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Origem da Ontologia: Parmênides e Aristóteles

Trabalho por Silvana Rodrigues Bueno, estudante de Pedagogia @ , Em 22/04/2003

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A cosmologia buscava a explicação para a mudança das coisas para a passagem de uma algo para outro modo, dia vira noite, multiplicidade, mudança, oposição entre eles.

Parmênides tornou a cosmologia impossível ao afirmar que o pensamento verdadeiro exige identidade e não a transformação ou mudança. O ser é único, a verdade não admite pluralidade, a lógica, o mundo sensível é ilusório, o real são as idéias, onde a Filosofia via da verdade nega as aparências. O ser não pode ser múltiplo (Escola Aleata).

O SER é eterno sem começo e sem fim (idéias) se o SER mudasse tornar-se-ia um NÃO SER e desapareceria, o ser imutável é uma ilusão de nossos sentidos, perceber é contemplar a realidade, O SER (idêntica a si mesmo).
Aparências são ilusões dos sentidos, mudanças, nascer, crescer, morrer. Ao abandonar as aparências a Filosofia passou da cosmologia a ontologia (ontologia, filosofia primeira).

Platão e o mundo das essências, onde a matéria é imperfeita e não consegue manter sua identidade, ela é contraditória e só podemos com isso ter opiniões contrárias.

A Filosofia deve se ocupar com o mundo verdadeiro invisível ao sentido e visível apenas ao puro pensamento.

A diferença da ontologia de Parmênides e Platão está no fato de que Parmênides afirma que o mundo sensível das aparências, ou seja, o NÃO SER não existe, não tem realidade alguma, é nada, ao passo que para Platão o NÃO SER pose ser explicado como consistir em uma sombra do SER VERDADEIRO, é o diferente do ser, nos causa erros, é falso, é uma ilusão.

Parmênides paralisava a Filosofia, e Platão quebrou essa unicidade dividindo o mundo em duas partes, (ontologia platônica).O mundo sensível, de mudanças, sombras, pseudo-ser, não ser.

O mundo inteligível, permanente, intelecto, puro sem interferências, mundo das essências, idéia existe é uma essência ,idêntica, eterna, imutável, conjunto de qualidades, predicados verdadeiros.

As coisas sensíveis são imagens das idéias, são NÃO SERES inutilmente tentando imitar imperfeitamente o inteligível, a perfeição.

A tarefa da Filosofia é dupla, e cabe a ela passar da copia imperfeita aos modelos perfeitos.

Trocar as imagens pelas essências, as opiniões pelas idéias, aparências pelo núcleo


INSTABILIDADE A IDENTIDADE

SOCRATES

Primeiro pensar a idéia do que se quer, a essência, e não a aparência, muitos falam do que percebem deixando o real a essência o inteligível o que realmente é significativo.

SOBRE O AMOR
Dois tipos de amor:
- Amor sexual, grosseiro>corpo, sensível, breve logo acaba
- Amor espiritual, ente almas, eterno.

BANQUETE -> explica através de um mito:
Um ser único com duas cabeças, quatro braços, quatro pernas em um só corpo(ser uno, completo) que foi cortado em duas partes e desde então procuram incansavelmente por sua outra metade, e o amor é esse encontro.

PLATÃO -> Buscou a essência do amor o ser amor (idéia do amor).

SOCRATES -> Também explicou o amor com um mito conforme Banquete, onde o deus Poros que é astuto se une a deusa Penúria que é faminta e concebem a Eros (o Amor) que por sua vez é equivalente a mãe na carência, mas que herdou do pai a astúcia e a engenhosidade para conseguir o que quer e suprir a própria necessidade, e sendo deste modo temos a explicação no ser completo que é Eros, pois consegue completar-se, por ser o encontro da inópia com o prover.

No sentido do mito temos a explicação do amor, ser um só, completar-se, desejo de perfeição, ou seja, harmonia forma perfeita, realizada sem falhas, sem defeitos, sem a necessidade de mudar, beleza, imortalidade, perfeição de pensamento e ações, inteligência.

O perecível é o mutável, são cópias imperfeitas do SER VERDADEIRO, formas belas são cópias