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Comentário sobre: Comenius,Rousseau,Pestalozze, Froebel e Herbart

Trabalho por Antonio Medeiros Petersen, estudante de Pedagogia @ , Em 20/10/2007

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Comentário sobre: Comenius, Rousseau, Pestalozze, Froebel e Herbart

UNOPAR
2007


O homem é essencialmente dialético e sua tragetória na história mostra sua busca por conquistas e transformações, num processo infidavel de construção – desconstrução – reconstrução de seus processos de conhecimento.

Porém no transcorer da Hitória da Humanidade muitos homens se destacaram e na História da Educação não poderia ser diferente. Para perceber o papel do profissional em Educação frente ao século XXI é preciso buscar na História passada exemplos e experiências de alguns homens fabulosos, dentre eles Comenius, Rosseau, Pestalozzi, Froebel e Herbart.

Precusor de Rosseau, Comenius, protestante calvinista, antecipa alguns nortes da Educação Moderna. Autor do livro a Didática Moderna, ele traça novos parâmetros no processo de ensino/aprendizagem. Comenius, orientava para a observação ao estágio de desenvolvimento da criança no processo de aprendizagem, acreditava que a construção do conhecimento se dava através da experiência, observação e ação, numa educação sem púnição, dialógica, interdisciplinar e afetivo.

O segundo pensador é o Suíço Rosseau que preconizava uma educação natural, longe dos constumes da aristocracia vigente.

Pregava que o homem não era constituido apenas de intelecto, mas de emoções, sentidos, instintos e sentimentos que são anteriores ao pensamento elaborado e são de maior confiança do que os tais hábitos de pensamento. Concebeu a criança com características próprias e assim não poderiam ser encaradas como adultos em miniaturas, o que até hoje alguns professores acreditam. Para ele a educação não tinha por finalidade outra a não ser para a criança mesmo.

Outro Suíço importante para a História da Educação e a humanidade, foi Pestalozzi, que democratizou a educação.

Para ele somente a educação contribuiria para as classes menos favorecidas conservasse os direitos adquiridos, só a educação poderia mudar a condição de vida do povo. Pensamento que até hoje na atualidade deseja-se e espera-se.

Já o alemão Herbart pregava a ação pedagógica sob três procedimentos: O governo, a instrução e a disciplina. O primeiro viabiliza a instrução, que em segundo é o principal procedimento da educação e por último, a disciplina que é responsável por manter firme a vontade educada.

Prusiano de origem, colaborador de Pestalozzi, Froebel associava a linguagem oral a natureza e a vida, defendendo o desenvolvimento genético, enfatizava o Lúdico, apreendendo o significado da família nas relações Humanas.

Preconizou a ideia de que o homem é essencialmente dinâmico e produtivo e não só receptivo.

A Educação que liberta numa visão Paulofreiriana:

A pratica educativa deve vir sem interesse outros, para Paulo Freire o trabalho do educador não deve importa-se com a idade do seu educando. Seja gente adulta, miúda ou jovem.

É comprovado que ninquém ensina sem aprender e ninquém aprende sem ensinar, no processo educacional esta é uma prática constante e verdadeira, se isto não acontece, então temos certeza que este processo está sendo falho.

O ato de ensinar exige que alquém precisa aprender e a nossa preocupação, como Docente Crítico é aprender novos caminhos que possam facilitar o que iremos ensinar. A verdadeira aprendizagem supera os efeitos negativos do “ falso ensinar”.

É de suma importância que os docentes ouçam e aproveitem a bagagem que cada aluno/sujeio tem, o professor deve pensar certo.

Muitas vezes o professor se preocupa com seu proventos, capacitação, esquecendo –se do verdadeiro ato de ensinar, pensar no aluno, buscando, pesquisando.

Paulo Freire sugere que a aprendizagem significativa ensina a ensinar partido do ser professor, numa linguagem afável e didática e numa
visão de mundo ali cercado em pesquisas, críticas, riscos, humanidades, bom senso, tolerância, alegria, curiosidade, esperança, competência, generosidade,umidecida pela esperança.

Propiciar autonomia para o aluno é respeitar a cultura de cada discente e permitir que expressem, expoam suas idéias, conhecimentos para despertar uma nova maneira de comparação com a experiência vivida, sendo que