CONTINENTE EUROPEU
A Europa estende-se por 10.499.516 quilômetros quadrados, correspondentes a 7% da superfície terrestre.
As costas européias são bastante recortadas e se estendem por, aproximadamente, 40.000 quilômetros. Nelas se destaca grande número de ilhas, como:
Mas outras há de importância estratégia e política como: Chipre, Malta, Córsega, Sardenha, Sicília, Baleares e Creta.
SUÍÇA
INTRODUÇÃO
Nome Oficial: Confederação Helvética (Schweizerische Eidgenossenschaft)
Capital: Berna
Nacionalidade: Suíça
Idioma: alemão, francês e italiano (oficiais), reto-romana
Religião: cristianismo 87,2% (católicos 46,2%; protestantes 40%; ortoxos 1%), judaísmo 0,3%; islamismo 2,2%; outras 10,3%
Moeda: franco suíço
Geografia:
Localização: centro da Europa
Características: Cordilheira dos Alpes de SE a SO (58% do território), cortada pelos vales profundos do Ródano e Reno; maciço da Jura (SO a N) (12% do território); planalto com colinas férteis entre as cadeias, mais de mil lagos.
Clima: temperado continental
Área: 41.285 quilômetros quadrados
População: 7,5 milhões
Composição: alemães 65%, franceses 18%, italianos 10%, grisões 1%, espanhóis 2%, portugueses 1,5%, outros 2,5%
Cidades principais (hab.): Zurique (342.872), Basel (175.561), Genebra (172.737), Berna (128.422) e Lausanne (116.795)
Patrimônios da humanidade: Convento de St. Gallen; Convento Beneditino de São João, em Müstair; Antiga cidade de Berna
Governo- República Confederativa
Divisão administrativa: 20 cantões e 6 subcantões
Principais partidos: Social Democrático (SPS), Radical Democrático (FDP), Cristão Democrático do Povo (CVP), do Povo da Suíça (SVP)
Legislativo: bicameral- Conselho dos Estados, com 46 membros (2 de cada cantões e 1 da cada subcantão) eleitos para mandados de 3 a 4 anos, respectivamente; Conselho Nacional, com 200 membros eleitos por voto direto para mandato de 4 anos
Constituição em vigor: 1874
Economia
Agricultura: beterraba (1,1 milhão de toneladas), batata (765 mil toneladas), trigo (700 mil toneladas)
Pecuária: bovinos (1,8 milhão), ovinos (441,9 mil), suínos (1,6 milhão)
Pesca: 3,15 mil toneladas
Mineração: sal (300 mil toneladas)
Indústria: equipamentos elétricos (relógio), química, farmacêutica, construção, maquinaria, têxtil, alimentícia (chocolate)
Parceiros comerciais: Alemanha, França, Estados Unidos e Reino Unido
Relações Exteriores
Organizações internacionais: Banco Mundial, FMI, OCDE, OMC
História da Suíça
Origens e povoamento: Por volta do ano 1000 a.C., tribos Celtas, entre as quais se encontravam os helvécios, estabeleceram-se no atual território da Suíça. Séculos mais tarde, procuraram os helvécios novas e melhores terras ao sul, marchando em direção à Gália, na época dominada pelos romanos. Comandados por Divico, escaparam aos exércitos de Sila e Mário, mas foram derrotados por Júlio César, em 58 a.C., na batalha de Bibracte. A Helvécia, então submetida ao domínio romano, torna-se baluarte do império, defendendo a fronteira do Reno contra as incursões dos germanos.
No final do período romano, cerca de 450 d.C., os burgúndios, população de origem germânica, instalaram-se a oeste do país, assimilando rapidamente a língua e os costumes dos habitantes da área e adotando a religião cristã. Pouco depois, os alamanos, vindos do norte da Germânia, apoderaram-se dos territórios do norte, centro e leste de Helvécia. Ao contrário dos burgúndios, os alamanos, embora menos civilizados que os primeiros, introduziram sua própria cultura no país, germanizando ou expulsando os grupos autóctones para as zonas montanhosas.
Foram os alamanos, progressivamente, repelindo os burgúndios cada vez mais para oeste até que estes alcançaram o rio Sarine, fronteira que separa ainda hoje a Suíça romanda da Suíça alemã. Finalmente, ao término do período das grandes migrações, aos longobardos, tribo germânica da cultura latina, fixam-se por sua vez nos vales da encosta sul dos Alpes.
No início do séc. VI, Clóvis, rei dos francos, derrotou sucessivamente alamanos
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