do cumprimento da disciplina LT 101 – Prática de Ensino da Língua Portuguesa I, há necessidade de cumprir a carga horária de 10 (dez) horas de estágio em sala de aula, como observador, realizado na Escola Estadual Osvaldo Cruz, em específico, Ensino Médio/1ª série.

OBJETIVO GERAL

Desenvolver e cumprir o projeto ora elaborado na área de leitura, trabalhar os conteúdos exigidos pelo mesmo, levando em consideração o Projeto político Pedagógico da escola, bem como contribuir para a melhoria de aprendizagem da Língua Portuguesa.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

a) Terá como objetivo inicial analisar o projeto político pedagógico da Escola;

b) Analisar o conteúdo que está sendo desenvolvido, na ocasião, pelo professor (a) da disciplina;

c) Analisar a metodologia utilizada pelo professor (a) em suas aulas;

d) Proporcionar ao aluno condições para que desenvolva sua capacidade de ler e interpretar qualquer tipo de texto;

e) Direcionar o aluno a desenvolver o domínio da linguagem oral e escrita e o enriquecimento do vocabulário;

f) Desenvolver a criatividade do aluno através de produção textual.

PROCEDIMENTO DIDÁTICO-METODOLÓGICO

A leitura aparece desvinculada dos propósitos que lhe dão sentido no uso social, porque a construção do sentido não é considerada uma condição necessária para aprendizagem. A teoria oficial na escola parece considerar – diria Piaget – que o funcionamento cognitivo das crianças é totalmente diferente do funcionamento cognitivo dos adultos: enquanto que estes aprendem somente o que lhes ensinam independente de poder ou não lhe atribuir sentido. Por outro lado, segundo as regras institucionais, é o professor que tem o direito (e o dever) de atribuir às atividades que propõe: elas devem cumprir os objetivos estabelecidos para o ensino.

Por que usar textos específicos para ensinar, diferentes dos que são lido fora da escola? Por que enfatizar tanto a leitura oral – pouco freqüente em outros contextos – e tão pouco a leitura silenciosa? Por que esperar que a leitura reproduza literalmente o que está escrito, se os leitores que se preocupam com a construção de significado para o texto evitam perder tempo em identificar cada uma das palavras e apenas substituem-nas por expressões sinônimas?

O hábito da leitura é um "estimulante de apetite?".

A educação, ainda não completou sua missão em despertar o prazer de ler. Por que os alunos não gostam de leitura? O que fazer para incentiva-los? Primeiro, porque a escola faz questão de estraga-la, e a leitura deve ser uma coisa solta, vagabunda, sem ter de fazer relatório.

Ler um texto só para responder a um questionário de compreensão é horrível, estraga tudo. Por que não, desenvolver concertos de leitura, como existem os de piano? Para um concerto, todos têm de saber o texto praticamente de cabeça e para isso têm de ensaiar; lendo, aprendem a gostar.

O professor é aquele que instiga o aluno, partindo de que, cada um (aluno) tem o conhecimento dentro de si, e que o mestre é tão somente esse instigador desse conhecimento. Trata-se de fazer o parto das idéias. Como a velha parteira ou o novo médico fazem, sem forças,...

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