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Neonazismo

Trabalho por Juliana Hortelani, estudante de História @ , Em 22/04/2003

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Neonazismo em São Paulo


INTRODUÇÃO

O QUE ESTÁ POR VIR

O que está por vir veio neste presente trabalho. Há um misto de curiosidade, medo e inconpreensão quando se trata tanto de nazismo como de neonazismo. É realmente um tema que instigou o estudo de vários historiadores seja ele feito sobre a Alemanha ou sobre a Itália ou até mesmo dos seu efeitos causados na época.

O que podemos notar que o Estado sempre teve uma tradição de governantes tiranos, autoritários e democráticos também. As formas de repressão ao ser humano remontam à pré- história desde que temos a noção de propriedade privada. "Dentro deste território eu mando" era a política pré-histórica e continua sendo até hoje seja dentro dos limites de um Estado, seja nos limites de uma fazenda ou de uma residência familiar.

Este conceito primitivo (e grosseiro) de Estado é melhor explicitado dentro do primeiro capítulo. Temos primeiramente o surgimento do que seja Estado e seu desenvolvimento, com o passar dos tempos. E com o passar dos tempos o Estado como a humanidade tornaram-se complexos e variados. Os tipos de Estados não são explcitados neste humilde trabalho porque são tantos que não teria tempo e nem a paciência dos leitores. O quer se mostrar primeiramente é como este Estado se compõe geralmente falando, ou seja de que elementos são necessários para termos um Estado.
Já o segundo capítulo temos uma forma específica de Estado no caso o totalitário, que nas décadas de 20 e 30 sacudiram o continente europeu. Haverá primeiramente suas características gerais que são comuns a todos os tipos de Estado totalitário seja ele alemão ou soviético. Destes conceitos os Estados totalitários não conseguem escapar, quando o fazem já não são Estados totalitários. Em um segundo ponto teremos visualizados bem genericamente os dois tipos de totalitarismo: o fascismo e o comunismo. Veja que o terror imposto pelo totalitarismo não é uma característica somente da direita. Ai caímos no que tange à finalidade do Estado que está no primeiro capítulo. Apesar de terem regimes conceituamente opostos o fim é o mesmo quando se trata de ambos.

Restringido mais, estará exposto no terceiro capítulo o fascismo. Este capítulo tera maior ênfase na história do fascismo como um movimento de totalitário de extrema direita. Vários autores tratam de demonizar o regime fascista jogando todo o peso historigráfico em cima dos ombros dos líderes fascistas. O ponto importante que a maioria das pessoas deixa passar como uma simples informação é que os líderes fascistas foram eleitos e pelo povo. Com a conscientização popular prejudicada esta vê no novo como única saída para sair de uma situação de crise. O náufrago não pensa como e porque a bóia suporta seu peso apenas segura-se nela. É a salvação que está em jogo.

O caso brasileiro está exposto no quarto capítulo. Estaremos acompanhando o processo de conservadorismo brasileiro em blocos. Bem, primeiro temos um visão bem rápida das fontes que geraram o movimento neonazista em território tupiniquim. Os dois principais são:

a) O integralismo que a priori não fundamentou o movimento, mas achou nas décadas de 80 e 90 uma massa de indivíduos com os ideais parecidos com os dos criadores do movimento integralista de 1932 até 1937.

b) O cenário inglês onde teve explosão de uma nova contracultura. Os hippies em 1968 que foram rotulados como um movimento de contracultura. Isto não quer dizer que os skinheads e os punks não seja um movimento de contracultura.

O boom que a Inglaterra sofreu na década de 70 teve que ser explorado em para entender como tais movimentos conservadores atingiram o Brasil. Posteriormente será feito um estudo somente sobre