A ENTREVISTA INICIAL
RESENHA CAPÍTULO 4: "A ENTREVISTA INICIAL"
Os terapeutas iniciantes encaram a primeira entrevista como forma de obter informações do leva o cliente à terapia. Seguindo este processo começam a se sentirem confusos, pois, exige diversas habilidades, como deixar o cliente se expressar livremente e obter tudo aquilo que é necessário para traçar um plano de tratamento.
Como é possível oferecer orientação escrita sobre os problemas que encontraremos? Neste caso, entra a supervisão, que se torna um aspecto muitíssimo importante e principal na aprendizagem terapêutica, e qualquer novo problema ou desafio deve ser encarado com flexibilidade.
A primeira entrevista: o que esperar
Tanto para nós iniciantes quanto para o cliente a primeira entrevista os deixam preocupados em relação àquilo que o outro pensa. Mostrando-se ansiosos iniciam a entrevista com medos, expectativas, de serem considerados doidos, fracos ou dependentes. Nas instituições, geralmente os clientes têm um certo receio do terapeuta principiante e se perguntam se os seus problemas por serem tão sérios poderão chocá-los.
Outro problema discutido anteriormente em sala de aula é que em cidades pequenas como Taquaritinga, todos praticamente se conhecem e os clientes têm também um certo receio de que possa ser comentado algo com alguma pessoa conhecida, entra em jogo a ética, conforme repassado para os alunos, não se pode comentar nem entre si mesmos.
Voltando ao assunto entra aí a questão do estudo, do esforço do estudante, pois se ele está bem preparado não se sentirá chocado com nada que tiver de encarar na sua profissão. É a mesma questão do aluno que tem medo e se sente inseguro em uma prova, isso mostra claramente que o mesmo não estudou. E o que hoje é muito importante, pois se encontra um psicólogo em cada esquina, mas os que se destacam e estão preparados, renomados são os que justamente se entregaram ao estudo.
Ao contrário alguns clientes acham que somos mágicos, que lemos os seus pensamentos e começam a achar que a terapia será de curto prazo, mas afinal, quem pensa isto porque então vai procurar ajuda? Já não deveria estar internado? Para mim é louco assumido.
O estudante sente-se pressionado diante dos problemas do cliente com sentimentos de ignorância, impotência, que o leva a estabelecer um plano de tratamento, ou aconselhamento prematuro. Conforme comentado sobre a entrevista inicial, a ansiedade do terapeuta e cliente predominam inicialmente e somado a isto, podemos ter vários tipos de clientes como os pouco cooperativos, calados, hostis, que poderão interferir na entrevista.
Portanto é necessário que tenhamos um bom controle de todos os sintomas aparecidos, tanto os nossos como os do cliente para conduzir uma sessão produtiva de colheita de informações e não se esquecer que independente de como sejam todos os sintomas e sinais de comportamento como os dos que ficam calados sempre nos trazem informações do que há por trás do sofrimento que carregam.
Algumas sugestões para você ficar à vontade
Muito provavelmente já estaremos familiarizados e feitos os planejamentos da sala como a disposição dos móveis, mas mesmo assim sempre agir com firmeza diante do Rapport, como indicar o assento que ele deve se sentar assegurando assim nossa competência pessoal durante a entrevista para assegurar um sentimento de confiança e satisfação no desempenho do papel profissional.
Acho que se deve tomar nota das informações obtidas durante a entrevista, mas, depois que o cliente sair, pois durante a entrevista, além, de você não olhar nos olhos dele, poderá ainda se tornar distração e não mostraremos confiança ao mesmo. Deveremos ouvir o cliente de forma cuidadosa a fim de formularmos comentários pertinentes para
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