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Monografia: Autismo na Educação Infantil

Trabalho por Oslanira Aparecida da Silva, estudante de Diversos @ , Em 13/11/2009

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Monografia: Autismo na Educação Infantil
Instituto Sete de Setembro de Educação Faculdade Sete de Setembro – FASS
2008

 

 

 

Sumário

Introdução
Capítulo I
1. Autismo Na Educação Infantil
1.1. O que é?
1.2. Sintomas e características comuns do transtorno autista
1.3. Avaliação diagnóstica
1.3.1. Hipóteses etiológicas
1.3.2. Tratamento
1.4. Desenvolvimento do autismo devido a traumas psicológicos
1.5. Crianças com Autismo na primeira infância que foram separadas das Mães
Capítulo II
2. Modo como pais e profissionais da educação lidam com o autista
2.1 A aceitação da escola para com o autista e o mesmo no ambiente escolar
2.2 Estimular o desenvolvimento social e comunicativo
Capítulo III
3. Autismo e Sexualidade
Conclusão
Referencias

 

Introdução

Ao abordar o aspecto educativo de indivíduos portadores da Síndrome de Autismo, faz-se necessário, uma retrospectiva histórica, passando pela seleção natural, marginalização e segregação promovidas na Idade Média, até um período marcado por uma visão mais humanista na Europa após a Revolução Francesa; para se chegar ao século XIX, aos primeiros estudos sobre deficiências.

De acordo com dados teóricos e confrontando tais estudos com a pesquisa de campo na escola Hélia Rodrigues da Cunha (Pestalozzi) pude perceber que os alunos autistas respondem bem aos sistemas organizados. O professor deve organizar a sala de aula para efetivamente conseguir ensinar os alunos.

Observando a aula da professora regente, cheguei a conclusão de que muitas vezes o aluno não entende a mensagem quando o professor está acreditando que ele esteja entendendo, causando assim uma reação de agressividade ou de falta de iniciativa. Pode também acontecer que o aluno não possua linguagem suficiente para comunicar verbalmente ao professor que está cansado, com calor, com fome, entediado ou com vontade de ir embora, exceto através de birras e pirraças.

A professora propôs então, uma brincadeira de organização na sala de aula, “quem terminar de organizar o seu material primeiro é o vencedor”, visando descontrair o ambiente e trazer de volta a atenção dos alunos. Então pude perceber que muitas vezes o autista é incapaz de se organizar ou impor limites a seu próprio comportamento e não tem noção das regras sociais. Isto pode resultar na tentativa de “chamar a atenção” dos outros de forma inapropriada ou de preferir ficar isolado. Observei ainda na mesma brincadeira desenvolvida em sala de aula que devido a sua dificuldade de relacionamento social ele pode não ter motivação para agradar os outros ou não ser sensível a elogios podendo, assim, parecer que há resistência ao aprendizado.

Organizar a sala de aula ou qualquer outro ambiente de ensino ao nível de compreensão do aluno pode diminuir suas dificuldades, resultando num feliz aprendizado.

De acordo com a professora regente, a organização física; a programação das atividades; os métodos de ensino, são alguns exemplos de idéias para organização que tem se mostrado útil em salas de aula com alunos portadores de autismo, independente da idade:

Depois de toda observação na escola e do diálogo com a professora, cheguei à conclusão de que não posso me esquecer das dificuldades do portador de autismo ao planejar a organização física da sala de aula. Muitos alunos possuem dificuldades de organização pessoal não sabendo aonde ir e como chegar pelo caminho mais fácil. Devido às dificuldades de recepção da linguagem eles geralmente não entendem direções ou regras. A organização do meio ambiente lhes dá pistas visuais, que os ajuda a entender.

Antes de planejar a organização física da sala de aula, o professor deve avaliar o meio ambiente de modo geral. Conversando com professora sobre a estrutura da sala de aula da escola Hélia Rodrigues da Cunha (Pestalozzi), concluí que a professora