A Gaia Ciência
No prefácio desta obra o autor nos relata que o filósofo deve externar seus pensamentos, não há outra forma de sê-lo essa é a maior obrigação de um filósofo.
No quinto livro, artigo 346, a questão levantada é de que o homem não está separado do mundo e tão pouco é a medida de todas as coisas ou como juiz de mundos. Somos colocados diante de um dilema ou abolimos nossas venerações ou abandomamos nós mesmos.
Nesta obra de Nietzsche, ele nos relata da consciência humana de sua necessidade de se fazer "saber".
O autor explica que todo ser vivo pensa sem se dar conta, este pensamento se torna consciente não passa da mínima parte, apenas superficial. Esta consciência se dá através de signos de comunicação. Não é somente pelas palavras que há comunicação, ela existe também em um olhar, um toque.
Foi próprio homem quem criou estes signos tornando-se consciente de si mesmo, como um animal social que aprende a tomar consciência de si cada vez mais segundo as palavras de Nietzsche.
Esta consciência de que o filósofo fala não faz parte da existência do homem, uma existência individual, e sim de uma coletividade para a perspectiva do rebanho.
A consciência animal é apenas um mundo superficial , um mundo vulgarizado, relativamente estúpido uma marca de rebanho. O autor também nos mostra que esta conscientização crescente do homem é perigosa. Nietzsche afirma não estar interessado em teorias do conhecimento é nem nos fenômenos da "coisa em si", pois não podemos conhecer a verdade, apenas se contentar com aquilo que sabemos, aquilo que basta para a espécie, que importa para o rebanho humano o que se denomina "utilidade".
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