ARTE: UNIVERSO DA LINGUAGEM
A primeira manifestação da Revolução Industrial: a revolução romântica (inovadora) como atitude pessoal do sujeito, revela dentro do contexto cujo objeto da revolta.
Implica na tomada da arte negando modelo grego romano (modelo teórico).
A atividade artística se transforma na expressão de se fazer tão somente como pessoa. A questão da intencionalidade artística (não é meio de expressão para conhecimento do real, mas do "eu").
Para a revolução modernista ou vanguardas (no contexto da vanguarda do movimento modernista). No contexto do final do século XIX, a arte é terreno em todo o mundo (psicologia, sociologia, antropologia, etc.).
A arte é pensamento que se realiza por imagens (metáforas, figuras retóricas, alegorias aproximação lógica de seu signo a nome e oferece ao seu reconhecimento).
Não existe arte sem imagem. Teses partem do processo de arte imaginativa e simbólica é o que distingue os homens dos outros animais (elemento característico) significa que arte é característica do ser humano.
O objeto de arte é fazer durar e dificultar o processo perceptivo.
CULTURA À MODA MÍDIA
Sucessos em estoque (No coração do consumo cultural, a paixonite da massa).
Todas as indústrias culturais são ordenadas pela lógica da moda, pelo objetivo do sucesso imediato, pela corrida às novidades, pela diversidade.
Revelação acelerada e diversificação são vetores estratégicos.
Orçamento de promoção e publicidade elevados.
Operações multimídia.
Cultura clip (As indústrias culturais instituem na esfera do espetáculo o primado eixo temporal próprio à moda: o presente)
A regra geral está na variação mínima da ordem conhecida.
Produções culturais, muitos acontecimentos, pouca interioridade.
Após a era da adoração contemplativa a passagem para o vídeo onde não se absorvem conteúdos, esvaziam-se os que se tem, delira-se no excesso de imagem, na embriaguez da imagem, acelerada para nada, só no prazer da mudança sem sair do lugar.
Estrelas e ídolos (Se a cultura de massa está na moda é também porque gravita em trono de figuras de charme com sucesso prodigioso, que impulsionam adoração e paixonites extremas)
As estrelas eram modelos, tornaram-se reflexos. Paralelamente aos multimídias, as multiestrelas.
Culto da personalidade, não culto do sagrado, culto estético, não culto arcaico. Devaneio íntimo, não misticismo transcendente.
Manifestação de seres, o culto das estrelas é paradoxalmente trampolim da autonomização dos jovens.
A mídia arrebata a tela (A televisão enquanto "meio frio" pouco participa das transformações antropológicas do mundo contemporâneo, antes de tudo a sua experiência da informação e sua reorganização sob a era da moda, é que formam um agente maior da ação individualista)
Função histórica determinante, reorientar as atitudes individuais e coletivas, difundir novos padrões de vida.
Desde os anos 60, a cultura de massa antes reproduz os valores do que propõe novos.
Atualmente a informação produz efeitos culturais e psicológicos mais significativos.
O consumo midiático não é o "coveiro" da razão, o especular não abole a formação da opinião crítica, o show da informação prossegue a trajetória das luzes.
A informação do joga e ganha (O maior papel da informação no processo de socialização e de individualização não é superável de seu registro espetacular e superficial)
É o tempo dos "anchormen", dos apresentadores-vedetes, com sua forte cotação de popularidade no momento em que as grandes estrelas do cinema se eclipsam. Não há informação via caleidoscópio de imagens.
A sustentável leveza
Ferramenta