A Depressão no Mundo Contemporâneo
UNOPAR
2008
Introdução
Com base no aumento do número de indivíduos que manifestam a depressão atualmente, foram realizados alguns estudos com uma referência psicanalítica, refletindo a visão do psicólogo.
Essa análise buscou também relações entre esse assunto focando a psicanálise de uma forma histórica-social, buscando maior entendimento dos motivos e causas mais atuais e os fatores sociais que possam construir e afetar a saúde mental dos indivíduos.
Pesquisa (Levantamento de informações)
Psicóloga: Silmara Costa Takei.
Atende 51 alunos, alguns de classe especial de outras escolas, conforme as necessidades na área emocional recebem atendimento regular para o desenvolvimento das habilidades básicas para a alfabetização e ensino profissionalizante.
É realizado um trabalho de estimulação precoce para bebês em situação de risco.
Escola Municipal de Educação Especial Mundo encantado.
APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais.
Psicóloga: Gisele Luise Feracin.
São atendidos 106 pacientes, sendo 921 sessões.
Atende crianças com dificuldade de aprendizado. Faz aconselhamentos médico em adolescentes, adultos e idosos; com prioridade a Saúde Mental.
Secretaria da Educação.
A Depressão no Mundo Contemporâneo
Tendo em vista alguns dados pode-se notar que a depressão atinge 5% a 6% da população mundial. Para se ter uma base mais evidente, na Inglaterra, por exemplo, foram expedidas 24 milhões de receitas médicas de antidepressivos.
Os sintomas dessa doença consistem em desânimo, pessimismo, baixa auto-estima, falta de interesse pelo mundo externo, baixo estímulo sexual, insônia, falta de apetite, ideias suicidas. Esses sintomas forma apresentados por alguns pacientes de uma determinada clínica especializada, e o que se pode notar como principal sintoma foi à solidão, indivíduos que apresentam esse sintoma são fortes candidatos a adquirirem essa doença, pois se sentir só ou ainda querer estar só são vontades ou atitudes sadias, pelo menos não frequentemente
Baseado nesses relatos formou-se uma união de recursos farmacêuticos e terapêuticos na luta em prol da inibição da tristeza. Esse alto índice se deve aos diversos diagnósticos apresentados cuja principal citação foi o aparecimento da denominação “Transtornos de humor” que, foi notado em observações diárias em pequenos contatos, onde o indivíduo era analisado através do diálogo.
É fato que, alguns indivíduos que apresente tais sintomas citados podem sim estarem sofrendo de depressão, mas a tristeza tende a ser considerada uma personalidade normal, alegando que tal tristeza esteja evidente devido a algum fato que venha a atuar, modificando o humor do indivíduo.
Para a compreensão desse quadro, é necessária uma análise que abranja além do individual como, por exemplo, a maneira como está organizada a sociedade é primordial para a saúde mental de seus próprios membros, pois o meio social é a estrutura funcional para a formação da personalidade, é essencial na formação estrutural da saúde mental do indivíduo, pois o meio social possui regras, imposições e exigências, assumindo as funções de observar cada indivíduo na moralidade e no ideal. Neste caso o superego adquire a cultura referente à sociedade mental do indivíduo, habilitando-o para a sociedade em que vive. Cada indivíduo luta por seus objetivos e conquistas, mas o homem tem apenas a si próprio para ajudá-lo. Daí a visão individualista.
Por essa visão conclui que, o indivíduo deposita confiança e lealdade em si mesmo, quase não necessitando de outro para sua formação. Interagir-se com os demais perde o sentido e, contudo o indivíduo se priva no mundo em que vive.
O homem quando auto-suficiente se torna independente, garantindo sua liberdade, não se prendendo a interesses sociais e seu destino permanece aberto e imprevisível, mas suas chances na luta pelo sucesso permanecem iguais.
Ficam então a mercê da sorte, tendo o destino como auxílio em qualquer decisão, não contando com um
Ferramenta