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Título: Teorias de Taylor, Ford, Fayol e Weber

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Higiene em Educação Física

Trabalho enviado por: Thelúzio Klayton Marinho Campos

Data: 22/04/2003

Higiene em Educação Física

Setembro de 1999

 

PRIMEIRA PARTE

INFORMAÇÃO

* Saúde e desenvolvimento *

Conteúdo:

01. Saúde;

02. Higiene;

03. Como se consegue proteger e melhorar a saúde;

04. Medicina preventiva;

05. Saneamento;

06. Educação sanitária;

07. Desenvolvimento de um país;

08. Quando um país é subdesenvolvido;

09. Principais causas do desenvolvimento da população;

10. Como a doença e a subnutrição influenciam no subdesenvolvimento da população.

Informações iniciais:

O conhecimento da estreita relação existente entre a saúde da população e o desenvolvimento do país é importante para que possamos melhor identificar as causas reais dos nossos principais problemas sociais e econômicos.

Nesta unidade veremos a estreita relação existente entre a saúde da população e o desenvolvimento do país, pois, não podemos construir a grandeza de uma Nação baseada no trabalho de homens famintos, depauperados e doentes.

O desenvolvimento de u país é fruto da saúde do seu povo, sendo por sua vez a saúde reflexo das condições sociais e econômicas da população.

Apesar de esforços que órgãos do governo vêm dispensando aos nossos problemas de saúde, a população brasileira, principalmente a nordestina, continua a apresentar grande número de doenças e mortes provocadas por doenças transmissíveis, que poderiam ser evitadas.

Sendo o Brasil um país desigualmente desenvolvido, e sendo o nordeste uma das regiões de piores condições de vida, é nossa região que apresenta um dos mais baixos padrões de saúde do país.

01. Saúde é um estado de complexo bem estar físico, social e mental:

Segundo o conceito atualmente adotado, a saúde não é apenas a ausência de doenças do corpo ou da mente.

Para que uma pessoa possa gozar de saúde, é necessário que além de não apresentar problemas de ordem física ou mental, esteja em paz consigo e com as pessoa da comunidade em que vive – o bem estar.

O ambiente em que vivemos - incluindo as pessoas que nos cercam é , portanto, de fundamental importância para a nossa saúde.

02. Higiene: é a ciência que tem por finalidade proteger e melhorar a saúde.

A higiene tem por finalidade não só manter um estado de completo bem estar físico, social e mental, como proporcionar meios para que a comunidade, mesmo sendo saudável, possa melhorar o seu bem estar social e aprimorar a raça.

03. Conseguimos proteger e melhorar a saúde através da :

  • Medicina preventiva;
  • Saneamento;
  • Educação sanitária.

04. A medicina preventiva prepara o homem para enfrentar o meio em que vive:

A todo momento da sua existência, está o homem sujeito as doenças transmissíveis, que se transmitem das pessoas doentes para as sadias.

Para evitar essas doenças, dispõe a medicina preventiva, de eficazes armas – as vacinas – que protegem o homem, tornando-o resistente ao micróbios existente no meio.

Exemplo histórico do que pode fazer a medicina preventiva é o da Varíola, também conhecida no nosso meio por bexiga, que tanto traumatizou os nossos antepassados e que foi totalmente eliminada do nosso meio, através da vacinação permanente da nossa população.

05. O saneamento condiciona o meio, tornando-o mais propício ao homem:

O saneamento é um modo eficaz e racional de proteção e melhora da saúde do homem.

Consiste o saneamento em evitar que as pessoas sadias sejam contaminadas pelos micróbios existentes no meio, através da eliminação com medidas de saneamento ambiental.

Exemplo histórico do que pode fazer o saneamento pelo homem é o peste bubônica, também conhecida por peste negra, que na idade média chegou a matar milhões de pessoas e atualmente foi eliminada através da melhoria das condições sanitárias das nossas cidades.

06. A educação sanitária estabelece uma série de normas relativas aos cuidados que devem ser tomados pelo homem:

Aliada à medicina preventiva e ao saneamento, a educação sanitária também é de fundamental importância para a proteção e melhora da saúde.

Ensina a educação sanitária uma série de normas relativas aos cuidados que devem ser tomados pelo homem ao longo da sua existência, o que ajuda a prolongar a vida e assegurar a eficiência do corpo e da mente, por meio dos esforços da coletividade.

07. Desenvolvimento de um país é o processo que tem o objetivo de realizar a sua indepen-

dência econômica e política, o processo e o bem estar da sua população:

O principal objetivo do desenvolvimento de um país é o progresso e o bem estar da sua população.

É condenável o processo de desenvolvimento que não proporciona as pessoas o indispensável para o seu conforto material e consequentemente paz de espírito e bem estar social.

Para que um país possa desenvolver-se, é fundamental a sua independência política e econômica, pois, só assim podem os dirigentes, tomar as medidas que visem o bem estar do país e de sua população.

08. Um país é subdesenvolvido quando a grande maioria da sua população é subdesenvolvida:

Sendo o subdesenvolvimento de um país o resultado do esforço e do trabalho dos seus habitantes, ao longo do tempo, quando a grande maioria da população é subdesenvolvida, forçosamente o país é subdesenvolvido.

09. As principais causa do subdesenvolvimento da população são as doenças e a subnutrição.

10. A doença e a subnutrição influenciam no desenvolvimento da população do seguinte modo:

10.1. A pessoa sadia adoece:

Quanto mais subdesenvolvida uma região, piores são as condições sanitárias, o que favorece a transmissão dos micróbios das pessoas doentes para as sadias.

10.2. Adoecendo trabalha menos:

Ao adoecer, a pessoa fica com o seu organismo debilitado, o que provoca uma menor disposição para o trabalho.

10.3. Trabalhando menos reduz o seu ganho:

Quanto mais subdesenvolvido é uma população mais o seu ganho é proveniente do trabalho braçal.

Com a doença, reduzindo o seu trabalho, trabalhando um menor tempo e produzindo menos, ganha consequentemente menos.

10.4. Ganhando menos alimenta-se mal:

Normalmente, nas regiões subdesenvolvidas, a que a pessoa ganha destina-se quase que exclusivamente a sua alimentação e da sua família geralmente numerosa.

Com a redução do seu ganho e como nunca conseguiu fazer uma reserva do que ganhou com seu trabalho, a conseqüência é a redução da alimentação da família.

10.5. Alimentando-se mal piora à saúde:

Quando uma pessoa adoece, tem grande necessidade de alimentar-se bem para conseguir restabelecer-se da doença.

Se, ao contrário, alimenta-se inadequadamente, piora ainda mais a saúde é retarda o seu restabelecimento.

10.6. Piorando a saúde, trabalha ainda menos:

A pessoa, ao piorar o seu estado de saúde, reduz ainda mais a sua capacidade de trabalho, diminui o seu ganho, alimenta-se menos e agrava-se mais ainda o seu estado de saúde, ciclo esse que termina algumas vezes com a sua morte.

INFORMAÇÃO

* Histórico do saneamento *

Conteúdo:

01. O saneamento na Antigüidade;

02. O saneamento na Idade Média;

03. Conseqüências das péssimas condição sanitárias ( Idade Média );

04. Conseqüências para as nossas comunidades.

Informações inicias:

O conhecimento do histórico do saneamento constitui importante contribuição para a compreensão das atuais condições sanitárias das nossas comunidades.

Para a melhor compreensão dos atuais hábitos de higiene da nossa população, é importante conhecer as condições sanitárias existentes na Europa na época da nossa colonização.

Os colonizadores portugueses trouxeram para o Brasil os péssimos hábitos de higiene existentes na Europa, quando do nosso descobrimento, o que vêm a se refletir, até os nossos dias, nas péssimas condições sanitárias das nossas comunidades, e consequentemente, no baixo padrão de saúde das nossas populações.

01. O saneamento na Antigüidade:

01.1.Bagdá ( há 4500 anos ):

  • Redes de águas e esgotos ( tijolos );
  • Instalações internas em tubulações de barro;
  • Aparelhos sanitários com caixa de descarga.

No ano 2500 a.C., portanto há 4500anos da nossa época, já existia distribuição pública de água e coleta de esgotos sanitários nos domicílios, nos arredores da cidade de Bagdá.

A coleta de esgotos sanitários era feita através de colonizações no interior do domicílio, dotados inclusive de caixa de descarga nos aparelhos sanitários.

Essas instalações internas eram construídas de tubulações de barro, estando ligadas aos coletores públicos, feitos de tijolos existindo, portanto, um completo serviço público de coleta de esgoto sanitários.

01.2. Roma ( há 3000 anos ):

  • Captação a quilômetros de distância, trazendo a água nos aquedutos Romanos;
  • Rede de água e esgotos ( cloaca máxima );
  • Instalações internas completas;
  • Termas públicas.

Embora Roma tivesse manancial de água para o seu suprimento nas proximidades, acerca de 3000 anos da nossa época, foi captar água para seu abastecimento a quilômetros de distância, trazendo canalizada nos famosos aquedutos romanos, o que demonstra a preocupação, então já existente, no fornecimento de água pura à população.

Paralelamente a essas obras, foi construída a cloaca máxima, destinada a coleta dos esgotos sanitários, o que veio adotar a cidade de Roma, naquela época, de eficientes serviços de distribuição de água e de coleta dessa água, nas residências, após a sua serventia e conseqüente poluição.

01.3. Pela, na Macedônia ( há 2500 anos ):

  • Redes de água e esgotos;
  • Tratamento ( grandes tanques de argila, com tampas para limpeza ).

Há 2500 anos, a cidade de Pela, na Macedônia, já contava com complexa rede de água, feita do barro cozido, com grandes tanques de argilas que serviam de filtros, os quais possibilitavam o fornecimento de água limpa as residências.

Esses tanques tinham tampas para que a sujeira pudesse ser removida periodicamente.

Paralelo a esse sistema, havia encanamento para a coleta dos esgotos sanitários.

01.4. Chineses tratavam a água com Alúmen ( sulfato de alumínio ):

Há centenas de anos passados, os chineses já tratavam a água para consumo público, usando alúmen para tratamento da água processo hoje ainda utilizado em grande escala nas modernas estações de tratamento de água.

01.5. Indus (há 4500 anos) tratavam a água exposição a luz solar, fervura e filtração.

No livro de conselhos médicos indu, datado 4000 anos atrás, "Ostruta Shangita", encontra-se o conselho que a água deve ser mantida em recipiente de cobre, exposta a luz solar, e a seguir filtrada através do carvão.

Em "Ayuda Veda", também dos indús, aconselha-se a tratar a água estragada através da fervura, expondo-a a luz do sol introduzindo dentro dela, por sete vezes, uma barra de cobre quente, a seguir filtrá-la e resfriá-la em pote de barro.

01.6. Hebreus:

  • Tratavam a água;
  • Lavavam as mãos.

Os hebreus conheciam processos de tratamento da água e entre os seus preceitos de higiene, havia a obrigatoriedade de lavagem das mãos antes das refeições e após a execução das necessidades fisiológicas.

01.7. Grécia:

Enterravam as fezes ou as transportavam para longe das residências. Na antiga Grécia era norma enterrar as fezes, ou pelo menos, atirá-las longe das residências.

02. Saneamento na Idade Média:

02.1. Retrocesso ( falta de difusão dos conhecimentos de saneamento ):

  • Consumo de água: um litro diária por habitante;
  • O sai de baixo;
  • Guarda urbanos.

A falta de difusão dos conhecimentos de saneamento levou a um retrocesso, sendo prova disso o pouco uso da água durante a Idade Média, atingindo o consumo por habitantes, em algumas cidades há apenas 1 litro diário.

Outro exemplo disso é o espetáculo do "sai de baixo". Como as cidades da Idade Média não dispusessem de coleta de esgotos sanitário ou fossas, nas residências, as fezes, urina e água servidas eram lançadas em via pública, o que provocava muitos atritos entre seus habitantes.

Passando esses atritos a se constituírem um grave problema, principalmente pelo grande aumento populacional sofrido por algumas cidade medievais, institui-se uma medida falha, por combater apenas o efeito – lançamento dos dejetos na via pública, esquecendo a principal causa – falta de um destino adequado para esses detritos; passando, então, algumas cidades a dotar uma única hora para o lançamento simultâneo dos refúgios, fato esse que ficou conhecido como a hora do "sai de baixo".

Entretanto, como aumentasse o intercâmbio entre as cidades medievais, visando principalmente a troca de mercadorias, e cada uma tivesse a sua própria hora do "sai de baixo", os atritos com forasteiros passaram a torna-se cada vez mais freqüente, o que levou algumas cidades a instituir uma equipe de guardas urbanos, com a finalidade de fiscalizar as vias públicas durante a hora do "sai de baixo", avisando aos pedestres que se recolhessem, porque era a hora do lançamento dos refúgios.

03. Conseqüências das péssimas condições sanitária ( na Idade Média ):

03.1. Epidemias ( peste negra ):

As conseqüências das péssimas condições sanitárias não tardaram, pois, logo tornou-se freqüente, o aparecimento de epidemias entre as populações das cidades medievais.

Como exemplo podemos citar a "peste negra", epidemia de peste bubônica, transmitida principalmente pelos ratos, que periodicamente se alastrava, chegando em alguns casos, a dizimar mais da metade da população da Europa na época.

Vale ressaltar, que além das péssimas condições sanitárias, outro fator contribui para o aumento incontrolável dos ratos o que provocava a grande extensão de epidemia: o extermínio dos gatos, promovido na época, provocado pelo fanatismo religioso existente na Idade Média.

04. Conseqüências para nossa população:

04.1. Péssimo hábitos de higiene, trazidos pelos colonizadores e mantidos até hoje:

Quando da vinda dos nossos colonizadores, era esse o quadro sanitário existente na Europa e transmitido às primeiras gerações de brasileiros.

Até pouco tempo, essas condições sanitárias eram mantidas na sua quase totalidade do nordeste, sobretudo entre a população rural nordestina, devido a falta de difusão de conhecimento de higiene e pela ausência de uma política realista de suprimento, que visasse equacionar e resolver os graves problemas ainda existentes.

Na última década, com o processo que acelerou o desenvolvimento de nosso país, e provocou modificações nas arcáicas estruturas existentes, e com a elaboração e execução de política de saúde incluindo o PLANASA – plano nacional de saneamento – as nossas condições sanitárias começam a apresentar sensível modificações, refletindo-se, consequentemente na melhoria dos padrões de saúde de nossa população.

 

INFORMAÇÃO

* Doença transmissíveis = conceitos básicos*

Conteúdo:

01. Doenças transmissíveis;

02. Doenças transmissíveis mais importantes para a saúde pública;

03. Parasitoses;

04. Penetração dos parasitos no organismo humano;

05. Como os parasitos penetram pela boca;

06. Doenças cujos parasitos penetram pela pele;

07. Como os parasitos penetram pela pele;

08. Doenças cujos parasitos penetram pela pele;

09. Como os parasitos penetram pelo nariz;

10. Doenças cujos parasitos penetram pelo nariz.

Informações iniciais:

O conhecimento sobre as doenças transmissíveis e como elas penetram no organismo humano, é de fundamental importância para que possamos evitá-las através da utilização de medidas preventivas.

As Parasitoses ainda ocupam papel de importância na nossa região, pelo fato de atingirem a maior parte da nossa população.

Sendo as Parasitoses transmitidas das pessoas doentes para as sadias, é importante conhecermos como se transmitem essas doenças, por onde penetram os parasitos e quais as principais Parasitoses, para que possamos evitá-las.

01. Doença transmissível é a doença que se transmite de pessoa ou animal doente para uma pessoa sadia.

Embora algumas doenças, tais como o Câncer e as doenças de coração sejam também importantes para a saúde pública, no Brasil, principalmente nas regiões menos desenvolvidas, as doenças transmissíveis merecem mais atenção, por atingirem um maior número de pessoas.

Embora as doenças transmissíveis, muitas vezes, não transmissíveis, muitas vezes, não provoquem de imediato os males que o câncer ou as do coração provocam no organismo humano, o fato deles encontrarem grande facilidade de propagação entre as populações mais desprotegidas, provocam uma maior pobreza, por reduzirem, a capacidade de trabalho, ou mesmo incapacitando a pessoa para o trabalho, e fazem com que elas devam merecer maior atenção da saúde pública.

02. As parasitoses são doenças causadas por parasitos ( vermes e micróbios que vivem às custas do nosso organismo ).

Como vimos, a doença transmissível é a que se transmite de pessoas ou animal doente para as pessoas sadias.

O responsável pela transmissão são os parasitas, vermes ou micróbios que vivem as custas de nossos organismo, prejudicando-o, reduzindo nossas capacidades de trabalho e muitas vezes levando-nos à morte.

03. Micróbios são pequeníssimos organismos que só podem ser vistos com microscópio.

Enquanto os vermes podem ser observados normalmente, devido ao seu tamanho, os micróbios são invisíveis, necessitando para serem observados, de um aparelho de aumento chamado microscópio.

Alguns vermes chegam atingir vários metros, a solitária. Outras chegam a atingir alguns centímetros, a lombriga. Existem porém vermes de menores dimensões, o oxiurus.

Os micróbios, devido as suas pequenas dimensões, só podem ser vistos através de meios especiais, o microscópio.

Para podemos observá-los, preparamos uma lâmina de vidro contendo o que queremos examinar da pessoa, sangue, urina ou fezes, catarro.

Essa lâmina, quando levada ao microscópio, aparelho que aumenta de muitas vezes o tamanho do material em exame, permite observar a existência de micróbios, invisíveis sem o emprego do microscópio.

04. As doenças se transmitem

04.1. Por contágio.

As doenças podem se transmitir pelo contágio direto, quando há contato direto de pessoas sadia com a pessoa ou animal doente.

Os casos mais comuns de contágio direto são através de beijo, das relações sexuais ou outras formas de contato íntimo.

As doenças podem ser transmitidas também pelo contágio indireto, quando há contato com objetos contaminados.

Os casos mais comuns de contágios indiretos são através de brinquedos, lenços roupas de corpo ou de cama.

04.2. Mediante um agente de transmissão.

As doenças podem ser transmitidas através da língua, alimentos, leite contaminado.

Quando a água ou os alimentos forem contaminados através dos parasitos provenientes de pessoa ou animal doente, podem transmitir esses parasitos para uma pessoa sadia, se essa água for bebida ou os alimentos consumidos, sem as necessária medidas de higiene.

Os insetos pode estar contaminado pelos parasitos, ou então atuar apenas como portador desses parasitos.

Os insetos mais importantes para a Saúde Pública, como transmissores de doenças, são as moscas, mosquitos, muriçocas ou pernilongos, baratas e pulgas.

05. Os parasitos penetram no nosso organismo através da boca, da pele e do nariz.

São três portas de entrada que os parasitos causadores de doenças podem utilizar para penetrarem no nosso organismo:

  • A boca, entr m parasitos através das feridas ou dos poros.

 

06. Os parasitos penetram pela boca através da contaminação da água dos alimentos, solo, objetos, mãos.

07. Os vermes que penetram pela boca são:

  • Áscaris ou lombriga;
  • Oxiúros;
  • Tênia ou solitária.

08. As doenças cujos micróbios penetram pela boca são:

  • Amebíase;
  • Giardíase;
  • Desimteria baciliar ( diarréia );
  • Tifo e paratifo;
  • Hepatite.

09. Os parasitos penetram pela pele através das feridas, picadas de insetos, cortes ou arranhões, poros ou rachaduras.

10. As doenças cujos parasitos penetram pela pele são:

  • Ancilostomíase ou amarelão;
  • Esquistossomose ( Shistosoma Mansoni );
  • Doenças de Chagas ( barbeiro, Tripanosoma Cruzi );
  • Tétano;
  • Raiva ou hidrofobia.

11. Os micróbios penetram pelo nariz com o ar que respiramos.

12. As doenças cujos micróbios penetram pelo nariz são:

  • Sarampo;
  • Difteria ou crupe;
  • Meningite;
  • Poliomielite ou paralisia infantil;
  • Pneumonia, gripe e bronquite;
  • Coqueluche.

 

INFORMAÇÃO

* Medidas preventivas das doenças transmissíveis *

Conteúdo:

01. Prevenção das doenças transmissíveis;

02. Vacinação;

03. Isolamento;

04. Tratamento do doente;

05. Notificação;

06. Cuidados com a higiene pessoal;

07. Cuidados com a higiene da habitação;

08. Cuidados com a higiene dos alimentos;

09. Cuidados com a higiene da água.

Informações iniciais:

Sendo as doenças transmissíveis responsáveis por grande parte das mortes no Nordeste, a adoção de medidas preventivas para as doenças transmissíveis contribuirá para a redução da mortalidade provocada por essas doenças.

Como vimos, as parasitoses ainda ocupam papel de importância no Nordeste, devido ao fato de atingirem a maior parte da nossa população.

O conhecimento de como evitar as doenças transmissíveis é de fundamental importância para que possamos reduzir ou eliminar essas doenças, contribuindo assim para melhorar a saúde das nossas populações.

01. Podemos evitar as doenças transmissíveis através de:

  • Saneamento ambiental;
  • Vacinação;
  • Isolamento do doente;
  • Tratamento do doente;
  • Notificação;
  • Educação sanitária.

Como o saneamento ambiental será objeto de outras unidades, trataremos a seguir das outras medidas preventivas para as doenças transmissíveis.

02. Vacinação é a aplicação, em pessoas ou animais, de vacinas, que são produtos capazes

de proteger o organismo contra determinadas doenças.

* Os principais tipos de vacinas são:

  • Vacina Trípeci, utilizada contra a Difteria, Tétano e Coqueluche;
  • Vacina Sabin, utilizada contra a Poliomielite ( paralisia infantil );
  • Vacina BCG, utilizada contra Tuberculose;
  • São ainda utilizadas normalmente, vacinas contra Tifo e Paratifo, Sarampo e Varíola;
  • Ultimamente encontra-se em fase de aplicação a vacina contra a Meningite.

Embora a vacina protejam tão bem o organismo contra determinadas doenças, algumas precisam ser aplicadas mais de uma vez em tempos determinados, como as vacinas BCG, as contra Tétano e Varíola, sem que a proteção seja permanente e eficaz.

03. Isolamento do doente é o seu afastamento das pessoas doentes evitando que a doença se alastre para as pessoas sadias.

Como vimos, as doenças podem-se transmitir pelo contágio direto, quando há o contato direto da pessoa sadia, com a pessoa ou animal doentes.

As doenças também podem se transmitir através do contágio indireto quando há o contato com objetos contaminados.

O isolamento do doente das pessoas sadias, e o cuidado com a limpeza dos objetos utilizados pelo doente, evitam a transmissão de doenças.

04. O tratamento do doente é o conjunto de medidas para cura e recuperação do doente.

Algumas doenças podem ser totalmente curadas. Outras, porém, provocam danos ao organismo, necessitando de cuidados posteriores par recuperação do doente.

É importante que as doenças sejam tratadas o mais cedo possível, pois a cura torna-se mais fácil e os danos causados ao organismo mais facilmente recuperáveis.

O tratamento das doenças deve ser orientado por médico e seus auxiliares, e deve ser seguidos rigorosamente às suas recomendações, quanto ao tratamento e aos remédios a serem tomados.

05. Notificação é a comunicação de suspeita de existência de doença transmissível à autoridade sanitária mais próxima.

As doenças transmissíveis podem, em determinadas condições, atingir um grande número de pessoas em uma região, constituindo o que se elimina a epidemia.

O conhecimento dos casos de doenças transmissíveis que estão ocorrendo nas várias regiões do Estado permite as autoridades de saúde pública a tomarem medidas necessárias à redução ou eliminação dessas doenças.

A notificação serve, portanto, para o conhecimento do número dos casos de doenças transmissíveis, o que permite o controle das epidemias.

06. Os principais cuidados a serem tomados com a limpeza do corpo são:

  • Manter o corpo limpo;
  • Usar roupas limpas;
  • Andar calçado.

Como vimos, os parasitos penetram no nosso organismo pela boca, pele ou nariz.

Mantendo o nosso corpo limpo, através de banhos e lavagem das mãos, antes das refeições e após atender as necessidades fisiológicas, e usando roupas limpas, principalmente ao dormir, diminuirmos as possibilidades de sermos contagiados pelos parasitos.

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