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A Luta da Classe Trabalhadora pelos Direitos

Trabalho por Maria Patricia dos Santos Vieira, estudante de Serviço Social @ , Em 22/06/2009

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1. Introdução
2. A Luta da Classe Trabalhadora pelos Direitos
3. Conclusão
4. Referência Bibliográfica
5. Filmografia


Introdução

Esse texto busca revelar a luta da classe trabalhadora pelos direitos, relacionada com o industrialismo e a desigualdade social. A busca pelos direitos dessa classe operária inicia-se na França e Inglaterra em meados do século XVIII. Onde o pauperismo cresce em grande escala nas massas trabalhadoras, á medida que a burguesia se tornava cada vez mais capaz de produzir e acumular riquezas.

Quando as massas trabalhadoras começaram a reagir à exploração e as condições de vida gerados pelo pauperismo, plantou-se uma semente da luta da classe trabalhadora por seus direitos. O movimento germinado por esta classe, mostra que estava montado um novo cenário de confrontos não mais entre a burguesia e a nobreza, mas entre a burguesia e a classe operária.


A Luta da Classe Trabalhadora pelos Direitos

No processo de acumulação capitalista resultante da industrialização, cria-se uma classe operária urbana com suas necessidades não atendida, e um imenso passo entre as condições de vida e os interesses entre o operariado e a burguesia que possui meios para contratá-los. Por outro lado à burguesia visando mais lucros, explora ainda mais a classe operária com a ampliação da jornada de trabalho acima da capacidade física dos trabalhadores, rebaixamento dos salários e o ingresso de crianças e mulheres no trabalho subumano e insalubre, estas (mulheres e crianças) são praticamente forçados a ingressar no trabalho visando o aumento e ampliação da renda familiar. A situação é ainda mais grave entre os trabalhadores quando se trata das péssimas condições nutricionais, principalmente entre as mulheres e crianças que tinham, que repassar para o “chefe” da família (o homem), quantidade maior de alimentos visto ser ele o que contribuía mais na renda familiar.



As garantias aos trabalhadores são reduzidos ao mesmo eliminados, a exploração e o uso da mão-de-obra infantil e feminina engrossam cada vez mais o contagente de subempregados, aumentando a miséria e o pauperismo.

A existência de um enorme contingente de desempregados permite aos burgueses baixar os salários. Trata-se de um poderoso instrumento para que os burgueses incremente a exploração da força de trabalho.

A acumulação de capital também impacto fortemente a classe operária no seu desenvolvimento, acompanhado pela concentração de renda. A principal conseqüência para os trabalhadores é a constituição do que Engles designou como exercito industrial de reserva, um grande contingente de trabalhadores desempregados, que não encontram compradores para sua força de trabalho.



A violência dos primeiros protestos operários era a reação inevitável à brutalidade da exploração capitalista. Os trabalhadores sempre pagam o preço mais alto. Esta exploração capitalista está basicamente centrada na exploração dos operários mediante a extensão da jornada de trabalho, sem sequer existir qualquer garantia os trabalhadores indefesos diante de tanta exploração e rapacidade por parte da burguesia. E a resposta burguesia ao protesto operário não se esgotou na repressão pura e simples, a burguesia através do exército (Estado) atemorizava os operários da ameaça do desemprego. Os operários estavam à mercê do patronato, uma vez que o Estado atendia praticamente aos interesses da classe dominante.



As relações entre as classes são complementares, pois uma só existe em relação à outra. Existe uma massa de despossuídos cuja única propriedade é sua força de trabalho. Segundo Marx, a história da luta de classes, uma luta constante entre interesses opostos, se manifesta nos mais diversos níveis da sociedade, em todos os tempos, desde o surgimento da propriedade Marx, no manifesto do