O Que é Estilística?
WOLFF, Elias. Caminhos do Ecumenismo no Brasil. História Teologia Pastoral. São Paulo : Paulus, 2002. 456p. ISBN 85-349-2025-7
A obra da escritora Nilce SantAnna Martins tem como objeto a estilística e suas divisoes, aplicações. Para iusso, ela procura conceituar este ramos da linguistica moderna fazendo uma introução da Estilística aplicada a lingua portuguesa, além de tentar definir seu objeto, o estilo usando uma linguagem simplicada, acessível.
No capítulo indicado, a autora reúne trabalhos pertinentes dos mais renomados estudiosos do assunto, fazendo uma exposição e comparação de seus feitos. Dentre estes, é citado Mounin poela definição de estilo em três grupos, ressaltando a de que Estilo é visto como desvio de norma; a que é julgado como elaboração e a definição de que configura-se como conotação. Cita também Enkvist que subdivide estes três grupos. Santanna ressalta que os criterios dos diversos grupos não são excludes, o que, não deixa de ser justo.
Seguindo o estudo do aparecimento da Estilística, é sugerido Charles Bally e Leo Spitzer, da lingua e literária, respectivamente. Bally defende como ser tarefa da Estilística, a descrição da lingua viva, gramaticalizada e possuidora de um sistema expressivo, enfatizando que o conteudo estilistico seria o conteudo subjetivo do conteudo linguitistico detentor de informação neutra. Com efeito, a autora lembra bem, Mattoso Câmara Jr., pois nada mais deirecionado que este que , ao tratar das possibilidades expressivas do português, define estilística como disciplina complementar da gramática capaz de atuar sobre o interlocutor acerca da relação da Estilística e Sociolinguistica, a autora afirma que as duas discilplinas são uma só na visao de David Crystal e Derck Davy. Haja visto argumentos do ponto das relações sociais, é com estilo cabível que se faz linguagem entre os níveis.
A despeito da Estilística literária, pode-se presumir que os aspectos observados para esta deniminação fazem jus. Nilce Martins relata que Leo Spitzer observa que o relato dos desvios da linguagem em relação ao uso comum, habituais na linguagem literária, é parte fundamental da estilística. Nesses termos, segundo alguns autores, a manifestação do autor e o mistério da criação poética incidem na obra.
No âmbito da Estilística funcional e estrutural, a autora concebe as definições em separado feitas por Jakobson que, ao apresentar seu trabalho sobre o assunto, troca os termos conhecidos por Poética e Função Poética, na tentativa de evitar confusoes funcionais. Confere a tal câmbio a ausencia de necessidade, devido que a estrutura pode mudar em favor da poetica, mas sua função permaneceria: transmitir o enunciado. Desse modo, suas definições bastariam mesmo que fossem amplas. Entretanto, a interelação funcional e estrutural entre eixos paradigmático e sintagmático é, com efeito, apropriado. Isto, tange ao fato de que a estilística funcional e estrutural são dissocioáveis.
Por fim, como ultimo topico relevante, Nilce Martins ressalta o valor historico da retorica e suas funções. Hoje, como ciencia associada a linguistica, a estilística assume a retoria como definição concreta de apropriado uso da linguagem. Porque a estilística estuda o melhor da linguagem, confere usar dos artificios que a lingua oferece na comunicação.
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