30 ANOS DE NATIONAL GEOGRAPHIC
O filme, assistido em 22/08/02, detalha vários aspectos importantes sobre os seres da biosfera. Em primeiro plano, o documentário exibido pela equipe da NATIONAL GEOGRAPHIC enfoca de maneira explícita os diversos biomas, notando-se os seres terrestres em seus habitats.
De fato, cada ser vivo tende a ocupar áreas que lhes são ecologicamente favoráveis e que propiciam fatores diversos e essenciais à sua existência. Os animais, de um modo geral vivem em uma comunidade ecológica, denominada biocenose, onde o cadeia trófica figura como o mais importante aliado à sua sobrevivência. Nenhum animal vive isolado dos ecossistemas, uma vez que este lhe oferece toda a estrutura necessária como meio de subsistência, o seu habitat.
O ciclo da cadeia trófica é amplamente importante, onde a busca pela vida e a sua defesa se fazem necessários, assim como a morte é inevitável para algumas espécies. Os predadores por exemplo se posicionam em seus meios, camuflados com a vegetação (que é um meio natural de defesa e de caça), espreitando o alimento. Por outro lado, a presa. Esta desenvolve meios de defesa naturais, instintivas, quebrando até mesmo algumas leis da física, como a gravidade; que lhe propiciam mais tempo de vida. A utilização de mecanismos de fuga é fascinante. Andar sobre o espelho dágua (lagarto), buscar nos vegetais odores ou líquidos que provoquem irritação nos predadores(pica-pau), desenvolver a capacidade de fugir com maior rapidez do inimigo (aranha), são alguns destes mecanismos. Cada grupo tende a defender-se e utilizar seus territórios, mesmo que isto lhes custe a própria vida. É a determinação na busca pela sobrevivência.
Seja qual for o bioma ( desértico, semi-árido, tropical, etc. ), a vida se desenvolve nítida e especificamente. A exemplo do filme, se o lagarto estivesse no deserto provavelmente seria presa fácil para a serpente que o espreitava; do mesmo modo que a aranha do Deserto do Atakami, se estivesse na região tropical, a vespa teria mais sorte.
No entanto, a busca pela perpetuação das espécies também é uma maneira incontestável de dar seqüência às espécies. A época do acasalamento é a mais importante. Cada animal disputa a fêmea com a qual irá acasalar-se, através de batalhas árduas com outros machos da mesma espécie. Geralmente, o mais forte é quem vence a batalha ficando com a fêmea, fecundando-a.
No caso de outras espécies, os rituais de dança ou de exibição dos machos são fundamentais. A côrte para o acasalamento é agraciada pela aprovação da fêmea, que retribui com simples e definidos sinais específicos de cada espécie, indicando a aceitação do macho ou sua exclusão.
O período de gestação das fêmeas é na maioria das espécies seguido pelo macho. Alguns desses machos é quem cuida do filhote após o nascimento.
Os filhotes, ao nascerem, são rigorosamente protegidos pelos seus pais até que consigam se alimentar e defender-se sozinhos e buscar o seu próprio meio de sustento. Muitos deles são protegidos pelos pais por vários meses ou enquanto ficam no grupos.
A cadeia trófica seria perene... Mas o ser humano, entra na história. Dotado de uma qualidade "infinitamente" superior à dos outros seres o pensamento.
Porém, é o único ser vivo que adquiriu a capacidade fantástica de destruir o próprio meio em que vive. Queimadas, poluições, desmatamentos, destruição total dos biomas...
O homem, sendo o ser vivo mais recente na história da terra, é o que mais a destrói. A consciência pelas conseqüências desta destruição aos poucos se implantam sobre os homens. A preservação e a luta pela perpetuação das espécies não se faz agora somente pelo acasalamento... O trabalho isolado de grupos que tem a consciência de recuperação das espécies
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