BATALHAS DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL
A Guerra Na Europa:
Ao ataque alemão à Polônia seguiu-se a invasão do país por tropas soviéticas, já que um pacto unira Stalin e Adolf Hitler. Voltaram-se então contra o Ocidente os exércitos alemães, enquanto os aliados abrigavam-se na linha Maginot, sistema de fortificações de concreto armado, que se estendia ao longo da fronteira franco-alemã. Em 30 de novembro a URSS invadiu a Finlândia, para se resguardar de um futuro ataque alemão pelo NE - e foi expulsa da sociedade das Nações. Em 9 de abril de 1940 os exércitos germânicos ocuparam a Dinamarca. Em seguida as tropas nazistas, que se haviam ocultado tomaram os portos mais importantes do país, enquanto sua aviação pousava em Oslo. Nesse mesmo dia 9 de abril, um governo 'colaboracionista' se instalou na capital, encabeçado por Vidkun Quisling. As forças aliadas correram com presteza à Noruega para evitar sua queda e Hitler teve de ordenar o envio de grandes reforços para por fim à resistência aliada. Em junho, contudo, os Aliados viram-se forçados a abandonar o país e o rei Haakon refugiou-se na Inglaterra.
Batalha da Inglaterra e da França:
Sem esperar a conclusão da campanha da Noruega, e sem aviso prévio, a 10-V as tropas de Hitler invadiram o Luxemburgo, os Países Baixos e a Bélgica, procurando atacar a França pelo norte. Para lá se deslocaram as forças aliadas, enfrentando os alemães na fronteira franco-belga. O rápido ataque nazista obteve o resultado esperado, penetrando seu exército pelo território francês sem tocar sequer na linha Maginot. A 14-V, terminou a conquista dos Países Baixos e a 27 do mesmo mês caiu a Bélgica. As tropas inglesas, isoladas, foram obrigadas a retirar-se apressadamente. A 10-VI, Mussolini resolveu entrar na guerra, e o alto comando francês enviou tropas para a fronteira italiana, tornando impossível a defesa do país. A 14-VI os alemães tomaram Paris, e um grupo de políticos e oficiais de tendências fascistas constituiu um novo governo, sob a chefia do marechal Pétain e a 17, a França pediu o armistício. Restava o Reino Unido e Hitler fez mover sua artilharia pesada para as proximidades do porto francês de Calais, de onde começou a bombardear as costas inglesas. A 11-VIII foi ordenado um grande ataque aéreo contra a ilha, que causou imensos danos às cidades e à defesa do país. Dia 7-IX verificou-se uma terrível ofensiva contra Londres, de que resultaram grandes perdas para a população civil. Graças, porém, ao estoicismo do povo e à bravura dos aviadores da RAF, ainda que inferiores em número, não foi possível a Hitler o domínio do canal, para que o atravessassem as tropas alemãs. Os bombardeios, devastando todo o país, prosseguiram até 1941, quando o "Führer" desistiu da invasão.
Frente Oriental:
Fracasso na Inglaterra levou Hitler a alterar seus planos, decidindo atacar sua aliada, a URSS (plano Barba-Roxa). Antes, porém, resolveu consolidar seu domínio na Europa, voltando-se contra os Balcãs. A Romênia havia caído desde o verão de 1940. A conquista da Grécia foi intentada pela Itália, em 28 de outubro de 1940. A grande resistência, contudo, fez com que Hitler tivesse de socorrer sua aliada. Em março de 1941, os exércitos alemães ocuparam a Bulgária e trataram de organizar um governo satélite na Iugoslávia (17 de abril). Em seguida, ocuparam a Ilha de creta (20 a 30 de maio), dando por concluída a campanha dos Balcãs. Hitler decidiu, então, atacar a URSS, procurando com isso atrair as simpatias da Grã-Bretanha e dos EUA, por assumir o comando da campanha contra o comunismo. Joseph Stalin, contudo, havia preparado longamente a defesa de seu país de seu país. Em 22-VI-1941, Hitler declarou guerra à URSS, no que foi seguido pela Itália, Romênia, e, mais tarde pela Finlândia e Hungria. A Inglaterra e os
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