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PATOLOGIAS DO SISTEMA NERVOSO

Trabalho enviado por: Raissa Madureira

Data: 17/04/2017

UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO COLEGIADO DE ENFERMAGEM

Petrolina – PE
2017

PATOLOGIAS DO SISTEMA NERVOSO

RESUMO

O presente trabalho tem como objetivo, detalhar algumas doenças que acometem o sistema nervoso. Vamos conhecer em que consistem, seus sintomas, seu tratamento, a quem afetam e como as prevenir. Também contribuiremos dados muito interessantes com respeito à cada uma das doenças que podem servir como uma prevenção no aparecimento destas enfermidades, evitando maiores problemas. Enfatizaremos algumas das patologias que mais acometem, são elas: Esclerose Múltipla, Parkinson, Huntigton, Poliomielite, Epilepsia, Alzheimer, Acidente Vascular Cerebral, Epilepsia e Mielopatia. Além de mostrar os riscos que temos ao não cuidarmos devidamente, quando infectados. Este pode ser atacado por vírus, bactérias e parasitas. Consideramos o tema bastante interessante, uma vez que é uma oportunidade de aprofundar mais este tema o que se pode refletir positivamente na compreensão da disciplina de processos patológicos gerais, relacionada com o sistema nervoso.

Palavras- chave: Patologias Degenerativas; Enfermagem; Sistema Nervoso

ABSTRACT

The present work aims to detail some diseases that affect the nervous system. Let us know what they consist of, their symptoms, their treatment, who they affect and how to prevent them. We will also contribute very interesting data regarding each of the diseases that can serve as a prevention in the appearance of these diseases, avoiding major problems. We will emphasize some of the pathologies that most affect, are: Multiple Sclerosis, Parkinson's, Huntigton, Poliomyelitis, Epilepsy, Alzheimer's, Stroke, Epilepsy and Myelopathy. Besides showing the risks that we have when not taking care properly, when infected. This can be attacked by viruses, bacteria and parasites. We consider the subject quite interesting, since it is an opportunity to delve deeper into this theme which can be positively reflected in the understanding of the discipline of general pathological processes, related to the nervous system.

Keywords: Degenerative pathologies; Nursing; Nervous system

Sumário
INTRODUÇÃO
O SISTEMA NERVOSO
O Sistema Nervoso Central
O Telencéfalo
O Diencéfalo (Tálamo E Hipotálamo)
O Tronco Encefálico
O Cerebelo
ESCLEROSE MÚLTIPLA
INTRODUÇÃO
HISTÓRIA
PATOLOGIA
ETIOLOGIA
DIAGNÓSTICO
TRATAMENTOS
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Doença de Parkinson
História
Patologia
SINAIS E SINTOMAS
TRATAMENTO
PAPEL DO ENFERMEIRO
DOENÇA DE HUNTINGTON
HISTÓRIA
PATOLOGIA
DIAGNÓSTICO
TRATAMENTO
EPILEPSIA
CAUSAS
DIAGNÓSTICO
TRATAMENTO
CUIDADOS DE ENFERMAGEM
ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL (AVC)
PATOLOGIA
SINAIS E SINTOMAS
CAUSAS
FATORES DE RISCO:
INTERVENÇÃO DE ENFERMAGEM
DOENÇA DE ALZHEIMER
FATORES DE RISCO
SINTOMAS
PROGNÓSTICO
DIAGNÓSTICO
BIOMARCADORES
TRATAMENTO
POLIOMIELITE
INTRODUÇÃO
PATOLOGIA
TRANSMISSÃO
PREVENÇÃO
TRATAMENTO
MIELOPATIA
INTRODUÇÃO
CAUSAS
TRATAMENTO
DISCUSSÕES
ESCLEROSE MÚLTIPLA
DOENÇA DE PARKINSON
DOENÇA DE HUNTINGTON
EPILEPSIA
ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL
ALZHEIMER
POLIOMIELITE
MIELOPATIA
CONCLUSÃO
REFERÊNCIAS

INTRODUÇÃO

A principal unidade funcional do Sistema Nervoso Central (SNC) é o neurônio. De todas as células do organismo, os neurônios possuem uma capacidade única de receber, de armazenar e de transmitir as informações. Os neurônios de diferentes tipos e em diferentes locais possuem propriedades distintas, incluindo seus papéis funcionais, a distribuição de suas conexões, os neurotransmissores utilizados e necessidades metabólicas, além dos níveis de atividade elétrica em um determinado momento. Um grupo de neurônios, não necessariamente agrupados em uma região do encéfalo, podem apresentar vulnerabilidade seletiva as várias agressões, uma vez que eles compartilham uma ou mais destas incapaz de realizar divisão celular, a destruição mesmo de um pequeno número de neurônios essenciais para a função específica, pode deixar o indivíduo com déficits neurológicos. As populações de células tronco podem representar um mecanismo potencial de reparo após uma lesão. O SNC é afetado por uma série de distúrbios neurológicos e també responde a agressões comuns (p. ex., isquemia, infecção) de maneira distinta dos outros tecidos.

Patologia celular do Sistema Nervoso Central Reações dos Neurônios à lesão. Os neurônios têm estrutura e dimensões que variam consideravelmente tanto ao longo do sistema nervoso como dentro de uma determinada região encefálica. As especializações estruturais associadas à função neuronal incluem as relacionadas à transmissão sináptica, assim como diferenciação axonal e dendrítica.

Os neurônios compartilham as vias para responder às lesões, incluindo mecanismos apoptóticos com células de outros tecidos.

Durante o desenvolvimento, a apoptose neuronal possui um papel importante na definição do número de neurônios. Estes mecanismos também participam em uma variedade de doenças, incluindo algumas neuro degenerativas. Os padrões principais de lesão neuronal são os seguintes:

Lesão neuronal aguda (“neurônios vermelhos”) se refere ao espectro de alterações que acompanha a hipóxia/isquemia aguda do SNC ou outro agressor agudo e reflete a morte celular, ou por necrose ou por apoptose. Neurônios vermelhos são evidentes em preparações de hematoxilina e eosina (HE) em torno de 12 a 24 horas após o evento de hipóxia/isquemia irreversível. Os padrões morfológicos consistem em retração do corpo celular, picnose do núcleo, desaparecimento do nucléolo e perda da substância de Nissl, com intensa eosinofilia no citoplasma.

Lesão neuronal subaguda e crônica (“degeneração”) se refere à morte neuronal que ocorre como resultado de um processo de doença progressiva de alguma duração, como observado em determinadas doenças neurológicas de desenvolvimento lento, como a esclerose lateral aminotrófica (ELA).

O padrão histológico característico é a perda celular, frequentemente envolvendo de forma seletiva grupos de neurônios funcionalmente relacionados, e glicose reativa. Quando o processo está em um estágio inicial, a perda celular é difícil de ser detectada. As alterações gliais reativas associadas são com frequência, o melhor indicador do processo patológico. Para muitas destas doenças, existe evidência de que a perda celular ocorre devido à apoptose. A degeneração neuronal transsináptica é observada quando existe um processo destrutivo que interrompe e maioria das aferências de um grupo de neurônios.

Reação axonal se refere à reação no interior do corpo celular eu auxilia a regeneração do axônio. Ela é melhor observada nas células do corno anterior da medula espinal quando os axônios motores são seccionados ou gravemente danificados. Ocorre um aumento da síntese de proteínas associadas ao brotamento axonal. Isto se reflete no aumento do tamanho e arredondamento do corpo celular deslocamento periférico do núcleo, aumento do tamanho do nucléolo e dispersão da substancia de Nissl do centro para a periferia da célula (cromatólise central).

O dano neuronal pode estar associado a uma grande variedade de alterações subcelulares nas organelas neuronais e no citoesqueleto.

As inclusos neuronais podem ocorrer como uma manifestação do processo de envelhecimento com o depósito intracitoplasmático de lípides complexos (lipofuscina), proteínas ou carboidratos. O depósito citoplasmático anormal de lípides complexos e de outras substancias também ocorre em distúrbios do metabolismo geneticamente determinados, no qual os substratos ou intermediários se acumulam.

A infecção viral pode levar a inclusões intranucleares anormais, como observadas na infecção viral pode levar a inclusões intranucleares anormais, como as observadas na infecção herpética (corpúsculo de Cowdry),inclusões citoplasmática, como as observadas na raiva (corpúsculo de Negri),ou tanto o núcleo quanto o citoplasma na infecção por citomegalovirus (CMV).

Algumas doenças degenerativas do SNC estão associadas a inclusões intracitoplasmáticas, como os emaranhados neurofibrilares na doença de Alzheimer e os corpúsculos de Lewy na doença de Parkinson. Outras doenças causam vacuolização anormal do pericárdio e do neurópilo de processos celulares neuronais (doença de Creutzeldt-Jakob). Estes agregados são altamente resistentes à degradação, contem proteínas com conformação alterada, e podem resultar de mutações que afetam o enovelamento da proteína, sua ubiquitinização e o seu tráfego intracelular. Pode-se citar estes distúrbios como proteinopatias. Existem evidências em muitas destas doenças que os agregados visíveis não são a base da lesão celular; ao contrário, pequenos multímeros das proteínas (olligômeros) seriam os mediadores críticos do dano.

O SISTEMA NERVOSO

O SNC recebe, analisa e integra informações. É o local onde ocorre a tomada de decisões e o envio de ordens.

O SNP carrega informações dos órgãos sensoriais para o sistema nervoso central e do sistema nervoso central para os órgãos efetores (músculos e glândulas).

O Sistema Nervoso Central

O SNC divide-se em encéfalo e medula. O encéfalo corresponde ao telencéfalo (hemisférios cerebrais), diencéfalo (tálamo e hipotálamo), cerebelo, e tronco cefálico, que se divide em: BULBO, situado caudalmente; MESENCÉFALO, situado cranialmente; e PONTE, situada entre ambos.

No SNC, existem as chamadas substâncias cinzenta e branca. A substância cinzenta é formada pelos corpos dos neurônios e a branca, por seus prolongamentos. Com exceção do bulbo e da medula, a substância cinzenta ocorre mais externamente e a substância branca, mais internamente.

Os órgãos do SNC são protegidos por estruturas esqueléticas (caixa craniana, protegendo o encéfalo; e coluna vertebral, protegendo a medula - também denominada raque) e por membranas denominadas meninges, situadas sob a proteção esquelética: dura-máter (a externa), aracnóide (a do meio) e piamáter (a interna). Entre as meninges aracnóide e pia-máter há um espaço preenchido por um líquido denominado líquido cefalorraquidiano ou líquor.

O Telencéfalo

O encéfalo humano contém cerca de 35 bilhões de neurônios e pesa aproximadamente 1,4 kg. O telencéfalo ou cérebro é dividido em dois hemisférios cerebrais bastante desenvolvidos. Nestes, situam-se as sedes da memória e dos nervos sensitivos e motores. Entre os hemisférios, estão os VENTRÍCULOS CEREBRAIS (ventrículos laterais e terceiro ventrículo); contamos ainda com um quarto ventrículo, localizado mais abaixo, ao nível do tronco encefálico. São reservatórios do LÍQUIDO CÉFALO-RAQUIDIANO, (LÍQÜOR), participando na nutrição, proteção e excreção do sistema nervoso.

Em seu desenvolvimento, o córtex ganha diversos sulcos para permitir que o cérebro esteja suficientemente compacto para caber na calota craniana, que não acompanha o seu crescimento. Por isso, no cérebro adulto, apenas 1/3 de sua superfície fica "exposta", o restante permanece por entre os sulcos.

O córtex cerebral está dividido em mais de quarenta áreas funcionalmente distintas, sendo a maioria pertencente ao chamado neocórtex. Cada uma das áreas do córtex cerebral controla uma atividade específica.

- hipocampo: região do córtex que está dobrada sobre si e possui apenas três camadas celulares; localiza-se medialmente ao ventrículo lateral.

- córtex olfativo: localizado ventral e lateralmente ao hipocampo; apresenta duas ou três camadas celulares.

- neocórtex: córtex mais complexo; separa-se do córtex olfativo mediante um sulco chamado fissura rinal; apresenta muitas camadas celulares e várias áreas sensoriais e motoras. As áreas motoras estão intimamente envolvidas com o controle do movimento voluntário.

A região superficial do telencéfalo, que acomoda bilhões de corpos celulares de neurônios (substância cinzenta), constitui o córtex cerebral, formado a partir da fusão das partes superficiais telencefálicas e diencefálicas. O córtex recobre um grande centro medular branco, formado por fibras axonais (substância branca). Em meio a este centro branco (nas profundezas do telencéfalo), há agrupamentos de corpos celulares neuronais que formam os núcleos (gânglios) da base ou núcleos (gânglios) basais - CAUDATO, PUTAMEN, GLOBO PÁLIDO e NÚCLEO SUBTALÂMICO, envolvidos em conjunto, no controle do movimento. Parece que os gânglios da base participam também de um grande número de circuitos paralelos, sendo apenas alguns poucos de função motora. Outros circuitos estão envolvidos em certos aspectos da memória e da função cognitiva.

O Diencéfalo (Tálamo E Hipotálamo)

Todas as mensagens sensoriais, com exceção das provenientes dos receptores do olfato, passam pelo tálamo antes de atingir o córtex cerebral. Esta é uma região de substância cinzenta localizada entre o tronco encefálico e o cérebro. O tálamo atua como estação retransmissora de impulsos nervosos para o córtex cerebral.

Ele é responsável pela condução dos impulsos às regiões apropriadas do cérebro onde eles devem ser processados. O tálamo também está relacionado com alterações no comportamento emocional; que decorre, não só da própria atividade, mas também de conexões com outras estruturas do sistema límbico (que regula as emoções).

O hipotálamo, também constituído por substância cinzenta, é o principal centro integrador das atividades dos órgãos viscerais, sendo um dos principais responsáveis pela homeostase corporal. Ele faz ligação entre o sistema nervoso e o sistema endócrino, atuando na ativação de diversas glândulas endócrinas. É o hipotálamo que controla a temperatura corporal, regula o apetite e o balanço de água no corpo, o sono e está envolvido na emoção e no comportamento sexual. Tem amplas conexões com as demais áreas do prosencéfalo e com o mesencéfalo.

Aceita-se que o hipotálamo desempenha, ainda, um papel nas emoções. Especificamente, as partes laterais parecem envolvidas com o prazer e a raiva, enquanto que a porção mediana parece mais ligada à aversão, ao desprazer e à tendência ao riso (gargalhada) incontrolável. De um modo geral, contudo, a participação do hipotálamo é menor na gênese (“criação”) do que na expressão (manifestações sintomáticas) dos estados emocionais.

O Tronco Encefálico

O tronco encefálico interpõe-se entre a medula e o diencéfalo, situando-se ventralmente ao cerebelo. Possui três funções gerais; (1) recebe informações sensitivas de estruturas cranianas e controla os músculos da cabeça; (2) contém circuitos nervosos que transmitem informações da medula espinhal até outras regiões encefálicas e, em direção contrária, do encéfalo para a medula espinhal (lado esquerdo do cérebro controla os movimentos do lado direito do corpo; lado direito de cérebro controla os movimentos do lado esquerdo do corpo); (3) regula a atenção, função esta que é mediada pela formação reticular (agregação mais ou menos difusa de neurônios de tamanhos e tipos diferentes, separados por uma rede de fibras nervosas que ocupa a parte central do tronco encefálico). Além destas 3 funções gerais, as várias divisões do tronco encefálico desempenham funções motoras e sensitivas específicas.

Na constituição do tronco encefálico entram corpos de neurônios que se agrupam em núcleos e fibras nervosas, que,  por sua vez, se agrupam em feixes denominados tractos, fascículos ou lemniscos. Estes elementos da estrutura interna do tronco encefálico podem estar relacionados com relevos ou depressões de sua superfície. Muitos dos núcleos do tronco encefálico recebem ou emitem fibras nervosas que entram na constituição dos nervos cranianos. Dos 12 pares de nervos cranianos, 10 fazem conexão no tronco encefálico.

O Cerebelo

Situado atrás do cérebro está o cerebelo, que é primariamente um centro para o controle dos movimentos iniciados pelo córtex motor (possui extensivas conexões com o cérebro e a medula espinhal). Como o cérebro, também está dividido em dois hemisférios. Porém, ao contrário dos hemisférios cerebrais, o lado esquerdo do cerebelo está relacionado com os movimentos do lado esquerdo do corpo, enquanto o lado direito, com os movimentos do lado direito do corpo. O cerebelo recebe informações do córtex motor e dos gânglios basais de todos os estímulos enviados aos músculos. A partir das informações do córtex motor sobre os movimentos musculares que pretende executar e de informações proprioceptivas que recebe diretamente do corpo (articulações, músculos, áreas de pressão do corpo, aparelho vestibular e olhos), avalia o movimento realmente executado.

Após a comparação entre desempenho e aquilo que se teve em vista realizar, estímulos corretivos são enviados de volta ao córtex para que o desempenho real seja igual ao pretendido. Dessa forma, o cerebelo relaciona-se com os ajustes dos movimentos, equilíbrio, postura e tônus muscular.

ESCLEROSE MÚLTIPLA

INTRODUÇÃO

Esclerose múltipla (EM), ou esclerose em placas também designada por "esclerose disseminada", é uma doença desmielinizante de etiologia ainda desconhecida, caracterizada por uma reação inflamatória na qual são danificadas as bainhas de mielina que envolvem os axônios dos neurônios cerebrais e medulares, levando à sua desmielinização e ao aparecimento de um vasto quadro de sinais e sintomas. A doença manifesta-se geralmente em jovens adultos e é mais frequente em mulheres numa razão de cerca de 3:1.

HISTÓRIA

A Esclerose Múltipla (EM) começou a ser pesquisada com maior objetividade científica a partir dos primeiros anos do Século XX. Sua identificação, no entanto, foi esboçada desde que Augustus d'Este introduziu, nos anos 1800, a primeira descrição documentada dos sintomas da doença que, para ele, estariam associados a eventos estressantes, como acompanhar um funeral, por exemplo.

Em 1844, Cruveilher descreveu pela primeira vez as lesões anatômicas responsáveis pelas manifestações clínicas da EM, enquanto o pesquisador JeanMartin Charcot confirmou, em 1878, o diagnóstico efetivo da doença e estabeleceu sua definição clínica.

A descoberta da Bainha de Mielina, no entanto, somente ocorreu, em 1878, graças aos estudos de Louis Ranvier.

Posteriormente, outros pesquisadores contribuíram com investigações mais profundas nesse campo, até demonstrarem a importância da mielina na condução das mensagens ou impulsos nervosos.

Mais tarde, no decorrer de 1955, aconteceram dois eventos importantes para a compreensão mais detalhada da Esclerose Múltipla.

Os pesquisadores Ross e Reitan demonstraram que os portadores dessa enfermidade apresentavam graves dificuldades em exercer atividades que exigiam força e coordenação motora, além de dificuldades intermediárias na formação de conceitos, mas preservavam sua capacidade de raciocinar e falar.

John Kurtzke desenvolveu a primeira escala capaz de classificar os diferentes...

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