Novidades Tecnológicas na Biblioteconomia
Em nosso dia-a-dia é cada vez menos comum ficar numa sala rodeado de estantes esperando um usuário. O Bibliotecário tem que estar cada vez mais se aperfeiçoando para poder estar lidando com todo tipo de acervo avançado tecnologicamente e gerenciando informações em ambientes virtuais.
Com a evolução e a profusão da informática, a Biblioteconomia vem sofrendo várias transformações, tanto que já existem vários profissionais "brigando" para que o nome da Biblioteconomia seja substituído por Cientista ou Administrador da Informação. O campo de atuação do Bibliotecário se ampliou. O essencial agora é a organização das informações e não apenas dos livros.
Já existem várias empresas já prestando serviços de consultoria a firmas que desejam recolher e organizar informações de seu interesse para alimentar INTRANET (Redes Internas).
A informação não está mais só no papel, aulas não se restringem a uma sala e os professores estão orientando os alunos como fazer pesquisas corretamente na WEB, papel esse que muitas vezes é exercido pelo Bibliotecário.
O Bibliotecário pode estar agindo da seguinte forma: Se uma classe esta estudando o folclore capixaba, por exemplo, o Bibliotecário faz uma pesquisa on-line e passa os sites com as melhores informações relacionadas ao tema para o professor que repassa aos alunos, evitando assim que o estudante fique solto na Internet e encontre um monte de informações erradas.
As novidades tecnológicas esta atraindo a atuação dos vestibulandos para o curso. É bem claro que essas inovações na estão acontecendo no curso da UFES, mas sim em faculdades como a FUVEST onde a Biblioteconomia registrou concorrência maior do que cursos tradicionais como por exemplo o de Odontologia.
Alguns cursos de graduação em Biblioteconomia como por exemplo o da UNICAMP estão enfatizando as novidades tecnológicas, sendo assim a nova "safra" de Bibliotecários será muito diferente, pois hoje em dia é impensável um profissional que não domine o computador, como também fica inviável o funcionamento de uma Biblioteca de médio porte sem computadores.
O paradigma da Biblioteconomia vem mudando muito nos últimos aos, devido ao crescimento do chamado cliente virtual.. Nos EUA isso já uma realidade com os Consórcios e Redes nas Bibliotecas Acadêmicas e funciona da seguinte maneira: existe um catalogo em linha central que permite acesso por todas as instituições participante do Consórcio ou Rede, para que o usuário possa fazer o empréstimo sem intervenção ou outro processo. O Consórcio contrata uma companhia comercial para transportar os materiais entre as Bibliotecas. A entrega do material solicitado é efetuada em no máximo 48 horas.
No Brasil um exemplo a ser citado é o da Biblioteca Virtual do Governo do Estado de São Paulo, que faz pesquisas personalizadas de graça para a população, há mais ou menos dois anos. As solicitações devem ser enviadas para o e-mail da Instituição, explicando o tema desejado e o prazo limite. Não são utilizados livros para fazer as consultas.
Com o objetivo de servir de apoio, estimular e facilitar projetos, pesquisas e estudos para a administração pública e o cidadão em geral, o serviço da Biblioteca Virtual tem profissionais especializados, que trabalham com metodologia baseada em gestão de conhecimento. Trata-se da junção de saberes, ou seja, o compartilhamento da informação.
Atuam na equipe quatro estagiários de biblioteconomia, que abrem em média mais de 3 mil e-mails por mês. O trabalho começa com uma triagem realizada por um dos estagiários para a distribuição apropriada das mensagens. Ele também cuida dos modelos de respostas para as perguntas mais comuns. São recebidas grandes quantidades de solicitações sobre culturas, estatísticas, feriados, mapas paulistas e símbolos. A constante pesquisa sobre o assunto gerou um documento, desenvolvido pela própria equipe, chamado
Ferramenta