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Roma Antiga

Trabalho por Alexandre Ruthes, estudante de História @ , Em 29/06/2003

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Roma Antiga


1) Monarquia Romana

Num período lendário, Roma foi governada por sete reis que tinham poder absoluto. O Senado, formado por chefes de família, os aconselhava. Por volta de 575 a.C., os reis etruscos dominaram Roma e influenciaram decisivamente o início da civilização romana. Ditaram leis prudentes em favor do artesanato e do comércio, com os quais Roma adquiriu grande importância. Aos poucos, porém, esses reis deram lugar a outros monarcas, violentos e tirânicos, que desprezavam as opiniões do Senado.

1) A – Sociedade Monárquica

A sociedade Romana era dividida em tribus, as tribus em curias e as cúrias em Gens.

Na Monarquia ou Realeza encontramos os Gens célula fundamental da sociedade romana. As características dos Genos:

  • Propriedade coletiva de bens.
  • Solidariedade e mutua assistência entre membros da comunidade.
  • Herança dos bens para descendentes masculinos. A mulher era excluída da herança.

1) B – Política Monárquica

Encontramos em Roma as seguintes instituições políticas:

  • Senado: Conselho de velhos cidadãos para chefiar os Genos. Função: Propor novas leis e fiscalizar as ações do Rei.
  • Assembléia Curial: Cidadãos que eram agrupados em cúrias. Eram guerreiros em condições de servir o exercito Romano. Função: Aprovar ou rejeitar leis, eleger altos funcionários, e em ultimas circunstancias julgar pena de morte para cidadãos.
  • Rei: Chefe militar, religioso, e judicial, sem poder absoluto, fiscalizado pela assembléia que o elegia, portanto não era hereditário.
  • Escravos: Prisioneiros de guerra. Eles ser domésticos, agrícolas, secretários, professores, artesãos e mineiros. Também não eram considerados pessoas, mas sim um animal mais útil e mais difícil de controlar. Não se compravam de uma mesma região por que eles podiam se combinar para fugir.


2) República Romana

Extinta a Monarquia pela revolução que expulsou Tarquínio do trono, organizaram os Patrícios uma república aristocrática. Foram eleitos dois Cônsules. O senado adquiriu na república excepcional importância e as assembléias também tiveram aumento das suas atribuições. Caso fosse apresentado um ditador, a quem era dado poder absoluto pelo tempo Maximo de seis meses.

2) A – As Instituições Políticas da República

Quando Roma tornou-se República, o poder foi repartido entre dois Cônsules, que exerciam o poder por um ano. Um conselho de trezentos cidadãos de origem patrícia. O Senado auxiliava os Cônsules em seu governo e era responsável pelas finanças e pelos assuntos externos. Competia também ao Senado promulgar as leis da cidade.

2) B – As Conquistas territoriais e militares na República

Apesar da luta intensa entre patrícios e plebeus, os Romanos conseguiram, entre 509 e 270 a.C. conquistar quase toda a península Itálica. Após essa conquista partiram para a conquista do Mediterrâneo.

As guerras Púnicas ( 264 a 146 a.C.) opuseram a Roma a Catargo, cidade muito vasta que controlava um vasto Império marítimo no Mediterrâneo, representava uma constante ameaça para os romanos. O confronto entre as duas cidades acabou se transformando em uma disputa pelo poder do comércio no Mediterrâneo Ocidental e desdobrou nas três guerras Púnicas. Essas guerras acabaram com a total destruição de Catargo e o estabelecimento da supremacia de Roma no Mar Mediterrâneo.

Em seguida, os romanos se sentiram ameaçados pelo reino da Anatólia, Macedônia e Síria. Em 59 a.C. Julio César invadiu a Gália, também conquistou toda a Europa a oeste do Reno.

Mas para tudo isso teve muitas conseqüências.

No plano social, com o aproveitamento dos prisioneiros de guerra como escravos, houve um grande surto de desemprego.Por causa do uso dos escravos houve uma grande aglomeração de terras na mão dos aristocratas e conseqüentemente a ruína dos pequenos proprietários rurais, o correndo o êxodo rural.