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Violência Doméstica

Trabalho por Aline da Silva Novais, estudante de Serviço Social @ , Em 26/06/2006

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VIOLÊNCIA DOMÉSTICA À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE

Rio de Janeiro, maio de 2005


1) Apresentação

O seguinte Projeto será aplicado em uma das localidades da Fundação para a Infância e Adolescência sito a Rua Benedito Hipólito, 163 – Praça XI – Rio de Janeiro / RJ. Onde há a execução do "Programa de Atenção à Criança e ao Adolescente em Situação de Risco na Rua", criado no ano de 2000. Este possui como objetivo geral à reintegração familiar de crianças / adolescentes em situação de risco social e pessoal nas ruas do município do Rio de Janeiro.

O Projeto atual visa intervir no âmbito da violência doméstica comprovada na maioria dos casos de nosso público alvo. Como também diagnosticar qual o tipo de violência mais cometida e através de reuniões / palestras minimizá-las.


2) Justificativa

A esta hora, exatamente, uma, duas, três, muitas crianças estão sendo vitimas de violência em seus lares somente nesta cidade do Rio de Janeiro. Independente do padrão de vida de suas famílias. A violência doméstica não escolhe suas vítimas, fazendo parte tanto de famílias pobres, quanto às de classe média e até mesmo as que podemos chamar de ricas.

A violência doméstica constitui a face oculta da violência de rua que se abate cotidianamente sobre nossa infância.

Como tudo que ocorre entre quatro paredes "do que chamam de lar", esse tipo de violência costuma ser camuflado por um amplo e pervasivo complô de silêncio. Desse complô costumam participar os pais abusivos, seus parentes, vizinhos, a sociedade em geral, e infelizmente, os próprios profissionais da saúde, da justiça, do serviço social, da educação, da psicologia, da comunicação entre outros.

A violência contra a criança e adolescente é um problema que existe em todo o mundo. Os maus tratos são mais comuns do que imaginamos e, na maioria dos casos, são praticados dentro de casa por pessoas da família.

Como identificar uma criança que sofre maus tratos? A criança que está sendo maltratada apresenta comportamentos diferentes como: aparência descuidada ou suja, desnutrição, doenças não tratadas, distúrbios na alimentação (falta de apetite), comportamento muito agressivo ou apático, em alguns casos podem existir lesões físicas como hematomas, queimaduras, cortes, fraturas; doenças sexualmente transmissíveis; etc.

No entanto, não devemos esperar que as agressões aconteçam; devemos sim, na medida do possível, prevenir que elas aconteçam. Por isso, é de extrema importância orientar os pais a respeito do desenvolvimento de seus filhos e das seqüelas que os maus tratos físicos e psicológicos podem causar a uma criança.

Diante desse fato, indaga-se:

Qual o lugar da criança na sociedade?

Qual a atitude dos adultos em relação às crianças?

Supomos que o resultado desta situação seja que muitos pais, conscientes ou inconscientemente, rejeitam os filhos, sobretudo quando estes apresentam sinais de revolta ou de sofrimento. Na comunicação entre pais e filhos, passa-se facilmente ao ato, com maus tratos da parte dos pais ou com violência psicológica da parte dos filhos. Muitas vezes, os pais, esgotados todos os recursos interiores por falta de tempo para eles próprios, procuram nos filhos e filhas a satisfação sexual que não encontram no parceiro ou como compensação a carências profundas da sua própria infância, nunca satisfeitas.

É importante lembrar que todas essas manifestações podem ser encontradas tanto isoladamente, como em conjunto; isto é, uma criança, por exemplo, pode ser vitimizada, só sexualmente, ou fisicamente ou ainda psicologicamente. Como também de ambas as formas ao mesmo tempo. Visto que, os agressores, para exercerem o abuso físico ou até mesmo o sexual, utilizam-se do